domingo, novembro 27, 2005

carlos botelho (1899-1982)





Ramalhete de Lisboa, 1935

Marinha nº 1, 1957

Primavera, 1958



S/título, 1953

S/título, 1953

Fotos: Catálogo Lisboa 94, Exposição Palácio Galveias, Lisboa



sábado, novembro 26, 2005

cruzeiro seixas

É sempre tarde quando a noite nos descobre, 1980
Aguarela sobre papel
29 x 42 cms

Universos Paralelos, 1976
Óleo sobre tela
56 x 44 cms


Uno se pergunta qué hado maléfico gravita sobre creaciones tan extraordinarias como la tuya. Que se ignore tu obra en el mundo, que no se conozca según deberia conocerce y estimarse, és solo indicativo del momento de miserabilismo espiritual por el que estamos pasando. Uno se indigna, salta de indignación hasta el techo, pero no puede hacerce nada! Solo nos queda continuar en lo nuestro, seguir por nuestra parte hacia adelante, sin dar mayor importancia a esas miopía y poquedad universales.

Tus dibujos tienen siempre un misterio poético y una individualidad admirables, por los quales puede reconocerce immediatamente al gran artista que los creó, inconfundible.

Eugénio F. Granell

quinta-feira, novembro 24, 2005

cruzeiro seixas

A perda da inocência, 1966
Tinta da china sobre papel
41 x 29 cms

"Da Segunda Natureza" (Flaubert), 1969
Óleo sobre tela
40 x 30 cms

A noite, 1970
Acrílico sobre papel
48 x 63 cms

No dia a seguir ao nosso casamento, 1967
Acrílico sobre papel
28 x 37 cms

Artur Cruzeiro Seixas, que nasceu em Lisboa em 1920, foi por certo um dos (poucos) artistas que mais intensamente marcaram os ainda mal estudados caminhos do surrealismo português.

quarta-feira, novembro 23, 2005

teresa almeida rocha


JANELAS
acrílico s/tela






JOSÉ ESCADA (1934-1980)


S/título, 1965, óleo s/tela, 38 x 45

(Col. Particular)

terça-feira, novembro 22, 2005

JOSÉ ESCADA (1934-1980)

O meu Strof, 1979, acrílico s/tela, 34,5 x 43,5 cms

(Col. Particular)


PRÉMIO... pior é impossível!



Circula na net há algum tempo e já cá veio parar várias vezes...

Não haverá alguém, lá da zona, que dê uma 'mãosinha' ao homem!?

segunda-feira, novembro 21, 2005

OLÁ!

dia mundial da saudação!

domingo, novembro 20, 2005

aquele abraço...

A associação "Abraço" recebeu 30 meninos com HIV.

«Estamos a necessitar de roupa para rapariga (qualquer idade) e para rapaz precisamos dos 6 aos 14 anos. (trinta crianças a cargo neste projecto).

Se quiserem colaborar contactem se faz favor para:
Maria José Magalhães Telef.: 213 974 298
(Associação "Abraço")
Se não puderem ajudar pelo menos passem a mensagem para os vossos contactos, por favor. Não custa nada e pode estar a fazer a diferença. Obrigado!!!»

recebido por e-mail.

sábado, novembro 19, 2005

carpe diem!

Sem grandes preâmbulos, vou 'ausentar-me', uns tempos, deste meu blog. Vou fazer 'intervalo', como diz alguém que eu conheço.

No entretanto, fica o meu contacto e-mail para os que quiserem ou precisarem de me escrever.

Até já...

Um abraço.
Isabel Magalhães.

terça-feira, novembro 15, 2005

poltergeist - o outro lado

poltergeist - o outro lado
Nos últimos dias tem surgido algum alarme, também por
estas bandas, acerca da redação de alguns artigos, nomeadamente do 6º, da Lei n.º 53/2005 de 8 de Novembro que cria a ERC - Entidade Reguladora para a Comunicação Social, extinguindo a Alta Autoridade para a Comunicação Social. Não há porém, e manifestamente, razões para alarme, pelo menos pelas razões aventadas. Há razões para alarme é por, mais uma vez, neste país de juristas não se saber fazer uma lei de jeito.

