quinta-feira, fevereiro 16, 2006
quarta-feira, fevereiro 15, 2006
Declaração Universal dos Direitos do Homem
terça-feira, fevereiro 14, 2006
o poder da arte
quarta pele: o meio social e a identidade
Hundertwasser teve apenas uma consciência tardia da quarta pele familiar. Filho único, orfão de pai, a sua vida de família limita-se a uma relação exclusiva com a mãe, feita de uma ligação visceral e de uma profunda ternura irónica. Elsa Stowasser, empregada bancária e mãe judia, incarna os valores da pequena burguesia da sua época. «Permanece anónimo se queres viver em paz», diz Elsa ao filho. Quando percebeu que se estava a desenvolver no filho uma personalidade «diferente», sentiu um medo profundo: os primeiros sucessos do pintor, que testemunhou, não serenaram as suas apreensões. Quando a mãe morre em 1972, Hundertwasser atinge um ponto de viragem decisivo na sua carreira e torna-se então muito mais sensível ao meio social e aos problemas de identidade ligados a um grupo, a uma comunidade ou a uma nação.
O adolescente hipersensível e solitário vai descobrir uma segunda natureza na aventura de viajar. Esse nomadismo, nunca desde então desmentido, deu-lhe a oportunidade de visitar o mundo inteiro. Permite-lhe hoje percorrer as propriedades que coleccionou pelo mundo, na Áustria, em França, em Veneza, na Nova Zelândia.
Selos postais originais desenhados por Hundertwasser
O projecto de sociedade estético-naturista é acompanhado de uma faceta pacifista. A paz no belo é a expressão soberana da ordem natural, a harmonia universal.
Constatando a força da ideia nacional sobre os cidadãos que nela se reconhecem, Hundertwasser interessou-se de perto pelos sinais que distinguem a identidade. Os sinais mais imediatos pelos quais se afirma a identidade de uma nação, face aos seus cidadãos e face ao mundo, são os selos postais, a bandeira, a placa de matrícula do automóvel.
Num notável golpe VISIONÁRIO, Hundertwasser passou assim do macrocosmo arquitectónico para o microcosmo dos selos postais. Do supergrande ao superpequeno, tudo é importante.
Nos vinte anos de carreira durante os quais desenhou alguns trinta modelos de selos, tornou-se uma celebridade mundial em matéria de arte filatélica.
Frente e verso dos qutro cartões-puzzle de telefone para os correios austríacos, 1992
Bandeira da paz para a Terra Prometida, 1978 Bandeira Koru para a Nova Zelância, 1983
Bandeira Uluru para a Austrália, 1986
Proposta de Hundertwasser para manter, na tradição austríaca, as placas de matrícula com letras e números brancos sobre fundo preto. O ano de 1988 será particularmente rico em iniciativas militantes. Hundertwasser dá um curso sobre a arquitectura naturista na academia de verão de Salzburgo e arranja tempo, em plena obra de Bärnbach, para redigir o manifesto «A Aústria Cultural Contra a Deportação e a Destruição de Aldeias na Transilvânia Romena»! Mas lança-se sobretudo numa campanha forte contra a decisão do Estado Austríaco de alterar o desenho e a cor das placas de matrícula dos automóveis.
A Mulher Verde, técnica mista, 168 x 55 cm, Melun, 1954
Os símbolos políticos são belos depois de perderem o seu significado ideológico. Aqui a suástica tem a cor verde da esperança e a foice e o martelo o vermelho cardeal.
Hundertwasser é um partidário da Europa das nações, de uma Europa de diversidade onde coexistam face às grandes nações como a Alemanha, a França, o Reino Unido e a Itália, entidades minúsculas como o Liechtenstein, Mónaco, San Marino, Andorra e o Luxemburgo bem como comunidades de modelo reduzido como a Aústria, a Suíça ou a Eslovénia.
A campanha contra a Europa unida conduziu Hundertwasser a endurecer as suas posições. Num texto fundamental, declara: «Aderir à União Europeia é trair a Aústria» - trair a sua vocação a Leste, criar a neurose da anexação, um neo-'Anschluss' por submissão à máfia dos supranacionais, trair a sua neutralidade, fundamento da sua identidade nacional.
