sábado, outubro 23, 2004


Alister Stelle Gray

MÃE! No teu dia, onde quer que estejas, aceita a rosa que te dou!

sexta-feira, outubro 22, 2004

MARES


Isabel Magalhães

Mares
1999
100 x 60 cms
Acrílico sobre tela.


(Col. Particular)



"Por mares nunca dantes navegados"

quinta-feira, outubro 21, 2004

NENÚFARES II


Isabel Magalhães

Nenúfares II
1998
60 x 50 cms
Acrílico sobre tela



Col. Particular

CHOTT EL JERID


Pentax ME super - Vivitar Series 1
70-210 1:3.5

Chotts são lagos salgados.
Sul da Tunisia, região do Sahara.

terça-feira, outubro 19, 2004

COSTA ALENTEJANA


Isabel Magalhães

Costa Alentejana
1999
92 x 73 cms
Acrílico sobre tela


(Col. Particular)

segunda-feira, outubro 18, 2004

OS ELEMENTOS - FOGO


Os Elementos - Fogo

1998
100 x 60 cms
Acrílico sobre tela
Isabel Magalhães

Col. Particular

domingo, outubro 17, 2004

SÓ PODE SER MALDADE!

Acabei de chegar das docas. Fui jantar.
Na ida, na Avenida Brasília que é aquela avenida paralela à linha do comboio, no sentido Cascais Lisboa, e a muitas centenas de metros da doca de Santo Amaro, deparei com umas placas que anunciavam novos estacionamentos. Abri sinal de luzes e virei à direita. Fui seguindo até encontrar o parque. Passei a cancela da entrada depois de recolher o bilhete da máquina. Novas placas com o anúncio de novos estacionamentos, a preço mais barato e mais perto das docas. Estacionei, o mais junto possivel do fim do parque dado o diminuto número de viaturas. Saí do carro, fechei a porta, olhei em volta e comecei a fazer a pé o pequeno trajecto até à placa com a indicação "Acesso Pedonal". Por baixo da placa, quatro ou cinco degraus, que desci e no fim dos ditos... o deserto. Estava sob aquela enorme construção aérea, em tubo de ferro - que ainda ninguém sabe para que serve - por debaixo da Ponte 25 de Abril. Aos meus pés, maior que a área da tal construção, uma vasta zona coberta com gravilha grossa, delimitada de um lado pelo rio e do outro pela linha férrea dos comboios de mercadorias, imprópria para sapatos de salto, impossível para quem empurre uma cadeirinha de bebé, impensável para alguém com dificuldades de locomoção. Do tal acesso pedonal anunciado em letras gordas na placa, nem sinal. Voltei para trás, sempre a pé. Contornei o parque e tentei passar pela beira da doca junto ao rio, na esperança que o acesso fosse desse lado. Afinal, também não era! As placas indicam um acesso que não existe, enganam o utilizador/pagador. O concessionário da zona, cobra e brinca com o utente.
Aos meninos rabinos, dá-se um "tau-tau" no rabinho. E ao Porto de Lisboa, faz-se o quê?
Nota - GISPARQUES S.A. - segundo o cartão de saída do parque.

sábado, outubro 16, 2004

GALERIA DE ARTE FUNDAÇÃO MARQUÊS DE POMBAL
Palácio dos Aciprestes - Av. Tomás Ribeiro, 18 Linda-a-Velha.
Maria Morais
Teresa Caria
Exposição de Escultura e Pintura
16 de Outubro
a
13 de Novembro 2004
Segunda a Sexta das 15:00 às 18:00 - Sábados das 15:00 às 19:00

sexta-feira, outubro 15, 2004

NA NOITE II


ISABEL MAGALHÃES

Na Noite II
1997
29 x 40 cms
Óleo sobre tela


Col. Autora

quinta-feira, outubro 14, 2004

NEBLINA


Isabel Magalhães

Neblina
1999
73 x 92 cms
Acrílico sobre tela

Col. João Taveira

quarta-feira, outubro 13, 2004

REDES


Redes

1998
50 x 60 cms
Técnica mista
Colagem e acrílico sobre tela
Isabel Magalhães

Col. Autora

terça-feira, outubro 12, 2004

DIOGO CÃO


Raúl Rodrigues - Pintor/Escultor


DIOGO CÃO
1996
altura 50 cms
Técnica mista
materiais - garfo e selim de bicicleta, 2 pastilhas de travão,
tubo plástico (2 dimensões), base em madeira.

