segunda-feira, novembro 29, 2004
sexta-feira, novembro 26, 2004
terça-feira, novembro 23, 2004
sexta-feira, novembro 19, 2004
JAPONÊS - 2ª LIÇÃO
Haha - mãe
O genki desu ka - Como vais?
Hay, genki desu. Arigatoo gozaimasu - Bem obrigada.
Isabel-san wa? - E tu?
Hay, genki desu. Arigatoo gozaimasu - Bem obrigada
Hajime - primeira vez / ínicio
Hajimemashite - how do you do - 1º encontro
watashi wa Isabel desu. - eu sou a Isabel
Dozo yoroshiku - muito prazer
Itte rasshai - so long - go and come back
Itte mairimasu - so long - repply to Itte rasshai
Tadaima - I'm back
Okaeri nasai - welcome home
O-daijini - as melhoras
Gambatte kudasai - boa sorte
Tanjobi omedeto gozaimasu - muitos parabéns
O genki desu ka - Como vais?
Hay, genki desu. Arigatoo gozaimasu - Bem obrigada.
Isabel-san wa? - E tu?
Hay, genki desu. Arigatoo gozaimasu - Bem obrigada
Hajime - primeira vez / ínicio
Hajimemashite - how do you do - 1º encontro
watashi wa Isabel desu. - eu sou a Isabel
Dozo yoroshiku - muito prazer
Itte rasshai - so long - go and come back
Itte mairimasu - so long - repply to Itte rasshai
Tadaima - I'm back
Okaeri nasai - welcome home
O-daijini - as melhoras
Gambatte kudasai - boa sorte
Tanjobi omedeto gozaimasu - muitos parabéns
terça-feira, novembro 16, 2004
BÚSSOLAS DE NORTE
sexta-feira, novembro 12, 2004
LES MOUETTES
NICOLAS DE STAËL
Les Mouettes, 1955. Óleo, 195 x 130 cms.
Na sua tentativa de ultrapassar a contradição entre o abstracto e o figurativo, Nicolas de Staël (1914-1955) afirmou-se como um dos artistas mais importantes da Escola de Paris do pós-guerra.
.
Dedico este post ao meu amigo "Fernão Capelo Gaivota".
quinta-feira, novembro 11, 2004
JAPONÊS - 1ª LIÇÃO
bom dia - ohayo gozaimasu
boa tarde / olá - konichiwa
boa noite (ao chegar) - konbanwa
boa noite (ao dormir) - oyasumi nasai
obrigado - arigatoo gozaimasu
adeus - sayonara
até logo - ja mata / dewa mata
Como vais? - O genki desu ka
bem obrigado - Hai, genki desu
Arigatoo gozaimasu
boa tarde / olá - konichiwa
boa noite (ao chegar) - konbanwa
boa noite (ao dormir) - oyasumi nasai
obrigado - arigatoo gozaimasu
adeus - sayonara
até logo - ja mata / dewa mata
Como vais? - O genki desu ka
bem obrigado - Hai, genki desu
Arigatoo gozaimasu
quarta-feira, novembro 10, 2004
BARCOS NO PORTO
BARCOS NO PORTO *
1989
24 x 35 cms
Óleo sobre tela
Col. Autora
1989
24 x 35 cms
Óleo sobre tela
Col. Autora
* Segundo De Staël.
Foi com esta tela que iniciei a minha experiência com óleo. Há já quinze anos! Tinha uns leves conhecimentos empíricos àcerca dos materiais a usar, além dos tubos de tinta propriamente dita, e que resultaram de perguntas feitas na loja da especialidade onde os comprei. Nestas coisas há sempre uma panóplia de materiais - a maior parte desnenecessários - desde médios de vários tipos, alguns de secagem rápida que tornam difícil o "esticar" da tinta, passando por terebintinas sofisticadas - agora até há uma variedade sem cheiro, dizem - vendidos em frascos minúsculos, a preço de ouro, e pinceis de números tão reduzidos que nem servem para pintar unhas.