A Aústria, a nova Ostmark, não poderá manter a sua posição de nação neutra, ecológica e não nuclear. O estado vassalo sacrificará os seus pequenos agricultores, os últimos garantes de uma gestão humana da terra de acordo com a natureza.
Os computadores supranacionais e multinacionais de Bruxelas nivelarão as diversidades específicas do actual humanismo austríaco e essa normalização varrerá todas as esperanças de espaços felizes. Hundertwasser vê na Europa unida a obliteração do seu projecto de sociedade e o apagamento definitivo dos poucos traços que deixou depositados em solo austríaco.
Fotos: Taschen
segunda-feira, fevereiro 13, 2006
http://www.correiodamanha.pt/noticia.asp?id=191472&idselect=10&idCanal=10&p=94
domingo, fevereiro 12, 2006
sexta-feira, fevereiro 10, 2006
em nome da amizade - parte II
Nem sequer considero haver muita criatividade na ideia. A programação não é minha, e a amizade deste 'trio' é conhecida no espaço cibernauta que frequenta.
Assim, foi fácil; bastou usar a tecnologia existente e a constatação de um afecto partilhado e 'matar dois coelhos', pese embora o facto de que eu jamais mataria um coelho, quanto mais dois... nem sequer escreveria em paredes, públicas e ou privadas. :)
Mas dizia eu, bastou isso e a grande vontade de fazer uma pequena e merecida homenagem a algo que todos os dias deixam transparecer de forma notória e coesa.
Para todos os outros amigos deste blog, e para que também possam usufruir de uns momentos de recreio - brincar faz bem à alma, digo eu - aqui fica o 'site' com o desejo de que se divirtam tanto como eu me diverti a brincar com uma coisa muito séria de nome AMIZADE!
quinta-feira, fevereiro 09, 2006
quarta-feira, fevereiro 08, 2006
os quatro quatros (que afinal são oito)
A uma 'molusca' nada se nega... que ela é bem maior do que eu e ainda 'levo'! :)
4 Empregos que Já Tive/Tenho (e a que prefiro ‘chamar’ Trabalho...)
- Tradutora/intérprete
- Técnica de Turismo
- Tradutora/intérprete
- Artista Plástica
4 Filmes Que Voltava a Ver
- Voando sobre um ninho de cucos (por causa do Jack Nickolson)
- Manhatan (o Woody Allen é o meu ‘heroi’)
- Shining (o Stanley Kubrick é um dos ‘meus’ realizadores)
- Taxi Driver (por causa do de Niro)
4 Sítios Onde Já Morei
- na barriguinha da mãe
- na casa dos pais
- na minha casa
- em hoteis espalhados pelo mundo
4 Séries Que Via e vejo
- Bonanza
- O Santo
- ER
- CSI
4 Sítios de Férias
- Manta Rota
- Altura
- Alvor
- Azeitão (Arrábida)
4 Pratos Preferidos
- Arroz de ‘coisas do mar’
- Cataplana de ‘coisas do mar’
- Sela de borrego no forno com batatinhas assadas e esparregado
- Um bom bife do lombo, grelhado, quase cru, daqueles de muitos €€€ o kg. com batatas fritas e uma boa salada
- Gosto de sopa, para que conste...
4 Sites Obrigatórios
- Lapis Exilis
- Água Viva
- A Grande Loja do Queijo Limiano
- Jumento
4 Sítios Onde Gostava de Ir
- Lua (um sonho antigo, desde que li Julio Verne)
- Tibete e Nepal
- California
- Finlandia
O desafio
- Fica em aberto... com um pedido a quem o aceitar: que faça o favor de dizer. ‘Fair enough’... não é? :)
terça-feira, fevereiro 07, 2006
o poder da arte
terceira pele: a casa do homem
"A arte pela arte é uma aberração, a arquitectura pela arquitectura é um crime." HUNDERTWASSER
Caricatura de Hundertwasser por Dieter Zehent-mayr no jornal "Neue Kronen Zeitung" de 16 de Janeiro de 1991
O Quase Círculo, óleo sobre madeira, 59 x 140 cm, Saint-Mandé, 1953
Mesmo em ruas direitas concebidas à régua, a marca do homem evolui como uma linha orgânica.