Áqueles que viram na atabalhoada redação da nova Lei uma tentativa de cercear a liberdade de expressão 'online', à boa maneira chinesa, escapou o essencial. Não sei se a ideia era, é, mesmo essa, o que sei é que com a nova redação o 'monopólio' e especificidade dos jornalistas acabou.

A partir do momento em que não se destrinça opinião de informação, em que se mistura tudo num mesmo saco, colocando todo e qualquer opinador, online ou não, sobre a tutela da ERC, a implicação óbvia e natural é que qualquer blogueiro, da mesma forma que tem que prestar contas (?!) sobre a orientação editorial dos seus escritos/blog (um drama em potência para blogs que não aceitam comentários, muito menos o contraditório) como qualquer editor de uma qualquer publicação passa a poder também, como jornalista - como implicitamente passa a ser reconhecido - alegar de todas as prerrogativas destes nomeadamente... o sigilo profissional. Numa Lei amplamente debatida, onde tantos interviram (e eu se fosse do Sindicato dos Jornalistas metia a cabeça num saco...) o que se arranjou foi um grande 31.

A partir de agora, caros colegas da blogosfera, somos todos jornalistas. O facto é esse. Tudo o resto, à luz deste facto é secundário.

Aguardo aliás o dia, em que consequentemente com a redação da nova Lei, o Sindicato dos Jornalistas/Comissão da Carteira Profissional me permita a mim, e a qualquer blogueiro, disponibilizador regular ao público, através de redes de comunicações electrónicas, de conteúdos submetidos a tratamento editorial e organizados como um todo coerente, inscrever-me como sócio... Não sei é como é que vai ser no caso de agregadores automáticos de conteúdos (como o Google News) mas o legislador na sua infinita sapiência há-de ter alguma ideia...

Publicado por Manuel in Grande Loja do Queijo Limiano

o mundo das cores

E porque ontem alguém falou de cores, ofereço-vos o

TESTAMENTO
de
Maria Helena Vieira da Silva



TESTAMENT


Je legue à mes amis


Un bleu céruleum pour voler haut
Un bleu cobalt pour le bonheur
Un bleu d’outremer pour stimuler l’esprit
Un vermillon pour faire circuler le sang allègrement
Un vert mousse pour apaiser les nerfs
Un jaune d’or : richesse
Un violet de cobalt pour la réverie
Un garance qui fait entendre le violoncelle
Un jaune barite : science-fiction, brillance, éclat
Un ocre jaune pour accepter la terre
Un vert Véronèse pour la mémoire du printemps
Un indigo pour pouvoir accorder l’esprit à l’orage
Un orange pour exercer la vue d’un citronnier au loin
Un jaune citron pour la grace
Un blanc pur : pureté
Terre de Sienne naturel : la transmutation de l’or
Un noir somptueux pour voir Titien
Une terre d’ombre naturel pour mieux accepter la mélancolie noire
Une terre de Sienne brûlée pour le sentiment de durée



VIEIRA DA SILVA – (13/6/1908 – 6/3/1992)

terça-feira, novembro 08, 2005

JANELA NO INVERNO

ISABEL MAGALHÃES

JANELA NO INVERNO
1998
70 x 50 cms
Acrílico s/Tela
(Col. autora)

segunda-feira, novembro 07, 2005

Galeria Casa Santa Rita


Teresa Almeida Rocha (N. 1962)
Estudou Pintura nos anos 70.
Licenciatura e Mestrado em Psicologia Educacional no ISPA,
onde é docente. Investiga no domínio do Desenvolvimento Estético e Educação Artística. Coordena o Grupo GIPA
(Grupo de Intervenção pela Arte)

Galeria Casa Santa Rita
Rua de S.Sebastião, 8 - Colares - Sintra
5 a 24 de Novembro de 2005
de 3ª feira a domingo
Tel. 933 558 355

domingo, novembro 06, 2005

fernão capelo gaivota


Foto IM

Cansada de voar, ou apenas curiosa das viagens dos humanos, pousou a estibordo no ferryboat e aproveitou a boleia para Troia, quem sabe ao encontro dos roazes corvineiros que voltaram a povoar o Rio Azul.