Col. Isabel Magalhães

Dicionário da Cerâmica e Escultura
Bajouca, Carlos, Março 2002.




Há, entre mim e o Raúl Rodrigues, desde há vários anos, uma grande amizade feita de cumplicidades nos caminhos da pintura. E dos cães também.
Chamo-lhe Mestre, com muito carinho. Não porque alguma vez me tenha guiado a mão ou corrigido o traço ou sequer telefonado a “alguém” para me apresentar, mas porque mais do que incentivar-me a expor, exigiu que o fizesse.
Com aquela força que a natureza lhe deu e os que lhe são próximos conhecem, foi peremptório – “Tem que mostrar o que faz!”
Levei algum tempo até acreditar mas foi assim que tudo começou.
Obrigada “MESTRE”!

segunda-feira, outubro 11, 2004

ONTEM...


Casou uma das minhas melhores amigas e foi pelo braço do filho que chegou ao altar.
Vinha elegantemente num vestido comprido em seda beige, com casaquinha bordada a missanga e vidrilho.
A cerimónia iniciou com uma Avé Maria cantada e o Padre que celebrou a Eucaristia e o Casamento, começou por dizer “Palavras para quê? É uma noiva portuguesa, com 45 minutos de atraso, como manda a tradição.”
Falou depois de tesouros, de encontros, de tolerância, de afectos e de amor. E de tempos.
Houve participação de familiares e amigos que fizeram leituras alusivas e outras, a lembrar ausentes sempre presentes nos corações, e o número de comungantes foi significativo.
O momento do sim e dos votos, foi feito em voz muito baixa – eu ouvi porque estava mesmo atrás dos noivos – e o beijo que ele lhe deu na face, foi de uma grande ternura.
À saída, o tradicional arroz a desejar mil felicidades.
O coquetel e o jantar sentado que se seguiu no Convento da Trindade, em Lisboa, foram de extremo bom gosto e elegância.
À minha amiga A. e ao agora meu amigo R. os meus melhores votos de muitas FELICIDADES.

sábado, outubro 09, 2004

HORIZONTES II


Isabel Magalhães
Horizonte II
1999
81 x 65 cms
Acrílico sobre tela


(Col. Particular)

"DA COR AO CORAÇÃO"
Exposição Individual
Inauguração da Galeria Casa Santa Rita
Colares/Sintra 1999

sexta-feira, outubro 08, 2004

HOJE HÁ...

25 ANOS DE XUTOS & PONTAPÉS
Pavilhão Atlântico

quinta-feira, outubro 07, 2004

HOJE...

HÁ RUI VELOSO!

DuArteGarden - Casino Estoril - 23:30 H.

O PRIMEIRO DIA!


Também eu, fui pela primeira vez à escola, num dia 7 de outubro. Tinha seis anos, feitos 3 meses antes. Lembro-me que a minha mãe, ainda muito jovem mas de uma grande força interior, dizia ter feito um requerimento ao Senhor Ministro da Educação a solicitar a excepção de me aceitar um ano antes da idade oficial.
Era muito pequenina e tímida – excessivamente tímida – e o estar sentada e quieta não constituiu algo desagradável. Afinal, eu era uma criança única numa casa de adultos e passava muitas horas sózinha no meu “mundo” imaginário.
Sei que já sabia ler nesse dia em que entrei para a escola, e também sabia escrever os números e contar até 100. Acho que comecei a aprender mais ou menos aos 4 anos e por iniciativa própria porque aqueles pequenos desenhos que me diziam serem letras, encerravam um mundo fantástico e fascinante e juntos em grupos, diziam coisas e contavam as histórias que a minha mãe me lia antes de eu adormecer.
Mas foi apenas nesse ano que aprendi a desenhar o abecedário da caligrafia. Até aí só conhecia as letras de imprensa; as que via no Diário de Notícias, onde aprendi a ler.