Tirania da Arquitectura - A Via para o Socialismo, técnica mista, 97 x 129 cm, Nova Zelância, 1982
Entre 1972 e 1980 Hundertwasser completou o percurso formativo da sua teoria naturista iniciado em 1958 com o "Manifesto do Bolor". As instituições sucederam às instituições, os manifestos aos maifestos. A espiral da consciência atingiu o seu ponto de maturação crítico. O moralista envolvido na ofensiva da reabilitação homem-natureza vai suceder à visão estética do pintor, assumindo-as integralmente. Nesta cruzada da felicidade através do belo, a estética não se sobrepõe à moral, estética e moral vão andar lado a lado.
Casa Hundertwasser, habitação social, esquina da Löwengasse com a Kegelgasse, Viena, 1995
A Hundertwasser-Haus é uma encomenda da cidade ao artista. Sensíveis tanto à sua pintura como aos seus enunciados teóricos, os autarcas locais proporcionam a Hundertwasser a ocasião de realizar a sua utopia. O poder político dirige-se a Hundertwasser por estar determinado a aceitar uma aposta sobre o poder da arte. O acto de construir à Hundertwasser vai imprimir a marca específica da sua criatividade sobre o fragmento de tecido urbano que lhe é confiado, sobre a dimensão física e humana do ambiente. Neste caso concreto, a especulação sobre o poder da arte tem a característica de uma aposta sobre a poética do espaço habitado. E como se trata de uma operação de habitação social, o gesto político faz todo o sentido. É esse o poder da arte: ao pedir a Hundertwasser que construa o lote de habitações sociais na esquina da Löwengasse, a Câmara Municipal de Viena não se dirigiu a um arquitecto, mas a um mercador de felicidade. Encomendou-lhe uma série de espaços felizes.
domingo, fevereiro 05, 2006
ABRIR A ALMA...
- Mantenho meticulosamente arrumados os objectos pessoais e o material de trabalho.
- Gosto de mudar o sítio aos móveis e faço rotação das telas, cortinas e tapetes.
- Não durmo sem beber um copo com leite.
- Falo com os meus cães.
- Compro livros compulsivamente.
E os nomeados são:
- hfm porque temos em comum a Arte e a Ericeira.
- isabel-f porque é uma criativa
- vespinha porque é do Sporting e gosta dos Xutos & Pontapés
- Maria do Céu Costa porque gosta das minhas cores
- Yardbird porque tem o melhor blog de música da blogoesfera
E agora vou notificar as vítimas... se me derem licença. :)
sábado, fevereiro 04, 2006
sexta-feira, fevereiro 03, 2006
o poder da arte
Hundertwasser com sapatos de verão e de inverno confeccionados por si próprio, Paris, 1950
Hundertwasser com roupa que ele próprio confeccionou, Stock-im-Eisen-Platz, Viena, 1967
Hundertwasser num fato reversível que ele próprio concebeu no âmbito de uma contribuição para a revista "Vogue", Paris, Novembro 1982
Fotos TASCHEN
quinta-feira, fevereiro 02, 2006
terça-feira, janeiro 31, 2006
QUAL É O SEU TIPO DE CARRO DESPORTIVO?
Chevrolet Corvette!
You're a classic - powerful, athletic, and competitive. You're all about winning the race and getting the job done. While you have a practical everyday side, you get wild when anyone pushes your pedal. You hate to lose, but you hardly ever do.
Take the Which Sports Car Are You? quiz.