sábado, novembro 05, 2005

maria sobral mendonça


Quando sobrevem o Branco; 136 x 89; Acrílico S/Tela; 2003

sexta-feira, novembro 04, 2005

maria sobral mendonça

"A Vida tem tanta cor"; 136 x 89 cms; Acrílico S/Tela; 2003


"Com a sua pintura abstracta que nos transmite muitas e variadas sugestões, a pintora encoraja-nos no caminho da elevação com o seu toque terreno indispensável à nossa vivência no quotidiano."
Henrique Leote

quinta-feira, novembro 03, 2005

CONTRA O "SPAMMING"


Caros amigos visitantes do meu blog;

Nos últimos dias chegou a vez do "À rédea solta" ser "bombardeado" com "spamming" do mais variado, inclusivé em posts do ano de 2004.
Eu sei que num blogue que não aceita comentários anónimos, além de ser necessário escrever o nome de utilizador e a palavra passe, se torna incómodo ter que copiar - ainda - um qualquer código feito de letras, algarismos, ou ambos, mas não me restou alternativa.
Espero e desejo que isso não seja impeditivo de continuarem a dar-me o prazer da vossa companhia.

Isabel Magalhães

quarta-feira, novembro 02, 2005

BERTA - 3 anos


Berta

apadrinhada pelo
PROXIMIZADE

PROXIMIZADE

Proximizade

No mundo em brutal aceleração em que vivemos hoje, escasseia o tempo para pararmos um pouco para reflectir em situações que nos rodeiam, de forma mais ou menos próxima / mais ou menos afastada, relacionadas com pessoas carenciadas, sem voz que permita dar expressão às suas necessidades mais básicas.
Por este motivo, procurando lutar contra o "cultivo da insensibilidade" que de alguma forma se vai instalando, um conjunto de "bloggers" decidiu reunir-se num projecto comum ("Proximizade"), visando potenciar as virtudes da blogosfera, no sentido de "aproximar uma mão amiga" (que será a de todos os que decidam de alguma forma apoiar / colaborar com este projecto) dessas pessoas carenciadas.

Como primeiro gesto prático e concreto, o "Proximizade" começou por "apadrinhar" uma criança carenciada em Moçambique, a Berta, de 3 anos.


Proximidade e mão amiga.

"Proximizade", feita do entusiasmo voluntário de quem quer ajudar a combater a apatia, a dispersão e a insensibilidade que nos ameaça se continuarmos indiferentes ao que se sabe e ao que se vê.
Aqui, já está a acontecer.

LISBOA - Livro de Bordo


Praça de D. Pedro IV - 1944
CARLOS BOTELHO


“Que fazemos nós, Lisboa, os dois aqui
Na terra em que nascemos e eu nasci”

Perguntava Alexandre O’Neill, de ombro na ombreira, a olhar o Imperador Maximiliano do México que está na estátua do Rossio a fingir que é o Dom Pedro IV de Portugal.
Hoje da Igreja de Arroios já não voam anjos sobre os bêbados, mas há mistérios que continuam a animar a cidade e o Dom Pedro do Rossio é um deles. Verdade ou mentira, ainda se está para saber porque razão é que o escultor francês encarregado de figurar o nosso rei em bronze de primeiríssima não esteve com mais aquelas e despachou para Portugal um Maximiliano qualquer que tinha lá para um canto do atelier.
Enigmas destes comprometem a paisagem e, muito sinceramente, não só caem mal nas pessoas de sentimentos como são difíceis de desculpar à luz da inteligência. Os eruditos, então, ainda hoje perdem o sono com este parágrafo da nossa História e quando passam pela estátua do falso rei baixam os olhos num silêncio de pudor que só lhes fica bem.
O lisboeta corrente é que não se deixa embrulhar em desmandos desta espécie, o lisboeta corrente tem cá uns traquejos e um deixa-andar que lhe permitem dar a volta aos azares de estremeção e às complicações mais solenes. Se levanta a cabeça e vê o imperador transviado a escorrer verdete lá do alto, até é capaz de achar graça. Dom Pedro? Dom Maximiliano? Que se lixe, seja o Dom Pedro, porque não? Assim como assim, o país fica na mesma e o Rossio ainda ganha mais um caso para entreter.
O’Neill reagiria tal e qual, estou mesmo a vê-lo, um riso pronto, um bocejar, e ia à vida porque de monumentos errados e escultores de mão canhestra está a nossa capital a transbordar (...)

