quinta-feira, fevereiro 16, 2006

Carta Internacional dos Direitos Humanos
Declaração Universal dos Direitos do Homem


Artigo 28.º

Toda a pessoa tem direito a que reine, no plano social e no plano internacional, uma ordem capaz de tornar plenamente efectivos os direitos e as liberdades enunciados na presente Declaração.

quarta-feira, fevereiro 15, 2006

Carta Internacional dos Direitos Humanos
Declaração Universal dos Direitos do Homem

Artigo 27.º

1. Toda a pessoa tem o direito de tomar parte livremente na vida cultural da comunidade, de fruir as artes e de participar no progresso científico e nos benefícios que deste resultam.

2. Todos têm direito à protecção dos interesses morais e materiais ligados a qualquer produção científica, literária ou artística da sua autoria.

terça-feira, fevereiro 14, 2006

o poder da arte

HUNDERTWASSER
quarta pele: o meio social e a identidade

Hundertwasser teve apenas uma consciência tardia da quarta pele familiar. Filho único, orfão de pai, a sua vida de família limita-se a uma relação exclusiva com a mãe, feita de uma ligação visceral e de uma profunda ternura irónica. Elsa Stowasser, empregada bancária e mãe judia, incarna os valores da pequena burguesia da sua época. «Permanece anónimo se queres viver em paz», diz Elsa ao filho. Quando percebeu que se estava a desenvolver no filho uma personalidade «diferente», sentiu um medo profundo: os primeiros sucessos do pintor, que testemunhou, não serenaram as suas apreensões. Quando a mãe morre em 1972, Hundertwasser atinge um ponto de viragem decisivo na sua carreira e torna-se então muito mais sensível ao meio social e aos problemas de identidade ligados a um grupo, a uma comunidade ou a uma nação.

O adolescente hipersensível e solitário vai descobrir uma segunda natureza na aventura de viajar. Esse nomadismo, nunca desde então desmentido, deu-lhe a oportunidade de visitar o mundo inteiro. Permite-lhe hoje percorrer as propriedades que coleccionou pelo mundo, na Áustria, em França, em Veneza, na Nova Zelândia.

Selos postais originais desenhados por Hundertwasser

O projecto de sociedade estético-naturista é acompanhado de uma faceta pacifista. A paz no belo é a expressão soberana da ordem natural, a harmonia universal.

Constatando a força da ideia nacional sobre os cidadãos que nela se reconhecem, Hundertwasser interessou-se de perto pelos sinais que distinguem a identidade. Os sinais mais imediatos pelos quais se afirma a identidade de uma nação, face aos seus cidadãos e face ao mundo, são os selos postais, a bandeira, a placa de matrícula do automóvel.

Num notável golpe VISIONÁRIO, Hundertwasser passou assim do macrocosmo arquitectónico para o microcosmo dos selos postais. Do supergrande ao superpequeno, tudo é importante.

Nos vinte anos de carreira durante os quais desenhou alguns trinta modelos de selos, tornou-se uma celebridade mundial em matéria de arte filatélica.

Frente e verso dos qutro cartões-puzzle de telefone para os correios austríacos, 1992


Bandeira da paz para a Terra Prometida, 1978

Bandeira Koru para a Nova Zelância, 1983

Bandeira Uluru para a Austrália, 1986


Proposta de Hundertwasser para manter, na tradição austríaca, as placas de matrícula com letras e números brancos sobre fundo preto.

O ano de 1988 será particularmente rico em iniciativas militantes. Hundertwasser dá um curso sobre a arquitectura naturista na academia de verão de Salzburgo e arranja tempo, em plena obra de Bärnbach, para redigir o manifesto «A Aústria Cultural Contra a Deportação e a Destruição de Aldeias na Transilvânia Romena»! Mas lança-se sobretudo numa campanha forte contra a decisão do Estado Austríaco de alterar o desenho e a cor das placas de matrícula dos automóveis.

A Mulher Verde, técnica mista, 168 x 55 cm, Melun, 1954

Os símbolos políticos são belos depois de perderem o seu significado ideológico. Aqui a suástica tem a cor verde da esperança e a foice e o martelo o vermelho cardeal.

Hundertwasser é um partidário da Europa das nações, de uma Europa de diversidade onde coexistam face às grandes nações como a Alemanha, a França, o Reino Unido e a Itália, entidades minúsculas como o Liechtenstein, Mónaco, San Marino, Andorra e o Luxemburgo bem como comunidades de modelo reduzido como a Aústria, a Suíça ou a Eslovénia.

A campanha contra a Europa unida conduziu Hundertwasser a endurecer as suas posições. Num texto fundamental, declara: «Aderir à União Europeia é trair a Aústria» - trair a sua vocação a Leste, criar a neurose da anexação, um neo-'Anschluss' por submissão à máfia dos supranacionais, trair a sua neutralidade, fundamento da sua identidade nacional.

