terça-feira, setembro 20, 2005
As mais famosas receitas do Mundo
Querida Azulinha,
Não sei se alguma vez te darás ao trabalho de preparar este bolo. Eu nunca tive essa coragem porque - assumidamente - não seria capaz de o decorar como na foto. E, a decoração faz parte do todo. Sem as famosas letras feitas de 'glacé', com recurso a um saco de pasteleiro munido de um bico fino, a nenhum bolo de chocolate se poderá chamar 'Sachertorte'.
Assim, resta-me olhar a página do livro para sentir a magia de Viena, enquanto sonho com o dia em que voltarei ao Hotel Sacher para saborear uma fatia da famosa 'torte'; um sabor que nunca se esquece e fica para sempre ligado à cidade das valsas.
segunda-feira, setembro 19, 2005
ROUBOU, MAS FEZ OBRA!
O estado calamitoso a que chegou a classe politica portuguesa tornou-a, aos olhos do comum cidadão, numa das mais desprestigiantes classes existentes no país. (...)
Aqui!
Artistas Plásticos do Concelho de Oeiras
Num espaço de eleição, envolvido pelo verde da Serra de Sintra, com uma acolhedora Casa de Chá e um Antiquário e Loja de Restauro, o Raul Rodrigues voltou a surpreender-nos com mais esta mostra de catorze das suas telas, na maioria de grandes dimensões, onde nos revela as suas cidades - as grandes construções.
Como sempre uma pintura cheia de força e das cores a que nos habituou.
quinta-feira, setembro 15, 2005
LISBOA - Livro de Bordo
Os Corvos (Rua das Farinhas)
Falando de santos cumpre falar de São Vicente que está na Sé e que só viu Lisboa com os olhos de morto. Dever é dever, e este mártir, apesar de muito espanhol, até ficou ligado ao brazão do nosso Município por causa de certas fábulas do destino.
São Vicente, está provado, entrou no Tejo em cadáver navegante sob a guarda de dois corvos. Já ressequido e mirrado, acrescente-se. Já relíquia de sacrário, boca roída, dentes de fora. Chegou nessa figura e, embora santo, não teve uma palavra para a cidade que o recebeu. Sem um obrigado nem um ‘Dominus tecum’, recolheu à catedral como quem recolhe a uma fortaleza e, deserto, todo com ele, ficou-se a deixar correr os séculos por cima do seu cadáver.
Os corvos não. Os corvos, depois de uma viagem tão vigilante, mal se apanharam em terra puseram-se aos pulinhos para desentorpecer e, metendo por becos e travessas, entraram logo em convivência. Dentro em pouco já se tinham multiplicado em legiões de pássaros de taberna que eram um gosto de apreciar. Dois dos mais antigos vadiaram por tão longe e por tais sítios que no ano de 1630, vem nos livros, passaram as portas da cidade e chegaram à Bica de Arroios. Arroios, imagine-se. Um arrabalde de degredados, naquela época. Cheios de à-vontade, os dois aventureiros mataram a sede, descansaram, e para assinalarem o acontecimento gravaram a sua imagem na pedra do chafariz como um padrão de exploradores. Portuguesíssimos, estes pássaros.
Mas embora com um ou outro desvio para espairecer, nos bairros da capital é que os corvos propriamente corvos faziam vida. Pátio do Corvo, em São Vicente de Fora, Rua do Corvo às Escadinhas de Santo Estevão, Terreiro do Corvo, na Sé – como se vê, o mapa municipal assinala-os ainda hoje em personagens de respeito. Tão de respeito que Júlio Pomar pintou um deles lado a lado com Fernando Pessoa, e com toda a legitimidade porque se trata de dois lendários de Lisboa. (...)
José Cardoso Pires
Falando de santos cumpre falar de São Vicente que está na Sé e que só viu Lisboa com os olhos de morto. Dever é dever, e este mártir, apesar de muito espanhol, até ficou ligado ao brazão do nosso Município por causa de certas fábulas do destino.
São Vicente, está provado, entrou no Tejo em cadáver navegante sob a guarda de dois corvos. Já ressequido e mirrado, acrescente-se. Já relíquia de sacrário, boca roída, dentes de fora. Chegou nessa figura e, embora santo, não teve uma palavra para a cidade que o recebeu. Sem um obrigado nem um ‘Dominus tecum’, recolheu à catedral como quem recolhe a uma fortaleza e, deserto, todo com ele, ficou-se a deixar correr os séculos por cima do seu cadáver.