Não sei se o retrato que saiu no teste é o meu. Mas sei que sou uma SPORTINGUISTA que gosta de carros VERMELHOS!
segunda-feira, janeiro 30, 2006
o poder da arte
HUNDERTWASSERprimeira pele: a epiderme
As mudanças do seu estado civil testemunham bem o seu fascínio inato pelas irregularidades não dominadas que engendram as felicidades do acaso. O sobrenome Hundertwasser, que ele tornou célebre nos quatro cantos do mundo não é o seu verdadeiro nome. O seu nome de registo é Friedrich Stowasser. E é justamente em 1949 que ele adopta o nome de Hundertwasser. "Sto" significa cem (Hundert) em russo e em todas as línguas eslavas. Des anos mais tarde, descobre que "Sto" poderia ter origem no qualificativo "Steh" ou "Stau": Stauwasser, água parada: Tinha portanto germanizado impropriamente o seu nome... Mas que importa, Hundertwasser soa bem, sublinha a atracção que o vocábulo "água" exerce em todas as línguas, a água à potência cem. Em 1961, ano que passou no Japão, Hundertwasser altera o seu nome próprio para Friederich depois para Friedreich. Em 1968, em Veneza, onde vive suspenso do seu barco, faz nova amálgama: Friedensreich (reino da paz) Hundertwasser Regentag (dia de chuva) passará a ser o seu nome completo, Hundertwasser entre o reino da paz e o dia de chuva: a paz e a chuva, dois estados de graça. Mais recentemente um outro nome veio juntar-se aos restantes: Dunkelbunt (cores vivas, um pouco tristes, como animadas por um clarão vindo das profundezas: uma reminiscência das flores do herbário da sua infância?).
Em HUNDERTWASSER a Arte e as convicções andam a par. O pintor, o teórico-construtor e o higienista social partilham a mesma pele.
Foto: "Discurso Nu"
Galeria Hartmann, Munique 1967
sexta-feira, janeiro 27, 2006
quinta-feira, janeiro 26, 2006
o poder da arte
quarta-feira, janeiro 25, 2006
o poder da arte
terça-feira, janeiro 24, 2006
PRETEXTO PARA UM CAFÉ
Convide os amigos e sirva-lhes ARTE.
Arte de Maria Sobral Mendonça.
E não se esqueça de acompanhar com café e uma boa conversa.
Declaração Universal dos Direitos do Homem
Artigo 11.º
1. Toda a pessoa acusada de um acto delituoso presume-se inocente até que a sua culpabilidade fique legalmente provada no decurso de um processo público em que todas as garantias necessárias de defesa lhe sejam asseguradas.
2. Ninguém será condenado por acções ou omissões que, no momento da sua prática, não constituíam acto delituoso à face do direito interno ou internacional. Do mesmo modo, não será infligida pena mais grave do que a que era aplicável no momento em que o acto delituoso foi cometido.
Artigo 12.º
Ninguém sofrerá intromissões arbitrárias na sua vida privada, na sua família, no seu domicílio ou na sua correspondência, nem ataques à sua honra e reputação. Contra tais intromissões ou ataques toda a pessoa tem direito a protecção da lei.
segunda-feira, janeiro 23, 2006
Caros Amigos, TODOS...
- Já sabes quais são as minhas palavras seguintes: não aceito!
- fiquei surpresa! quem sabe, um destes dias recomeçarás...
- se pensaste e decidiste assim é porque achaste que seria o melhor ... eu aqui estou e aqui estarei...
- custa-me a ler estas palavras... Foi bom conhecer-te e encontrar aqui muito de comum.
- nem em pensamento... nada de acabar o blog!
- não posso crer! e agora onde vou saber de ti e das tuas pinturas?
- estou triste mas espero que seja uma fase de afastamento;
- temos muita pena (os dois, claro).
- O Beto também seguiu para Bordéus e estou certo que voltará...
- quero que saibas que estou triste e tenho muita pena!
- guardo a esperança de que seja apenas uma pausa.
- excelente trabalho. o teu. exposto no blog que não aceita comentários...
- volta!
- sou apenas mais um que não aceita não poder voltar a este blogue.
- quando é que mudas de ideias?
- vou passando, sempre na esperança de que voltes,
- ...vou continuar a passar por aqui, para me deliciar com os teus quadros...
- se vai iniciar um novo projecto não lhe queria perder o "rasto".