OURICEIRA I


Isabel Magalhães
Ouriceira I
1998
70 x 50 cms
Acrílico sobre tela

(Col. Particular)


A minha primeira tela vendida em Galeria.

O título é uma homenagem à minha avó paterna, Alice C. Henriques Machado, ericeirence de gema, (1889-1976) filha, neta, bisneta, trisneta de ericeirenses... desde Francisco d'Oliveira Lobo (1687-1758). Casou com outro ericeirence, Sebastião Franco Machado, de quem teve 12 filhos.
O meu pai - o Domingos (1922-1980) - foi o 9º filho.

quarta-feira, outubro 06, 2004

SETENTRIÃO


Setentrião

1999
100 X 60 cms
Acrílico sobre tela
Isabel Magalhães

Col. Particular


"Os Pontos Imaginários"
1ª Colectiva de Pintura da JFLaV
Fundação Marquês de Pombal
Janeiro 1999

terça-feira, outubro 05, 2004

DESCALÇA VAI PARA A FONTE LEONOR PELA VERDURA


Mestre Martins Correia - Escultor/Ceramista/Pintor
(1910-1999)



Conheci o trabalho do Mestre Martins Correia, na segunda metade da década de setenta e foi amor à primeira vista. Foi no Restaurante Bota Alta, no Bairro Alto, em Lisboa, onde o António Cassiano tem, no meio daquela colecção de arte, um cavalo com o traço inconfundível do Mestre. Sempre que lá jantava/almoçava - e era muito assídua - o meu olhar vagueava entre o prato e a tela e - porque não dizê-lo - sonhava com a ideia remota de pintar e ter trabalho exposto.
Mais tarde, em 1998, ano da minha primeira exposição em Galeria, foi-me dado o prazer de conhecer Martins Correia na Livraria/Galeria Municipal Verney, em Oeiras, nas comemorações dos 500 anos da Chegada dos Portugueses à Índia. A idade era já muito avançada embora mantivesse aquele brilho no olhar, característico de quem olha mais além. Mas foi em 2001 que tive a enorme honra de ser convidada a participar nos "Encontros em Agosto" - Colectiva de Pintura e Escultura, na Galeria de Arte da Fundação Marquês de Pombal e ver o meu trabalho exposto ao lado do do Mestre (com o pesar de ser a título póstumo).

segunda-feira, outubro 04, 2004

DIA MUNDIAL DO ANIMAL

Há tanto para fazer. Não fique indiferente. Faça qualquer coisa. Tome uma atitude!

Colabore com uma Associação de Protecção Animal da sua zona
.

domingo, outubro 03, 2004

OLÁ! SOU A BÁRBARA!


Venho, respeitosamente, apresentar-me. Sou a Bárbara! Uma cadela SRD - sem raça definida - cruzamento de rafeiro e pastor alemão. Vivo na APCA - Canil de São Pedro de Sintra. O meu estatuto de sénior coloca-me no grupo de difícil adopção. No entanto, adorava poder ter um lar - de preferência com quintal porque sou de grande porte - onde não ficasse acorrentada e tivesse um recanto quentinho para me abrigar que a idade não perdoa.
Ontem, recebi uma boa notícia. Fui apadrinhada! Tenho uma madrinha que ainda não conheço, mas que vai custear parte do meu sustento. Anseio conhecê-la. Espero que venha escovar-me e passear-me, um pouco, à trela. Todos os sábados, à tarde, alguns dos meus amigos que comigo residem no canil, saem a passeio com os padrinhos. Vem depressa, Isabel! Eu também quero ver o mundo lá fora.
www.apca.org.pt



LISBOA


Lisboa

1999
73 x 60 cms
Acrílico sobre tela
Isabel Magalhães

Col. Dr. J. P. Barroco



Lisboa menina e moça, menina
da luz que os meus olhos vêem, tão pura
teus seios são as colinas, varina
pregão que me traz à porta, ternura
Cidade a ponto luz, bordada
toalha à beira mar, estendida
Lisboa menina e moça, amada
cidade mulher da minha vida.

Lisboa no meu amor, deitada
cidade por minhas mãos, despida
Lisboa menina e moça, amada
Cidade mulher da minha vida.