Os corvos não. Os corvos, depois de uma viagem tão vigilante, mal se apanharam em terra puseram-se aos pulinhos para desentorpecer e, metendo por becos e travessas, entraram logo em convivência. Dentro em pouco já se tinham multiplicado em legiões de pássaros de taberna que eram um gosto de apreciar. Dois dos mais antigos vadiaram por tão longe e por tais sítios que no ano de 1630, vem nos livros, passaram as portas da cidade e chegaram à Bica de Arroios. Arroios, imagine-se. Um arrabalde de degredados, naquela época. Cheios de à-vontade, os dois aventureiros mataram a sede, descansaram, e para assinalarem o acontecimento gravaram a sua imagem na pedra do chafariz como um padrão de exploradores. Portuguesíssimos, estes pássaros.
Mas embora com um ou outro desvio para espairecer, nos bairros da capital é que os corvos propriamente corvos faziam vida. Pátio do Corvo, em São Vicente de Fora, Rua do Corvo às Escadinhas de Santo Estevão, Terreiro do Corvo, na Sé – como se vê, o mapa municipal assinala-os ainda hoje em personagens de respeito. Tão de respeito que Júlio Pomar pintou um deles lado a lado com Fernando Pessoa, e com toda a legitimidade porque se trata de dois lendários de Lisboa. (...)
José Cardoso Pires
quarta-feira, setembro 14, 2005
quinta-feira, setembro 08, 2005
desenhar é levar uma linha a passear
A Mónica tem 11 anos e uma vontade ENORME de levar os seus desenhos a toda a blogoesfera.
'Bora lá' visitar o blog da Mónica e fazer-lhe a vontade.
'Bora lá' visitar o blog da Mónica e fazer-lhe a vontade.
Ela merece a visita.
A Mónica é uma pequena grande Artista!
quarta-feira, setembro 07, 2005
terça-feira, setembro 06, 2005
sexta-feira, setembro 02, 2005
quinta-feira, setembro 01, 2005
quarta-feira, agosto 31, 2005
segunda-feira, agosto 29, 2005
sábado, agosto 27, 2005
sexta-feira, agosto 26, 2005
Disaster Reduction
Japan’s Global Contribuition
A Embaixada do Japão apresenta os seus melhores cumprimentos e tem o prazer de informar que no próximo dia 28 de Agosto, às 18h30, irá ser apresentado o programa “Disaster Reduction Japan’s Global Contribuition”, no canal CNBC Europe.
Desde longa data que o Japão tem sido fustigado por constantes catástrofes naturais. Todavia, tais experiências de sofrimento têm-se revelado, através dos tempos, como importantes fontes de conhecimento, tecnologia e experiência na prevenção e redução de futuros desastres naturais constituindo, igualmente, um valioso instrumento de assistência a países com semelhantes catástrofes.
A decisão de cooperar internacionalmente bem como as acções levadas a efeito, neste contexto, são os assuntos principais deste programa da autoria do Governo do Japão.
A Embaixada do Japão agradece o interesse e toda a divulgação que venha a ser feita.
-----------------------------------------------------------
Av. da Liberdade, nº 245 / 6º1269-033 LISBOA
Tel: 21 311 05 60 / Fax: 21 354 39 75
E-mail: cultural@embjapao.pt
Homepage: http://www.pt.emb-japan.go.jp/
terça-feira, agosto 23, 2005
pinto para me evadir do mundo real
Luís Pinto-Coelho nasceu em Lisboa em 1942. Aos sete anos inventou um reino imaginário, Cafim, que o acompanharia até ao fim da sua vida. Estudou pintura e escultura na Escola Superior de Belas Artes de Lisboa e em 1961 foi viver para Madrid. Aí, trabalhou sob a orientação do pintor Luis Garcia-Ochoa.
Além da pintura de cavalete, Pinto-Coelho realizou importantes trabalhos de cerâmica, pintura mural, escultura, cenografia, artes gráficas, fotografia, decoração e design, tapeçaria, gravura e retrato. As suas obras estão espalhadas por várias casas reais da Europa e constituem um marco na sociedade portuguesa.