- Tenho pena. Já era um hábito vir aqui.
e muitas outras enviadas por e-mail, inclusivé de pessoas cujo nome não faz parte dos comentadores habituais.
Assim, peço-vos duas coisas. A primeira, que façam 'delete' do meu post anterior no 'disco rígido' da vossa memória. Façam de conta que nunca foi escrito, que me ausentei... em férias. E a segunda, que me concedam um tempo que preciso para concluir trabalhos.
Não estarei tão assídua mas "deixo aberta a porta do jardim" ... como sugeriu a Laerce.
As minhas desculpas pela decisão que tomei.
Os meus agradecimentos por me terem convencido a continuar.
Obrigada a TODOS!
sexta-feira, janeiro 20, 2006
e a vida continua...
No percurso desde blogue aconteceram muitas coisas boas. Aconteceu carinho, amizade, troca de ideias, pessoas - poucas - que se conheceram - e um espaço onde se mostrou trabalho, meu e de terceiros.
o reino do ouro
quarta-feira, janeiro 18, 2006
geometria iluminada
terça-feira, janeiro 17, 2006
Declaração Universal dos Direitos do Homem
segunda-feira, janeiro 16, 2006
Declaração Universal dos Direitos do Homem
Artigo 9.º
Ninguém pode ser arbitrariamente preso, detido ou exilado.
@:)
sexta-feira, janeiro 13, 2006
areal
quinta-feira, janeiro 12, 2006
Declaração Universal dos Direitos do Homem
Artigo 7.º
@:)
quarta-feira, janeiro 11, 2006
Declaração Universal dos Direitos do Homem
Artigo 6.º
Todos os indivíduos têm direito ao reconhecimento em todos os lugares da sua personalidade jurídica.
@:)
terça-feira, janeiro 10, 2006
Declaração Universal dos Direitos do Homem
Artigo 5.º
Ninguém será submetido a tortura nem a penas ou tratamentos cruéis, desumanos ou degradantes.
@:)
segunda-feira, janeiro 09, 2006
domingo, janeiro 08, 2006
a caracolinha das 18h05

LUA na Casa 3 em SEXTIL a Ascendente na Casa 1-
VÉNUS na Casa 9 em TRÍGONO a MARTE na Casa 5 - Trígono Vénus = Marte - Uma habilidade nata para saber lidar com o sexo oposto e agir com as outras pessoas. Sabe ser agradável naturalmente e sente um grande prazer em companhia do sexo oposto. Um casamento feliz. Sociável, activo e de temperamento alegre. Sucesso social. Um sentido de estética muito refinado.
Mas digo que lhe desejo
um dia muito feliz e um futuro risonho.
PARABÉNS CARACOLINHA!
Muitos anos de vida!
sexta-feira, janeiro 06, 2006
alguém quer um husky?
Declaração Universal dos Direitos do Homem
Artigo 3.º
Todo o indivíduo tem direito à vida, à liberdade e à segurança pessoal.
recebido por e-mail
quinta-feira, janeiro 05, 2006
a não perder
quarta-feira, janeiro 04, 2006
segunda-feira, janeiro 02, 2006
amor é fogo...
domingo, janeiro 01, 2006
quarta-feira, dezembro 28, 2005
rio azul
sexta-feira, dezembro 23, 2005
Portal da Candidatura de Cavaco Silva

Como Soares deu um KO a si próprio

Mário Soares precisava, no debate final com Cavaco Silva, de ser politicamente contundente mas, também, construtivo e credível. Foi, apenas e só, agressivo no tom e destrutivo nas palavras. Precisava de abrir brechas no distanciamento esfíngico de Cavaco, de o fazer descer do pedestal de superioridade em que tem decorrido a sua campanha. Conseguiu, apenas e só, desgastar-se a si próprio em ataques e indelicadezas sucessivas reforçando a aura de seriedade e respeitabilidade do seu adversário.