José Cardoso Pires

terça-feira, novembro 01, 2005

domingo, outubro 30, 2005

ESCULTURA "LISBOA"


José de Guimarães

Escultura "Lisboa"
Praça 25 de Abril
Lisboa, 1999

terça-feira, outubro 25, 2005

SIENA



E agora Siena, a bem-amada, a cidade onde o meu coração verdadeiramente se compraz. Terra de gente amável, lugar onde todos beberam do leite da bondade humana, ponho-te adiante de Florença para todo o sempre. As três colinas em que está construída fazem dela uma cidade em que não há duas ruas iguais, todas elas opostas às sujeições de qualquer geometrismo. E esta maravilhosa cor de Siena, que é a do corpo brunido pelo sol, que é também a cor da côdea do pão de trigo – esta maravilhosa cor vai das pedras da rua aos telhados, amacia a luz do Sol e apaga-nos do rosto as ansiedades e os temores. Nada pode haver mais belo que esta cidade.
(...)
Entro num bar para beber um café. O empregado atende-me com a voz e o sorriso de Siena. Sinto-me fora do Mundo. Desço ao Campo, uma praça inclinada e curva como uma concha, que os construtores não quiseram alisar e que assim ficou, para que fosse uma obra-prima. Coloco-me no meio dela como num regaço e olho os velhos prédios de Siena, casas antiquíssimas onde gostaria de poder viver um dia, onde estivesse numa janela que me pertencesse, voltada para os telhados cor de barro, para as portadas verdes das janelas, a tentar decifrar donde vem este segredo que Siena murmura e que vou continuar a ouvir, mesmo que o não entenda, até ao fim da vida.

José Saramago
in Manual de Pintura e Caligrafia



Não foi ele quem me levou lá. Quem me levou foi o acaso; o acaso de uma placa à distância de poucos quilómetros, perdida algures numa estrada entre Florença e Roma. Mas podia ter sido ele, tivera a sequência dos acontecimentos sido inversa.

Num largo, desafogado, com vista para um um casario com ar de muitos séculos, aninhado em três colinas, deixei o carro. Lembrei-me da cor, a tal cor de Siena que dava o nome à cidade. Aproximei-me do muro e olhei para baixo na distância, como num avaliar do caminho a percorrer. E, à medida que descia nas linhas do livro, ía também descendo nas ruas estreitas, sinuosas, desiguais, naquela viagem feita anos antes.
Pouco a pouco, e enquanto progredia na leitura, as imagens duplicavam-se, sobrepunham-se, completavam-se. A sensação vincada de ter visto com os mesmos olhos, de ter vivido aquelas linhas.

O bar, a recordação da vivência in locco, e a lembrança de uns ‘raviolis’ – os melhores que já comi – com recheio de ricota e espinafres, da refeição ligeira tomada numa das duas mesas da pequena esplanada do pequeno bar, assente sobre estrado de madeira em forma de cunha, em espaço roubado à calçada. E ao fundo, a escassos metros, e depois do arco, o Campo!

SIENA, não digo arriverdecci, digo CIAO!

Nota de rodapé – Só discordo num pormenor; Florença é Florença. E tem um rio. Não sei se é por isso!

Fotos IM



domingo, outubro 23, 2005

MARMALADES

Catarina (D.)

N. em Vila Viçosa a 26 de Novembro de 1638, F. a 31 de Dezembro de 1705.

Rainha da Inglaterra pelo seu casamento com o rei Carlos II, no ano de 1662; Princesa de Portugal, filha de D. João IV, e de sua mulher, D. Luísa de Gusmão, irmã dos monarcas D. Afonso VI e D. Pedro II.