Munida do que julguei ser o mínimo indispensável, e sem ter, ao contrário do que me é hábito, comprado um livrinho sobre o assunto, aterrei em casa muito feliz e pronta para a minha grande aventura.
Nesse Natal, os parentes ficaram com o problema do presente resolvido. Recebi um cavalete, quase de profissional, que ainda mantenho em bom estado, uma malinha em madeira para acondicionar os tubos, os frascos do médio e da terebintina, a paleta e os pincéis. E, durante algum tempo, os meus filhos, adolescentes, foram-me surpreendendo com ofertas de tintas e pinceis, à medida das respectivas mesadas.
A experiência do óleo não se prolongou além de uma meia dúzia de telas. Revelou-se incompatível em casa de rinites alérgicas, em que a única sala disponível era o living onde, com excepção das horas de dormir, acontecia toda a vida da família, e deu lugar ao acrílico.
terça-feira, novembro 09, 2004
AQUI
Aqui, deposta enfim a minha imagem,
Tudo o que é jogo e tudo o que é passagem,
No interior das coisas canto nua.
Aqui livre sou eu - eco da lua
E dos jardins, os gestos recebidos
E o tumulto dos gestos pressentidos,
Aqui sou eu em tudo quanto amei.
Não por aquilo que só atravessei,
Não p'lo meu rumor que só perdi,
Não p'los incertos actos que vivi,
Mas por tudo de quanto ressoei
E em cujo amor de amor me eternizei.
Sophia de Mello Breyner Andresen
Aqui, deposta enfim a minha imagem,
Tudo o que é jogo e tudo o que é passagem,
No interior das coisas canto nua.
Aqui livre sou eu - eco da lua
E dos jardins, os gestos recebidos
E o tumulto dos gestos pressentidos,
Aqui sou eu em tudo quanto amei.
Não por aquilo que só atravessei,
Não p'lo meu rumor que só perdi,
Não p'los incertos actos que vivi,
Mas por tudo de quanto ressoei
E em cujo amor de amor me eternizei.
Sophia de Mello Breyner Andresen
segunda-feira, novembro 08, 2004
AS MELHORES DA QUINTA
"Eu púzia" - Paula Coelho
Prémio sou célebre porque gosto muito de verbos.
* Em directo no dia de hoje.
Prémio sou célebre porque gosto muito de verbos.
* Em directo no dia de hoje.
OS QUATRO CANTOS DA TERRA
quinta-feira, novembro 04, 2004
JUVENTUDE ATENTA
No passado sábado, dia horroroso de chuva, acompanhei a Magda Magalhães, http://www.estadodespirito.blogspot.com/ a São Pedro de Sintra, ao canil da APCA - http://www.apca.org.pt/
Íamos incumbidas de uma missão. Fazer o transporte e a entrega de um donativo de 200 kgs. de ração seca, oriundo dos alunos do Curso Tecnológico de Comunicação - ano lectivo 2003-2004 - da Escola Secundária Camilo Castelo Branco, em Carnaxide, no Concelho de Oeiras.
Em nome de todos os cães acolhidos na Associação, um enorme e sensibilizado agradecimento aos alunos e às duas Professoras – Margarida Casadinho e Sandra Venda.
Íamos incumbidas de uma missão. Fazer o transporte e a entrega de um donativo de 200 kgs. de ração seca, oriundo dos alunos do Curso Tecnológico de Comunicação - ano lectivo 2003-2004 - da Escola Secundária Camilo Castelo Branco, em Carnaxide, no Concelho de Oeiras.
Em nome de todos os cães acolhidos na Associação, um enorme e sensibilizado agradecimento aos alunos e às duas Professoras – Margarida Casadinho e Sandra Venda.
4.
Acende a lua nova. E desabrocha
como uma flor vermelha na seara
Num cavalo de vento e de palavras
despenteia os cabelos da tristeza
Vem ter comigo à hora dos lilazes
quando todas as fontes se enamoram
dos cântaros vidrados de poente
e os seduzem com motetes de água
Se vieres pelo trilho das gaivotas
ainda entontecido de mar alto
encontrarás na terra do meu corpo
as sementes da tua eternidade.