A obra de Pinto-Coelho está representada em mais de um milhar de colecções particulares em todo o mundo e nos museus de Arte Contemporânea de Madrid e Lisboa, de Ayllón (Espanha), Ovar (Portugal), do Azulejo (Lisboa), da Cidade de Lisboa, no Centro de Arte Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian, no Museu da Real Academia de Bellas Artes de San Fernando (Madrid), no Museu de Grabado Contemporâneo (Marbella), no Museu Olímpico (Lausana) e noutras colecções públicas.
OFICINA DO LIVRO.
Logo que esta primeira edição, de Janeiro de 2003, da autobiografia de Luís Pinto-Coelho foi posta à venda, adquiri um exemplar.
Desde meados da década de setenta, altura em que 'descobri' os trabalhos do autor, que sou admiradora da sua pintura, excepção feita às telas que retratam cenas da 'festa brava', mas isso são outros parâmetros que se prendem com as minhas convicções pessoais e nada têm a ver com a qualidade excelente de tudo o que pintou.
A minha - alguma - capacidade de compra de livros aliada à compulsão para o fazer, é manifestamente superior à disponibilidade para os ler - e aqui alguma culpa deveria ser imputada à blogoesfera que me tira horas essenciais para manter a leitura em dia, - e como diz a minha amiga Maria Sobral Mendonça, "os 'artistas' têm o seu tempo"... tempo chegou para agarrar neste livro, em fila de espera, nem sempre respeitada, porque nesta coisa de livros cá em casa não há senhas 'you are next', e a ordem pode ser alterada ao sabor do tempo, do meu tempo.
Do que sei do autor, pelo livro 'Luís Pinto-Coelho - Pintura', da Quetzal, pela imprensa e por amigos que com ele conviveram, a frase em contra-capa, de José Saramago, deixou-me curiosa. A leitura agora iniciada irá por certo revelar-me o que procuro saber.
quinta-feira, agosto 18, 2005
LUIS PINTO-COELHO
ZARATRUSTA
1975
Óleo sobre tela
120 x 120 cms
Col. do Autor
Contra o que se pensava, Luís Pinto-Coelho não foi o pintor da sociedade. Quem o conheceu, quem estudou a sua obra, quem pôde cultivar a sua amizade e a sua intimidade, saberá que o Luís foi exactamente o contrário disso. O tempo o demonstrará.
José Saramago
sexta-feira, agosto 12, 2005
Para rir à gargalhada...
ou talvez não!
Encontrei a tradução da minha página no Yahoo.com
Isabel Magalhães + Pintura
Para uma mais fácil comparação inseri o original a azul.
Apenas alguns exemplos:
Course "the Art in Portugal in Séc. XIX and XX" - leccionado for Silenced the Dra. Monitorial Maria - ESBAL.
(Leccionado pela Monitora Dra. Maria Calado - ESBAL)
Courses of Historia of the Painting, Tiling and Goldsmithery - Institute of Tourist Formation.
It played functions of:
Technique of Tourism in the General Direcção of the Tourism and in Institute of Tourist Promotion, Palace Lisbon Estuary.
(Palácio Foz - Lisboa)
Tradutora/Intérprete (to free-lancer).
It displays since 1998 and it makes workshops of Painting.
It is represented:
in the Gallery of Art of the Foundation Marquis of Pigeon house,
(Galeria de Arte da Fundação Marquês de Pombal)
in the Meeting of Clientele of Linda-a-Velha,
(Junta de Freguesia de Linda-a-Velha)
e in some particular colecções.
Collective expositions
1998
Association of Students - College of Motricidade Human being, Broken Cross.
(Faculdade de Motricidade Humana - Cruz Quebrada).
Individual expositions
1999
"OF THE COLOR TO THE HEART"
Inauguration of the Gallery Marries Rita Saint, Colares/Sintra.
("Da Cor ao Coração" - Inauguração da Galeria Casa Santa Rita, Colares/Sintra.)
Muito provavelmente serão estes programas que fazem a tradução para português dos folhetos dos nossos electrodomésticos.
Encontrei a tradução da minha página no Yahoo.com
Isabel Magalhães + Pintura
Para uma mais fácil comparação inseri o original a azul.
Apenas alguns exemplos:
Course "the Art in Portugal in Séc. XIX and XX" - leccionado for Silenced the Dra. Monitorial Maria - ESBAL.