A Aústria, a nova Ostmark, não poderá manter a sua posição de nação neutra, ecológica e não nuclear. O estado vassalo sacrificará os seus pequenos agricultores, os últimos garantes de uma gestão humana da terra de acordo com a natureza.

Os computadores supranacionais e multinacionais de Bruxelas nivelarão as diversidades específicas do actual humanismo austríaco e essa normalização varrerá todas as esperanças de espaços felizes. Hundertwasser vê na Europa unida a obliteração do seu projecto de sociedade e o apagamento definitivo dos poucos traços que deixou depositados em solo austríaco.

Fotos: Taschen

Carta Internacional dos Direitos Humanos
Declaração Universal dos Direitos do Homem


Artigo 26.º

1. Toda a pessoa tem direito à educação. A educação deve ser gratuita, pelo menos a correspondente ao ensino elementar fundamental. O ensino elementar é obrigatório. O ensino técnico e profissional deve ser generalizado; o acesso aos estudos superiores deve estar aberto a todos em plena igualdade, em função do seu mérito.

2. A educação deve visar à plena expansão da personalidade humana e ao reforço dos direitos do homem e das liberdades fundamentais e deve favorecer a compreensão, a tolerância e a amizade entre todas as nações e todos os grupos raciais ou religiosos, bem como o desenvolvimento das actividades das Nações Unidas para a manutenção da paz.

3. Aos pais pertence a prioridade do direito de escolher o género de educação a dar aos filhos.

segunda-feira, fevereiro 13, 2006

E OS DIREITOS DOS ANIMAIS?


http://www.correiodamanha.pt/noticia.asp?id=191472&idselect=10&idCanal=10&p=94
Carta Internacional dos Direitos Humanos
Declaração Universal dos Direitos do Homem


Artigo 25.º

1. Toda a pessoa tem direito a um nível de vida suficiente para lhe assegurar e à sua família a saúde e o bem-estar, principalmente quanto à alimentação, ao vestuário, ao alojamento, à assistência médica e ainda quanto aos serviços sociais necessários, e tem direito à segurança no desemprego, na doença, na invalidez, na viuvez, na velhice ou noutros casos de perda de meios de subsistência por circunstâncias independentes da sua vontade.

2. A maternidade e a infância têm direito a ajuda e a assistência especiais. Todas as crianças, nascidas dentro ou fora do matrimónio, gozam da mesma protecção social.

domingo, fevereiro 12, 2006

Carta Internacional dos Direitos Humanos
Declaração Universal dos Direitos do Homem


Artigo 24.º

Toda a pessoa tem direito ao repouso e aos lazeres e, especialmente, a uma limitação razoável da duração do trabalho e a férias periódicas pagas.

sexta-feira, fevereiro 10, 2006

em nome da amizade - parte II


Pois foi! Foram apanhados! Apanhados em nome da amizade e em resposta ao desafio que me foi lançado pela 'Caracolinha' num comentário de um post recente.

Nem sequer considero haver muita criatividade na ideia. A programação não é minha, e a amizade deste 'trio' é conhecida no espaço cibernauta que frequenta.

Assim, foi fácil; bastou usar a tecnologia existente e a constatação de um afecto partilhado e 'matar dois coelhos', pese embora o facto de que eu jamais mataria um coelho, quanto mais dois... nem sequer escreveria em paredes, públicas e ou privadas. :)

Mas dizia eu, bastou isso e a grande vontade de fazer uma pequena e merecida homenagem a algo que todos os dias deixam transparecer de forma notória e coesa.

Para todos os outros amigos deste blog, e para que também possam usufruir de uns momentos de recreio - brincar faz bem à alma, digo eu - aqui fica o 'site' com o desejo de que se divirtam tanto como eu me diverti a brincar com uma coisa muito séria de nome AMIZADE!


quinta-feira, fevereiro 09, 2006

em nome da amizade...

uma casca uma asa uma pena

foto: IM


quarta-feira, fevereiro 08, 2006

os quatro quatros (que afinal são oito)

A uma 'molusca' nada se nega... que ela é bem maior do que eu e ainda 'levo'! :)

4 Empregos que Já Tive/Tenho (e a que prefiro ‘chamar’ Trabalho...)

  • Tradutora/intérprete
  • Técnica de Turismo
  • Tradutora/intérprete
  • Artista Plástica


4 Filmes Que Voltava a Ver

  • Voando sobre um ninho de cucos (por causa do Jack Nickolson)
  • Manhatan (o Woody Allen é o meu ‘heroi’)
  • Shining (o Stanley Kubrick é um dos ‘meus’ realizadores)
  • Taxi Driver (por causa do de Niro)

4 Sítios Onde Já Morei

  • na barriguinha da mãe
  • na casa dos pais
  • na minha casa
  • em hoteis espalhados pelo mundo

4 Séries Que Via e vejo


  • Bonanza
  • O Santo
  • ER
  • CSI

4 Sítios de Férias


  • Manta Rota
  • Altura
  • Alvor
  • Azeitão (Arrábida)

4 Pratos Preferidos


  • Arroz de ‘coisas do mar’
  • Cataplana de ‘coisas do mar’
  • Sela de borrego no forno com batatinhas assadas e esparregado
  • Um bom bife do lombo, grelhado, quase cru, daqueles de muitos €€€ o kg. com batatas fritas e uma boa salada
  • Gosto de sopa, para que conste...