Rosa Lobato de Faria
in Poemas Escolhidos e Dispersos
como uma flor vermelha na seara
Num cavalo de vento e de palavras
despenteia os cabelos da tristeza
Vem ter comigo à hora dos lilazes
quando todas as fontes se enamoram
dos cântaros vidrados de poente
e os seduzem com motetes de água
Se vieres pelo trilho das gaivotas
ainda entontecido de mar alto
encontrarás na terra do meu corpo
as sementes da tua eternidade.
Rosa Lobato de Faria
in Poemas Escolhidos e Dispersos
segunda-feira, novembro 01, 2004
sábado, outubro 30, 2004
JANTAR DE IDIOTAS
É o nome da peça em exibição no Teatro Villaret, em Lisboa. Ontem estive lá, às 21:30 munida do respectivo bilhete reservado atempadamente. Bilhete esse, em cujo verso está escrito, de forma legível - É proíbido fumar dentro da sala. No entanto, em cena, FUMA-SE, cachimbo e cigarro, e as baforadas que se evolam no ar, são ampliadas pelas luzes dos projectores. E não me digam que se trata de seguir o guião. Trata-se de fazer cumprir a Lei que diz que é proíbido fumar dentro de salas de espectáculo.
Fora isso, foram 130 agradáveis minutos de boa comédia.
sexta-feira, outubro 29, 2004
quarta-feira, outubro 27, 2004
TUNÍSIA: AZUL E BRANCA
Voa-se por cima do Alentejo, de areias de Espanha e do mar Mediterrâneo. Entra-se em África e segue-se ao longo da costa do Magrebe. Já de noite, pousamos em Tunes e só no dia seguinte acordamos para a luz e as cores - branco e azul - desse fantástico país de praias, montanhas, desertos, cidades árabes, aldeias berbéres e templos romanos. Fica a duas horas de voo: o tempo que se demora a mudar de civilização.
miguel sousa tavares, SUL viagens.
-
Entra-se, literalmente, no deserto ao passar as portas rudimentares de uma ainda mais rudimentar construção, feita de tijolo cor de areia, sem reboco, que se confunde com a paisagem.
Ao entrar, as portas fecham-se atrás de nós e somos confrontados com uma semi penumbra, permitida por pequenas frestas na parede oposta, e com um calor sufocante, deixado que fora o autocarro com ar condicionado. Lentamente, os nossos olhos apercebem-se do pouco que nos rodeia. Um espaço, relativamente pequeno, moscas, muitas moscas, bancos corridos em madeira velha e alguns funcionários que nos entregam um saco com o que iremos usar, sobre a nossa roupa, nas cerca de duas horas seguintes. Depois da djelaba vestida, ensinam-nos e ajudam-nos a colocar a longa tira de tecido branco, impecavelmente branco - azul para alguns - que nos cobrirá a cabeça e quase toda a face. Com o grupo devidamente “vestido a rigor”, as portas na parede em frente às da entrada abrem-se e somos contemplados com a primeira visão do deserto. Cá fora, uma cáfila aguarda ao sol, alinhada, sentada na areia escaldante, cada animal acompanhado do respectivo cameleiro. Convidada a escolher, os meus olhos pousam num de grande porte que em pé revelou mais de 1,80 m à garupa. Após as explicações sobre a forma como o animal se levanta para que possamos contrariar o movimento, inicia-se a subida e a expectativa do levantar. Os animais são dóceis, habituados ao trabalho de transportar pessoas, e o seu andar é suave e lento, sempre pela mão do cameleiro que nos acompanha a pé. Um outro animal mais pequeno, sem passageiro, segue amarrado à minha montada e não cessa, teimosamente, de me mordiscar a djelaba. Passada mais de meia hora de percurso, pedi ao cameleiro que me confiasse as rédeas. De início recusou com um gentil “pas possible, madame”. À terceira insistência e depois de lhe garantir que estava segura do que queria, acedeu. A sensação é indescritível. É uma sensação de liberdade apenas igualada pela que se experimenta no mar numa pequena embarcação à vela.