Entre as damas que acompanharam D. Catarina a Inglaterra, contavam-se D. Elvira de Vilhena, condessa de Pontével, e D. Maria de Portugal, condessa de Penalva.
Um dia, talvez saudosa de Portugal e para ocupar o tempo, D. Catarina de Bragança pediu às aias que lhe trouxessem alguns marmelos para preparar marmelada. As aias, na impossibilidade de encontrarem tal fruto, trouxeram citrinos com que a Rainha confeccionou um doce.

Conta a história que assim nasceu a famosa MARMALADE.


Contrariamente ao que o nome sugere, não se trata do nosso doce de marmelos, mas da variada gama de doces de citrinos de que os ingleses são os grandes especialistas.

Foto

ALVALADE XXI



Fotos Mário Francisco Santos

sexta-feira, outubro 21, 2005

A ÚLTIMA CEIA



A ÚLTIMA CEIA, c. 1497 *


Milão, Outubro de 1987 - Foi assim que vi pela primeira vez 'A Última Ceia’ do Mestre Leonardo, um fresco pintado numa das paredes do refeitório do Convento de Santa Maria delle Grazie, na cidade italiana de Milão. Na penumbra, cercada por andaimes, onde mestres especialistas em restauro retiravam camadas de tinta de sucessivos restauros anteriores, que punham em perigo a sobrevivência da obra para as gerações futuras, e com absoluta proíbição do uso de flashes.

O guia de turismo, de nacionalidade italiana, que nos acompanhou na visita, falou apaixonadamente do Mestre e da sua obra, das técnicas usadas, e revelou que Leonardo se repartia entre múltiplos e simultâneos trabalhos, muitos deles deixados por terminar. Infelizmente, o fresco começou a estragar-se ainda em vida de Leonardo, pois ele recusou-se a usar a técnica normal da pintura a fresco, que requeria uma execução rápida e utilizou, em vez disso, uma impregnação de óleo no reboco da parede. Isto permitia-lhe pensar e pôr o máximo de expressividade nas caras dos Apóstolos.

Algures no tempo, durante o período de vida do convento, os frades dominicanos, para encurtarem a distância do refeitório à cozinha, abriram, ou mandaram abrir, uma passagem em arco abatido, exactamente no local onde Leonardo da Vinci havia pintado as pernas de Cristo.

Durante a Segunda Guerra Mundial, o Convento foi bombardeado e parcialmente destruído. Das quatro paredes do refeitório, sobrou de pé a parede onde Leonardo pintou a sua obra-prima de penetração psicológica, sendo, sob vários pontos de vista, a principal obra do estilo do Alto Renascimento.



Fachada de acesso *

* Fotos IM

segunda-feira, outubro 17, 2005

Em Chinês...

Hoje, ao acordar, ouvi os 'Parabéns a Você' em chinês.

Fiquei mais rica!

sábado, outubro 15, 2005

FLORESTA


Isabel Magalhães

FLORESTA
2000
50 x 60 cms
acrílico sobre tela


You can't judge a book by its cover!
You can't judge the forest by a tree!

sexta-feira, outubro 14, 2005

ALMOÇO ANUAL DA APCA
27 DE OUTUBRO 2005
12H 30m
CENTRO CULTURAL DE CASCAIS
25 € por pessoa

BUFFET de FRIOS e QUENTES
MOMENTO MUSICAL
RIFAS SURPRESA

RECEITAS DESTINADAS A ANGARIAÇÃO
DE FUNDOS
OS NOSSOS ANIMAIS CONTAM CONSIGO

RESERVAS ATÉ 24/10/2005 PARA:

Mª José Breman - 219230788
Natália Correia - 917255595
Isabel Resina - 966585087
Lurdes Oliveira - 917607773

Participe e Divulgue

Official Announcement

The government today announced that it is changing its emblem from an Eagle to a CONDOM because it more accurately reflects the government's political stance. A condom allows for inflation, halts production, destroys the next generation, protects a bunch of pricks, and gives you a sense of security while you're actually being screwed.

Damn, it just doesn't get more accurate than that!



taboo words and swearwords - p. 589

(...) Because taboo words are shocking, they are often used in situations when people want to express powerfull emotions by using 'strong' language. This is called 'swearing'. When people swear taboo words change their meaning completely. The strenght of the taboo word remains, but the original meaning disappears.