(Leccionado pela Monitora Dra. Maria Calado - ESBAL)
Courses of Historia of the Painting, Tiling and Goldsmithery - Institute of Tourist Formation.
It played functions of:
Technique of Tourism in the General Direcção of the Tourism and in Institute of Tourist Promotion, Palace Lisbon Estuary.
(Palácio Foz - Lisboa)
Tradutora/Intérprete (to free-lancer).
It displays since 1998 and it makes workshops of Painting.
It is represented:
in the Gallery of Art of the Foundation Marquis of Pigeon house,
(Galeria de Arte da Fundação Marquês de Pombal)
in the Meeting of Clientele of Linda-a-Velha,
(Junta de Freguesia de Linda-a-Velha)
e in some particular colecções.
Collective expositions
1998
Association of Students - College of Motricidade Human being, Broken Cross.
(Faculdade de Motricidade Humana - Cruz Quebrada).
Individual expositions
1999
"OF THE COLOR TO THE HEART"
Inauguration of the Gallery Marries Rita Saint, Colares/Sintra.
("Da Cor ao Coração" - Inauguração da Galeria Casa Santa Rita, Colares/Sintra.)
Muito provavelmente serão estes programas que fazem a tradução para português dos folhetos dos nossos electrodomésticos.
TORGA POETA IBÉRICO
Miguel Torga nasceu a 12 de Agosto de 1907 em São Martinho da Anta, Trás-os-Montes. Faleceu em 17 de Janeiro de 1995. De seu verdadeiro nome, Adolfo Correia da Rocha, Miguel Torga é o pseudónimo literário pelo qual ficou conhecido. Era Licenciado em Medicina pela Universidade de Coimbra. Foi distinguido com vários Prémios Literários e a sua obra encontra-se traduzida em diversas línguas. Durante muitos anos editou os seus próprios livros.
Ave Poética
Não tenho nada mais senão as asas.
Quando subo os degraus do firmamento,
É com elas que subo e que sustento
O peso bruto desta incarnação.
Asas de penas que me vão nascendo,
E que voam depois, desconhecendo
Que fúria azul as levantou do chão.
Torga, sua mulher, e os cães de caça, diante da casa onde nasceu.
Foto: MIGUEL TORGA POETA IBÉRICO de Jesus Herrero - arcádia
quarta-feira, agosto 10, 2005
NA DISTÂNCIA
ISABEL MAGALHÃES
'NA DISTÂNCIA'
2001
73 x 92 cms
Acrílico sobre tela
Colecção Particular
INSCRIÇÃO
Quando eu morrer voltarei para buscar
Os instantes que não vivi junto do mar.
Sophia de Mello Breyner Andresen
terça-feira, agosto 09, 2005
TESTE DE GRAFOLOGIA
Resultado:
A inclinação de sua letra mostra que você parece ser uma pessoa equilibrada, educada. Mas é um pouco “fria” com quem acaba de conhecer. A ligação de sua letra revela organização, raciocínio lógico e razoável capacidade de adaptação. A direção de sua letra indica controlo, constância e organização, especialmente nas tarefas quotidianas. A pressão que usa ao escrever sinaliza estabilidade e equilíbrio. As áreas valorizadas na sua escrita destacam idealismo, erudição, preocupação com seu crescimento interior. A forma de sua letra demonstra sinceridade, capacidade de adaptação, espontaneidade; sensualidade.
Faça também o seu! Aqui!
"Diogo Cão"
(...)
A um 'Mocho' nada se nega
E eu quero por força ir de burro.
Nota - Com a ajuda do Poeta Mário de Sá Carneiro.
domingo, agosto 07, 2005
NO ALTO DA MADRUGADA
ISABEL MAGALHÃES
'NO ALTO DA MADRUGADA'
2001
73 x 92 cm
acrílico sobre tela
Colecção Particular
sexta-feira, agosto 05, 2005
sábado, julho 30, 2005
quinta-feira, julho 28, 2005
terça-feira, julho 26, 2005
Programa de Intercâmbio de Animais no Verão
Já conhece o Programa de Intercâmbio de Animais no Verão, desenvolvido pela Liga Portuguêsa dos Direitos dos Animais (LIGA), com o apoio da Câmara Municipal de Lisboa?