José Carlos Ary dos Santos

sábado, outubro 02, 2004

OS MEUS CÃES


O Diogo Cão e a Piccolina

A PICCOLINA



Faz hoje 18 meses que deixei que me seguisse, quando voltava do passeio matinal com o meu cão, e a convidei a entrar no prédio onde habito. Não mostrava timidez. Apenas um olhar assustado e o sobressalto próprio dos cães acossados. Estava sedenta e trazia uma coleira demasiado apertada para o pescoço magro, sinal de meses de abandono. Sobrou - disseram-me - do Plano de Erradicação de Barracas. Ficou no terreno, à espera da família que já não tinha e escapou aos funcionários do canil municipal, no dia em que chegaram as retroescavadoras. Procurou dono; seguiu vários que lhe deram comida e água e a devolveram à rua. Não desisitiu; é uma resistente, uma lutadora. Estava mal nutrida e a precisar de cuidados. Foi operada, tratada, acarinhada. Subiu de status - tem dona, casa e um amigo, com quem partilha cesto e brincadeiras e preenche a solidão das horas em que me ausento. E a ternura que me devolve no olhar é recompensa bastante.

sexta-feira, outubro 01, 2004

MES HOMMAGES, MADAME!


Broadway

1995
46 x 33 cms
Óleo sobre tela
Isabel Magalhães

Col. Particular


Maria Helena Vieira da Silva (1908-1992) tem e terá sempre um lugar de destaque no meu coração. Esta é a pequena homenagem que lhe presto. Por respeito, assinei e datei atrás.

quinta-feira, setembro 30, 2004

ESTIO


Estio

1999
73 x 60 cms
Acrílico sobre tela
ISABEL MAGALHÃES

Col. Magda Magalhães

Pedro Magalhães
Designer de Comunicação

quarta-feira, setembro 29, 2004

LISBOA COM TEJO


Lisboa com Tejo

1996
90 x 100 cms
Óleo sobre platex
Isabel Magalhães

Col. Autora

terça-feira, setembro 28, 2004

PENÍNSULA


Península

2002
73 x 92 cms
Técnica mista - colagem e acrílico sobre tela
ISABEL MAGALHÃES

Col. Particular

segunda-feira, setembro 27, 2004

MAR DE MAIO I e II


Mar de Maio I e II

2004
2 x (22 x 15 cms)
Acrílico sobre tela
ISABEL MAGALHÃES

Col. Particular

sábado, setembro 25, 2004

AS CORES DA TERRA


ISABEL MAGALHÃES

As Cores da Terra
1998
100 x 60 cms
Acrílico sobre tela


Col. Particular

sexta-feira, setembro 24, 2004

FLORES


ISABEL MAGALHÃES

Flores
1999
89 x 116 cms
Acrílico sobre tela


Col. Particular




A AMIZADE NA BLOGOESFERA

As minhas flores para agradecer a todos em geral, e em especial aos que sentiram a minha falta nestes últimos dias e se preocuparam.

quarta-feira, setembro 22, 2004

ORIENTE


Oriente

1998
70 X 50 cms
Acrílico sobre tela
ISABEL MAGALHÃES

Col. Catarina Zimbarra (Designer)

terça-feira, setembro 21, 2004

CIDADE DO AMOR


ISABEL MAGALHÃES
Cidade do Amor
2001
73 x 92 cms
Acrílico sobre tela

segunda-feira, setembro 20, 2004

BUGANVÍLIA


Olympus [mju:] 300 Digital



Três troncos ressequidos deixados ao lado do contentor. Das folhas nem vestígio. Numa das extremidades, um emaranhado de raízes sujas de terra e com a forma do vaso demasiado pequeno que a albergara tempo de mais.
Não lhe ficou indiferente – talvez ainda houvesse esperança de vida. Levou-a para casa. Deu-lhe um vaso condizente com a envergadura dos troncos, acondicionou-a em 10 quilos de terra tratada. Podou-a para lhe devolver um aspecto harmonioso. Regou-a e esperou.
Três semanas passadas, os primeiros vestígios de vida – uns pequenos pontos verdes claros, vibrantes, a despontar nos troncos.
Na primavera seguinte, apesar da profusão de novos ramos e folhas, as flores teimavam em não aparecer. De que cor seriam?
Mais água, muita água e fertilizante nas doses indicadas na embalagem e a impaciência da espera. E assim passou quase todo o verão; um verão de cuidados e observação. Até que um dia, chegou à varanda e notou que nas extremidades dos jovens troncos, umas folhas se haviam transformado em pontos amarelo Indiano.
É a minha Buganvília amarela. E vive na varanda da minha sala, banhada pela luz que também me alimenta.