Linguistic taboos are less strong than they used to be. (...)

in Practical English Usage - Michael Swan
Oxford/English University Press

quinta-feira, outubro 13, 2005

sábado, outubro 08, 2005

ALENTEJO II


Isabel Magalhães,
Alentejo II, 1998, 70 x 50, acrílico s/tela.


A cozinha regional

As açordas, os gaspachos, as sopas de baldroegas, de poejos, de tomate, de espargos bravos e, também, de cação e lebre são o início de refeições suculentas que, habitualmente, prosseguem com as deliciosas migas, adubadas por azeite ou toucinho, os pratos de caça, e, sobretudo, com os ensopados de borrego, o borrego assado, as empadas de aves. Mas é na carne de porco de montado que a cozinha alentejana encontra a sua expressão mais típica, transformada nos saborosos sarapatéis, nas cabeças de xara, no lombo com ameijoas, na orelha e rabo de coentrada, nos enchidos que criam água na boca como as cacholeiras, os chouriços, farinheiras, linguiças, paios brancos e presuntos barrados a azeite, colorau e massa de pimentão.
Nos doces, o toucinho do céu, a tiborna, a sericá, as boleimas, os pasteis, as queijadas de requeijão, as filhoses e nogados são bons finais de uma refeição. Quanto a queijos, Évora oferece queijos pequenos curados, fabricados com leite de ovelha ou misturado com o de cabra, de pasta dura e áspera, levemente picantes e salgados. Na região de Serpa são produzidos queijos de massa mole ou amanteigada, textura compacta, de sabor picante e forte aroma. Quando curados ficam duros e quebradiços, mas igualmente saborosos.


Os vinhos

A documentação comprova que, desde o século XIII, se produz vinho no Alentejo. Hoje a sua produção concentra-se nas áreas de Borba, Redondo, Reguengos e Vidigueira, com vinhos tintos encorpados e robustos, de cor rubi, aromáticos e elevado teor alcoólico - 13,5º.
Os vinhos brancos, também de graduação elevada, têm cor citrina ou palha e são agradáveis ao paladar.


in 'O Caminho dos Conquistadores'
Direcção Geral do Turismo
Direcção dos Serviços de Promoção.
1984

terça-feira, outubro 04, 2005

Ainda o Dia Mundial do Animal









Não podia deixar passar este dia sem lembrar os meus cães - o 'Diogo Cão' e a 'Piccolina' - que me fazem companhia todos os dias e nada me pedem. Bom... manda a verdade que diga que não é bem assim; segundo um estranho relógio invisível, pedem comida, água, pedem para sair, e de forma aleatória pedem festas, colo, e até mesmo que brinque com eles.

Falta a 'Bárbara', uma cadela de pastor alemão cruzada com rafeiro, o que faz dela uma SRD - sem raça definida - que é pertença da APCA, Canil de São Pedro de Sintra, e que ‘apadrinhei’ como forma de ajudar a custear o sustento dos cerca de 200 cães lá alojados

Num País cuja Constituição não contempla - ainda - o apoio oficial aos animais, são os voluntários que empenhados nesse trabalho de ajuda material e de mão-de-obra, vão fazendo com que muitos milhares de animais errantes e abandonados subsistam, sejam tratados, vacinados, desparasitados, se controle a natalidade com campanhas de donativos para esterilização das fêmeas, e evite a barbárie a que muitos estão sujeitos.

Voluntários Precisam-se! Todos não somos demais!

DIA MUNDIAL DO ANIMAL

Há tanto para fazer.
Não fique indiferente.
Faça qualquer coisa.
Tome uma atitude!

Colabore com uma

Associação de Protecção Animal
da sua zona.

segunda-feira, outubro 03, 2005

Feira de Solidariedade


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sábado, outubro 01, 2005

O CÃO DE SERRA DA ESTRELA

Na passada 5ª feira, à porta da Clínica de Santo António da Reboleira/Amadora, estava um cachorro de Serra da Estrela, de uns seis meses de idade, abandonado.
A quem o possa ter perdido, ou aos que sempre desejaram ter um cachorro desta bela raça, ou até aos que, neste momento, pensam adquirir um cão, aqui fica a notícia.