Este programa visa encontrar lares provisórios para os animais de estimação de pessoas que não têm onde os deixar durante o seu período de férias de Verão.
Os donos dos animais que se encontram nesta situação devem contactar a LIGA (telef- 214578413 / 214581818, email: lpda@lpda.pt ou sampaiomc@netcabo.pt ) e deixar os seus contactos.
Este programa visa encontrar lares provisórios para os animais de estimação de pessoas que não têm onde os deixar durante o seu período de férias de Verão.
Os donos dos animais que se encontram nesta situação devem contactar a LIGA (telef- 214578413 / 214581818, email: lpda@lpda.pt ou sampaiomc@netcabo.pt ) e deixar os seus contactos.
ECONOMIA
Investimento - Cada português vai contribuir com dois mil euros
Ota e TGV vão sair caros
A construção do aeroporto da Ota e o alargamento da linha férrea ao comboio de alta velocidade (TGV), cujo investimento global rondará cerca de 20 mil milhões de euros, poderão custar a cada português cerca de dois mil euros.
CM.
TRISTE FADO
Preços elevados, baixa penetração e baixa qualidade
Internet de banda larga em Portugal é 62% mais cara do que a média europeia
Os preços para aceder à Internet em banda larga através de ADSL são 62% superiores em Portugal face à média da União Europeia a 15, segundo um relatório da Autoridade da Concorrência (AdC), que hoje alertou para o facto das chamadas telefónicas através de telefone fixo em Portugal custam mais do dobro dos restantes países da União Europeia.
Sara Antunes
saraantunes@mediafin.pt
Internet de banda larga em Portugal é 62% mais cara do que a média europeia
Os preços para aceder à Internet em banda larga através de ADSL são 62% superiores em Portugal face à média da União Europeia a 15, segundo um relatório da Autoridade da Concorrência (AdC), que hoje alertou para o facto das chamadas telefónicas através de telefone fixo em Portugal custam mais do dobro dos restantes países da União Europeia.
Sara Antunes
saraantunes@mediafin.pt
segunda-feira, julho 25, 2005
domingo, julho 24, 2005
sábado, julho 23, 2005
CONSTATAÇÃO
A arte de blogar é incompatível com a arte de cozinhar:
Há sempre um arroz que se queima!
PARA O MEU FILHO PEDRO
Benfica - ‘Encarnados’ inspirados goleiam ingleses frágeis
Matador Geovanni aponta hat-trick
Luís Forra (Lusa) O Benfica goleou ontem os ingleses do West Bromwich Albion, equipa da ‘Premier League’, por 5-0 num encontro em que Koeman teve oportunidade para conhecer melhor a sua equipa e estrear o mais recente reforço, o lateral-esquerdo Léo.
Luís Forra (Lusa) O Benfica goleou ontem os ingleses do West Bromwich Albion, equipa da ‘Premier League’, por 5-0 num encontro em que Koeman teve oportunidade para conhecer melhor a sua equipa e estrear o mais recente reforço, o lateral-esquerdo Léo.
Eu sou SPORTINGUISTA, mas primeiro que tudo sou MÃE, e a seguir sou PORTUGUESA!
PARABÉNS PEDRO*! Grande 'cinq à sec'! VIVA O BENFICA!
*PARABÉNS a todos os meus amigos do BENFICA.
terça-feira, julho 19, 2005
sexta-feira, julho 15, 2005
PARABÉNS DIOGO
(com 5 meses)
O DIOGO CÃO, o meu "cãopanheiro" faz hoje anos; nove anos.
Era uma bolinha de 8 semanas de vida e oito kilos de peso quando num dia de Setembro de 1996 o trouxe ao colo para casa. Era o maior da ninhada, o mais comilão e também o mais tímido. Estragou imensas coisas, deu imenso prejuízo, mas tem sido a nossa alegria, numa casa onde todos amam e respeitam os animais.
À época, tinhamos uma Pastora Alemã, a ÍSIS, vítima de abandono e por nós resgatada do Canil Municipal de Oeiras, excelente guarda, muito dedicada, mas "senhora" de mau feitio no que se referia a estranhos, que fazia questão de manter à distância.
Durante estes nove anos vários foram os cães que por cá passaram. Uns em trânsito, até lhes arranjarmos dono e tecto, outros que adoptámos, como o BIG, um Serra da Estrela de pelo médio que aqui apareceu abandonado e sem identificação, e a PICCOLINA, também vítima de abandono, que me seguiu e me "adoptou" e que é residente.