CONSTRUÇÃO II


Construção II

1999
73 X 60 cms
Acrílico sobre tela
ISABEL MAGALHÃES

Col. Particular

domingo, setembro 19, 2004

MANHATTAN II


ISABEL MAGLHÃES
Manhattan II
1998
50 x 70 cms
Acrílico sobre tela


(Col. Particular)

sábado, setembro 18, 2004

OS ELEMENTOS - TERRA


Terra

1998
100 x 60 cms
Acrílico sobre tela
ISABEL MAGALHÃES

Col. Particular

sexta-feira, setembro 17, 2004

JANELAS DA 24


Janelas da 24

1996
65 x 80 cms
Óleo sobre tela
ISABEL MAGALHÃES

Col. Pedro Magalhães (Designer)

quinta-feira, setembro 16, 2004

VIBRATO


Vibrato

2004
100 x 100 cms
Acrílico sobre tela
ISABEL MAGALHÃES

Col. Autora




Exposição Colectiva de Pintura
Galeria de Arte
Fundação Marquês de Pombal
Palácio dos Aciprestes
Linda-a-Velha

de 11 a 25/9

quarta-feira, setembro 15, 2004

NEW YORK I


NY I

1996
50 x 65 cms
Óleo sobre tela
ISABEL MAGLHÃES

Col. Autora

terça-feira, setembro 14, 2004

SUPERNOVA


Supernova

1997
60 x 50 cms
Técnica mista - colagem e acrílico sobre tela
ISABEL MAGALHÃES

Col. Particular

segunda-feira, setembro 13, 2004

OURICEIRA II


Isabel Magalhães
Ouriceira II
1998
70 x 50 cms
Acrílico sobre tela
(Col. Particular)

domingo, setembro 12, 2004

ALGARVE


Fuzeta - ALGARVE

1999
73 x 60 cms
Acrílico sobre tela
ISABEL MAGALHÃES

Col. Particular

sábado, setembro 11, 2004

EXPOSIÇÃO COLECTIVA DE PINTURA

A Junta de Freguesia de Linda-a-Velha, faz a sua 3ª mostra de pintura, de 11 a 25 de setembro, na Galeria de Arte da Fundação Marquês de Pombal, Palácio dos Aciprestes, Av Tomás Ribeiro, 18 em Linda-a-Velha.
Horário: De 2ª a 6ª das 15h às 18h. Sábado das 15h às 19h. Encerra ao domingo.

OS ELEMENTOS - AR


Ar

1998
100 x 60 cms
Acrílico sobre tela
ISABEL MAGALHÃES
Col. Particular


The intellect in every man is God.
MENANDER

sexta-feira, setembro 10, 2004

SALADA DE CAMARÃO COM FRUTOS TROPICAIS


OLYMPUS [mju:] 300 Digital
.
Gosto de jantar nas docas. Gosto de ver os barcos no seu baloiçar suave, mastros ao alto, numa dança que me inspira.
Gosto de ver o Tejo, o brilho da lua nas águas escuras a correrem docemente a montante e a jusante e as luzes da outra margem reflectidas em miríades multicores.
Relembro as viagens de Cacilheiro da minha infância, em tardes calmas pela mão da minha avó. Oiço o senhor dos rebuçados – Cada Cor Seu Paladar – a saltar do barco em andamento que a vida é dura e não pára e é preciso vender no outro que espera largar.
E as travessias de algumas tardes de quarta-feira a Porto Brandão, com os meus filhos, para lhes ocupar o horário reduzido do colégio, e lhes mostrar que-linda-que-é-Lisboa-vista-da-margem-sul.
Gosto deste rio, tantos anos oculto, tantos anos ausente, numa cidade teimosamente de costas voltadas. Gosto destes novos espaços na zona ribeirinha, entre o Cais do Sodré e Algés.
Gosto que tenham devolvido o rio à minha cidade.