Mário Soares não fez uma única intervenção, uma única, ao longo de mais de uma hora de debate, com uma ideia para o país, com uma proposta mobilizadora, com uma mensagem positiva. Foi reiteradamente agreste, catastrofista, acintoso, negativista. Obcecado em denegrir e abalar o adversário, esqueceu-se de que estava a falar para os portugueses, perdeu a compostura e o discernimento, transformou uma campanha presidencial num recinto de luta livre, converteu um debate político numa conversa, azeda e ressentida, de vizinha rezingona e maldizente.
Soares chamou tudo o que podia chamar a Cavaco. «Não tem competência, não tem temperamento, não tem conversa, não é um social-democrata, é um homem de direita, quer vender gato por lebre, não tem uma formação democrática precisa, não fala, está blindado, deu o poder a outro porque tinha medo de ser julgado e de perder, é um político intermitente, só gosta de panegíricos, só governa em tempo de vacas gordas, é um economista razoável, não é um suprassumo da economia, tem vergonha do partido dele, quando está com outras pessoas ou fala de economia ou cala-se, etc., etc., etc».
A diatribe de Soares foi-se tornando, a cada remoque ou intervenção que fazia, mais incómoda para os espectadores, mais patética pela exaltação, mais confrangedora pelo excesso de linguagem e pela gratuitidade dos ataques. Chegou a roçar a inconveniência, como na alusão às conversas com políticos europeus sobre o comportamento de Cavaco quando este era primeiro-ministro.
Cavaco nem precisou de ser brilhante para sair claramente por cima deste debate. Bastou-lhe ignorar a má-língua, não baixar ao nível conflituoso e chocarreiro do seu adversário, falar do [que] pensa poder ser o seu papel em Belém e, em sintomático contraste, deixar cair alguns elogios às qualidades do opositor. Enquanto isso, Mário Soares tratava, acusação atrás de acusação, golpe após golpe, de dar um KO a si próprio e de se pôr fora de combate.
in Expresso on-line
21 Dezembro 2005
quarta-feira, dezembro 21, 2005

PAZ NA TERRA AOS HOMENS DE BOA VONTADE
sexta-feira, dezembro 16, 2005
PERSPECTIVAS - Arte Contemporânea
quarta-feira, dezembro 14, 2005
PERSPECTIVAS - Arte Contemporânea
sábado, dezembro 10, 2005
PERSPECTIVAS - Arte Contemporânea
sexta-feira, dezembro 09, 2005
nove de dezembro
É como diz a Laerce; dar os parabéns a alguém via blogoesfera, tem que se lhe diga. Cá por mim, estou em vantagem... tive mentora. Partilhámos a ideia mas o legado da pesquiza foi-me dado todo feito. Além da primazia da escolha.
A amiga que hoje festeja o seu dia, tem uma vasta obra num blogue que visito assiduamente. É dela o texto que vos ofereço e que escolhi porque fala da cidade que tanto ama, e que eu tanto amo por ser a minha cidade.
PARABÉNS, Musalia! Tchim! Tchim!
(se fores ao Japão e se brindares, não digas ‘tchim, tchim!’. Disseram-me que não convém! :) )
DEAMBULAÇÕES
segunda-feira, dezembro 05, 2005
dia internacional do voluntariado

No dia internacional do voluntariado, a recém eleita Junta de Freguesia de Linda-a-Velha, procedeu ao lançamento oficial do seu Banco de Voluntariado, no salão nobre do Palácio dos Aciprestes.
Este Banco de Voluntariado foi uma das promessas feitas aos munícipes e está já a funcionar assim como o site
www.voluntariado-lav.org onde consta toda a informação detalhada, e o e-mail
banco@voluntariado-lav.org para inscrições.
As informações e contactos também poderão ser feitos através da Junta de Freguesia no Largo do Mercado, pelo telefone 21 414 18 95, e jfreglindavelha@netcabo.pt
quinta-feira, dezembro 01, 2005
quarta-feira, novembro 30, 2005
terça-feira, novembro 29, 2005
SIMBOLOGIA
banco de voluntariado - freguesia de linda-a-velha
segunda-feira, novembro 28, 2005
teresa almeida rocha
(da exposição JANELAS, Galeria Casa Santa Rita, Colares/Sintra)