De rédeas na mão e num passo quase trote, não cessava de pensar, com um sorriso, e-se-o-camelo-resolve-partir-à-desfilada? Não partiu! Reduzi o passo. Alguém nos fazia sinal de parar. Estávamos no meio de nada. Nada à vista, nem pistas de jeep, nada além de areia. E subitamente, vindos não sabemos de onde, um grupo de jovens e crianças, transportavam latas de coca-cola, água e outros refrigerantes, acondicionados em baldes com gelo.
Depois, o percurso inverso. O entregar da djelaba, as fotos com os camelos e os cameleiros que com ar doce pediam “une photo, madame”!
Acabáramos a primeira etapa dos três dias que permaneceríamos no deserto do sul da Tunísia.
Ao entrar, as portas fecham-se atrás de nós e somos confrontados com uma semi penumbra, permitida por pequenas frestas na parede oposta, e com um calor sufocante, deixado que fora o autocarro com ar condicionado. Lentamente, os nossos olhos apercebem-se do pouco que nos rodeia. Um espaço, relativamente pequeno, moscas, muitas moscas, bancos corridos em madeira velha e alguns funcionários que nos entregam um saco com o que iremos usar, sobre a nossa roupa, nas cerca de duas horas seguintes. Depois da djelaba vestida, ensinam-nos e ajudam-nos a colocar a longa tira de tecido branco, impecavelmente branco - azul para alguns - que nos cobrirá a cabeça e quase toda a face. Com o grupo devidamente “vestido a rigor”, as portas na parede em frente às da entrada abrem-se e somos contemplados com a primeira visão do deserto. Cá fora, uma cáfila aguarda ao sol, alinhada, sentada na areia escaldante, cada animal acompanhado do respectivo cameleiro. Convidada a escolher, os meus olhos pousam num de grande porte que em pé revelou mais de 1,80 m à garupa. Após as explicações sobre a forma como o animal se levanta para que possamos contrariar o movimento, inicia-se a subida e a expectativa do levantar. Os animais são dóceis, habituados ao trabalho de transportar pessoas, e o seu andar é suave e lento, sempre pela mão do cameleiro que nos acompanha a pé. Um outro animal mais pequeno, sem passageiro, segue amarrado à minha montada e não cessa, teimosamente, de me mordiscar a djelaba. Passada mais de meia hora de percurso, pedi ao cameleiro que me confiasse as rédeas. De início recusou com um gentil “pas possible, madame”. À terceira insistência e depois de lhe garantir que estava segura do que queria, acedeu. A sensação é indescritível. É uma sensação de liberdade apenas igualada pela que se experimenta no mar numa pequena embarcação à vela.
De rédeas na mão e num passo quase trote, não cessava de pensar, com um sorriso, e-se-o-camelo-resolve-partir-à-desfilada? Não partiu! Reduzi o passo. Alguém nos fazia sinal de parar. Estávamos no meio de nada. Nada à vista, nem pistas de jeep, nada além de areia. E subitamente, vindos não sabemos de onde, um grupo de jovens e crianças, transportavam latas de coca-cola, água e outros refrigerantes, acondicionados em baldes com gelo.
Depois, o percurso inverso. O entregar da djelaba, as fotos com os camelos e os cameleiros que com ar doce pediam “une photo, madame”!
Acabáramos a primeira etapa dos três dias que permaneceríamos no deserto do sul da Tunísia.
segunda-feira, outubro 25, 2004
domingo, outubro 24, 2004
10 ANOS
O Passeante Invisível, 1949-51. Óleo sobre tela, 132 x 168 cms
San Francisco, Museum of Modern Art.
San Francisco, Museum of Modern Art.
Para comemorar o décimo aniversário do museu da Fundação Arpad Szenes Vieira da Silva, este espaço prepara "Vieira da Silva nas Colecções Internacionais". Para revelar obras, pertencentes a mais de 30 colecções particulares e museus estrangeiros, muitas nunca expostas em Portugal. A partir de 4 de Novembro.
Praça das Amoreiras, 58, em Lisboa.
Tel. 213 880 039 - 2,50 euros
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