Os "primos" do DIOGO
quinta-feira, julho 14, 2005
terça-feira, julho 12, 2005
PARA UMA AMIGA ESPECIAL
SIMPÁTICA SENSÍVEL RECEPTIVA IMAGINATIVA LEAL PACIENTE ALTRUÍSTA OUSADA OPTIMISTA INTELIGENTE ELEGANTE CAPRICHOSA PARADOXAL DRAMATIZADORA FRONTAL CIUMENTA SENTIMENTAL ARDOROSA CALOROSA...
É uma nativa de "Caranguejo", pois claro!
parabéns, vague maria!
segunda-feira, julho 11, 2005
TARDE SOLAR
TARDE SOLAR
2000
92 x 73 cms
Acrílico sobre tela
(Colecção Particular)
A música chegou na polpa do silêncio
nesta tarde solar de bocas e morangos.
E bebemos licor e lambemos os dedos
entre coxas e mãos e pássaros e seios.
Há rosas de tocar pelas ilhas de cheiro.
Nos cabelos do mar ficou o vau do vento.
E pairo horizontal na berma do teu peito
cumulada de sol feita de flores por dentro.
Rosa Lobato de Faria
domingo, julho 10, 2005
sexta-feira, julho 08, 2005
quinta-feira, julho 07, 2005
quarta-feira, julho 06, 2005
terça-feira, julho 05, 2005
A MADEIRA É UM JARDIM
Visitei a Madeira, pela primeira vez, em Março de 1976, integrada numa equipa que foi filmar* e recolher depoimentos dos refugiados idos de Angola, em comboios de traineiras, e alojados no Forte do Machico.
Num “carocha” de rent-a-car, que o material era pesado, uma velha máquina de filmar** de 16 mm, tripés, “magasins”, stock de película, microfones, gravadores de som e outras coisas mais, percorremos a ilha, com olhos de ver e espírito aberto.
Vivia-se uma enorme pobreza. Bandos de crianças, sujas, esfarrapadas, descalças e famintas, caíam-nos literalmente em cima, puxavam-nos pela roupa e arranhavam-nos na tentativa desesperada de lhes darmos o que pediam. Dê-me PÃO! Sim... PÃO! Não dinheiro ou guloseimas mas pão, para lhes reconfortar os estômagos vazios. Eram crianças de pouca idade, na sua maioria rapazes, de 4, 5, 7, 9 anos. Os mais crescidinhos pediam, imploravam, que os trouxéssemos como criados – que sabiam fazer tudo, engomar, lavar chão, que queriam trabalhar.
Em Câmara de Lobos, no meio do cheiro nauseabundo do matadouro, a escassa distância do Funchal, - o único acesso era feito por uma pseudo estrada sinuosa que o “carocha” desbravou em cerca de hora e meia, - vi famílias inteiras alojadas em grutas na praia, num espaço tão exíguo que apenas comportava um catre – de casal – diziam eles, e que albergava de noite pai e mãe e 3 ou 4 filhos, e uma cómoda em cujas gavetas, dormiam outros mais pequenos. Como porta, uma colcha esburacada ou um magro cobertor retirado à cama em mês de inverno.
Senti a angústia dessa gente que nos pedia – por amor de Deus, menina, - veja se nos arranjam uns cobertores... uma casinha... que os meus filhos morrem de frio e de fome...
E depois veio o Alberto João Jardim, que com os dinheiros recebidos mandou fazer casas para aquelas pessoas, mandou abrir estradas e construir viadutos que permitiram outras formas de acesso, e desenvolveu o Turismo – o Algarve deveria estar atento e seguir o exemplo - e o Turismo criou riqueza com que ele tem continuado a criar melhores condições para os que nada tinham.
O “Homem” é desbocado; pois é. É Presidente de um Governo Regional; já sabemos, e como tal obrigado a outra postura. Mas os madeirenses continuam a votar nele e isso dá que pensar.
Desde então não voltei à Ilha mas acompanho as notícias. E penso no que vi.
* Filme inacabado segundo a lista do então IPC - Instituto Português de Cinema, por falta de cedência de documentos por parte do Governo Português.