quinta-feira, setembro 09, 2004

CONSTRUÇÃO I - Casa Cheia de Vida


Casa Cheia de Vida

1999
73 x 92 cms
Acrílico sobre tela
ISABEL MAGLHÃES

Col. Particular

quarta-feira, setembro 08, 2004

terça-feira, setembro 07, 2004

CIDADE SUSPENSA


Cidade Suspensa

1999
81 x 100 cms
Acrílico sobre tela
ISABEL MAGALHÃES

Col. Particular

segunda-feira, setembro 06, 2004

MONTE


Monte

1999
81 X 65 cms
Acrílico sobre tela
ISABEL MGALHÃES

Col. Particular

domingo, setembro 05, 2004

THE DA VINCI CODE


Quando, há uns meses, o Professor Marcelo Rebelo de Sousa, no seu programa semanal, em que dá a volta ao mundo em 30 minutos – mais ou menos – se pronunciou sobre o Código Da Vinci, confesso que perdi o entusiasmo. Eu prezo a opinião do Professor e o comentário que teceu, levou-me a rejeitar o livro que me quiseram oferecer. Entretanto, e findos os 3 livros que tinha em mãos, venceu a curiosidade.
The Da Vinci Code de Dan Brown, na versão original, vai ser a minha leitura para os próximos tempos. São 593 páginas – com letra muito miudinha.
Quem mo indicou, disse-me valer a pena.

COLARES


Colares

1999
72 x 93 cms
Acrílico sobre tela
ISABEL MAGALHÃES

Col. Autora

sábado, setembro 04, 2004

O MEU CÃO


O Meu Cão

1998
60 x 50 cms
Colagem e óleo sobre tela
ISABEL MAGLHÃES

Col. Autora

sexta-feira, setembro 03, 2004

Como artista plástica, há vários anos que exponho o meu trabalho; em exposições individuais, colectivas ou em regime de exposição permanente.
Não me escondo profissionalmente; uso o meu nome e os Galeristas fazem a sua divulgação.
Expor é exactamente isso; expor a obra e o nome. É estar sujeito às criticas – boas e más – já que gostar e não gostar, são direitos de todos e de cada um. O que pinto não agrada a todos e, no que me diz respeito, também não gosto de toda a pintura.
Seria presunção esperar ou exigir de outro modo. O que eu espero e exijo é que os comentários, feitos no blog, ao meu trabalho, sejam honestos, e não de teor ordinário, chocarreiro e caceteiro.
O autor – porque se trata de um único, com vários registos e já identificado – tem vindo a deixar frases desse teor. Pelo entaramelado das palavras, pela repetição das frases e pelo tipo de semântica usada, a análise torna-se fácil.
A esse tipo de “escrita”, assim como aos ataques de índole pessoal que tem vindo a perpetrar, - que "baixo" e que ausência de valores, refazer e transformar em insultos, as informações constantes do meu portfólio e dos catálogos das exposições - a esses, dizia, reservo-me o direito de os remeter à “cesta secção”. Afinal, o blogger até disponibiliza uns pequenos caixotes.
Resta lamentar que – como outro alguém me disse - se perca um espaço de convívio privilegiado.
É esta a blogosfera (im)possível.

MARGINAL


Marginal

1998
70 x 50 cms
Acrílico sobre tela
ISABEL MAGALHÃES

Col. Restaurante Bota Alta - Lisboa

quinta-feira, setembro 02, 2004

NATUREZA VIVA


Natureza Viva

1999
81 x 116 cms
Acrílico sobre tela
ISABEL MAGALHÃES

Col. Autora

quarta-feira, setembro 01, 2004

O PRINCÍPIO DAS COISAS


O Princípio das Coisas

1998
60 x 70 cms
Técnica Mista - colagem e acrílico s/tela
ISABEL MAGALHÃES

Col. Particular

O BARCO

Somos um Estado Soberano; não somos?