** Arriflex
segunda-feira, julho 04, 2005
NÃO QUEREMOS CHINESES...
disse o Senhor Presidente do Governo Regional da Madeira.
Não sei porquê, lembrei-me do menino alentejano ...
"Ê na quere canites".
domingo, julho 03, 2005
MARÉ VAZA
ISABEL MAGALHÃES
MARÉ VAZA
2001
85 X 60 cms
Acrílico sobre tela
Coleção Particular
TEORIA DO SUL
Folheia-se o caderno e eis o sul. E
o sul é a palavra. E a
palavra des-
do-
bra-
-se
no espaço com suas letras de
solstício e de solfejo. Além
de ti. Além do Tejo.
Verás o rio. E talvez
o azul. Não
o de Mallarmé: soma de branco
e de vazio.
Mas aquela grande linha onde o abstracto
começa lentamente a ser o
sul.
Manuel Alegre
sábado, julho 02, 2005
quinta-feira, junho 30, 2005
HOUAISS
Se está a comprar semanalmente o Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa, verifique tudo muito bem. O meu exemplar do tomo XV não tem as páginas 6619 a 6650. Vai ser um trabalho árduo; são 8316 páginas para verificar.
quarta-feira, junho 29, 2005
EU VOTO EM TERESA ZAMBUJO
JUNTOS
Oeiras é a nossa Oeiras. Não é a Oeiras de uma classe, de um partido ou de interesses instalados. É a Oeiras de todos e onde todos devem gostar de viver e de trabalhar. É por isso que o projecto político que protagonizo defende a preservação da paisagem e o emprego, a formação, a educação e a saúde, os jovens e a terceira idade, a família e a inovação empresarial, a segurança e a liberdade de viver. Sei que os munícipes de Oeiras não confundem construção com progresso e só consideram progresso as obras que não ameaçam o ambiente e a beleza do nosso concelho. Que tudo o que fizermos seja para o bem de todos.
É com este espírito de responsabilidade e de respeito por Oeiras, pela nossa Oeiras, que vos convido a juntarem-se a mim.
Juntos, vamos dar o exemplo.
TERESA ZAMBUJO
Oeiras é a nossa Oeiras. Não é a Oeiras de uma classe, de um partido ou de interesses instalados. É a Oeiras de todos e onde todos devem gostar de viver e de trabalhar. É por isso que o projecto político que protagonizo defende a preservação da paisagem e o emprego, a formação, a educação e a saúde, os jovens e a terceira idade, a família e a inovação empresarial, a segurança e a liberdade de viver. Sei que os munícipes de Oeiras não confundem construção com progresso e só consideram progresso as obras que não ameaçam o ambiente e a beleza do nosso concelho. Que tudo o que fizermos seja para o bem de todos.
É com este espírito de responsabilidade e de respeito por Oeiras, pela nossa Oeiras, que vos convido a juntarem-se a mim.
Juntos, vamos dar o exemplo.
TERESA ZAMBUJO
terça-feira, junho 28, 2005
A MULHER DA MARATONA E A FICÇÃO
A ficção literária de uns é a realidade de outros.
Tocar à campainha e não ter ninguém para abrir a porta.
Tocar à campainha e não ter ninguém para abrir a porta.
quinta-feira, junho 23, 2005
QUATRO MESES DE VIDA
Este belo exemplar de cachorro Pointer, à época da foto com quatro meses e cerca de quinze quilos de peso, transformou-se num senhor cão de quase quarenta quilos. E ontem, deixou-me "à beira de um ataque de nervos"! No nosso passeio matinal pela mata, agora limpa de mato e de árvores mortas e excedentárias, num ápice, e na distância da centena de metros que nos separava, cercou um galináceo surgido sabe-se lá de onde, num local onde não há habitantes, e no meio de um enorme reboliço, enquadrado pelo esvoaçar do que pareciam os restos de um edredon de penas, não fora o cacarejar esbaforido da ave a lembrar que de outra coisa se tratava, a pata forte e certeira que se abate sem dó sobre o mais fraco. E eu, que lido mal com a morte, mesmo a de um galo em estado moribundo, depois de vencida a distância, a muito custo prendi o cão e procurei a ajuda dos vigilantes. A imagem do galo, derreado, depenado e ferido, a sucumbir lentamente, era demais para mim.
quarta-feira, junho 22, 2005
segunda-feira, junho 20, 2005
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