4 Sites Obrigatórios

  • Lapis Exilis
  • Água Viva
  • A Grande Loja do Queijo Limiano
  • Jumento

4 Sítios Onde Gostava de Ir

  • Lua (um sonho antigo, desde que li Julio Verne)
  • Tibete e Nepal
  • California
  • Finlandia

O desafio
  • Fica em aberto... com um pedido a quem o aceitar: que faça o favor de dizer. ‘Fair enough’... não é? :)

terça-feira, fevereiro 07, 2006

o poder da arte

HUNDERTWASSER
terceira pele: a casa do homem

"A arte pela arte é uma aberração, a arquitectura pela arquitectura é um crime." HUNDERTWASSER



Caricatura de Hundertwasser por Dieter Zehent-mayr no jornal "Neue Kronen Zeitung" de 16 de Janeiro de 1991


O Quase Círculo, óleo sobre madeira, 59 x 140 cm, Saint-Mandé, 1953

Mesmo em ruas direitas concebidas à régua, a marca do homem evolui como uma linha orgânica.

Tirania da Arquitectura - A Via para o Socialismo, técnica mista, 97 x 129 cm, Nova Zelância, 1982

Entre 1972 e 1980 Hundertwasser completou o percurso formativo da sua teoria naturista iniciado em 1958 com o "Manifesto do Bolor". As instituições sucederam às instituições, os manifestos aos maifestos. A espiral da consciência atingiu o seu ponto de maturação crítico. O moralista envolvido na ofensiva da reabilitação homem-natureza vai suceder à visão estética do pintor, assumindo-as integralmente. Nesta cruzada da felicidade através do belo, a estética não se sobrepõe à moral, estética e moral vão andar lado a lado.


Casa Hundertwasser, habitação social, esquina da Löwengasse com a Kegelgasse, Viena, 1995

A Hundertwasser-Haus é uma encomenda da cidade ao artista. Sensíveis tanto à sua pintura como aos seus enunciados teóricos, os autarcas locais proporcionam a Hundertwasser a ocasião de realizar a sua utopia. O poder político dirige-se a Hundertwasser por estar determinado a aceitar uma aposta sobre o poder da arte. O acto de construir à Hundertwasser vai imprimir a marca específica da sua criatividade sobre o fragmento de tecido urbano que lhe é confiado, sobre a dimensão física e humana do ambiente. Neste caso concreto, a especulação sobre o poder da arte tem a característica de uma aposta sobre a poética do espaço habitado. E como se trata de uma operação de habitação social, o gesto político faz todo o sentido. É esse o poder da arte: ao pedir a Hundertwasser que construa o lote de habitações sociais na esquina da Löwengasse, a Câmara Municipal de Viena não se dirigiu a um arquitecto, mas a um mercador de felicidade. Encomendou-lhe uma série de espaços felizes.

Carta Internacional dos Direitos Humanos
Declaração Universal dos Direitos do Homem


Artigo 22.º

Toda a pessoa, como membro da sociedade, tem direito à segurança social; e pode legitimamente exigir a satisfação dos direitos económicos, sociais e culturais indispensáveis, graças ao esforço nacional e à cooperação internacional, de harmonia com a organização e os recursos de cada país.


Artigo 23.º

1. Toda a pessoa tem direito ao trabalho, à livre escolha do trabalho, a condições equitativas e satisfatórias de trabalho e à protecção contra o desemprego.

2. Todos têm direito, sem discriminação alguma, a salário igual por trabalho igual.

3. Quem trabalha tem direito a uma remuneração equitativa e satisfatória, que lhe permita e à sua família uma existência conforme com a dignidade humana, e completada, se possível, por todos os outros meios de protecção social.

4. Toda a pessoa tem o direito de fundar com outras pessoas sindicatos e de se filiar em sindicatos para a defesa dos seus interesses.

domingo, fevereiro 05, 2006

ABRIR A ALMA...

O meu amigo 'caranguejo - cão', munícipe do concelho de oeiras, amigo dos cães e de todos os animais, e por último mas não menos importante 'amigo do seu amigo', vulgo Mocho Falante, escolheu-me para vir aqui desnudar a alma, logo agora neste inverno de baixas temperaturas. E como o que tem que ser tem muita força, dizem, seguem-se aleatoriamente cinco das minhas muitas manias e hábitos de que não prescindo no dia-a-dia. A dificuldade está apenas na escolha...

  1. Mantenho meticulosamente arrumados os objectos pessoais e o material de trabalho.
  2. Gosto de mudar o sítio aos móveis e faço rotação das telas, cortinas e tapetes.
  3. Não durmo sem beber um copo com leite.
  4. Falo com os meus cães.
  5. Compro livros compulsivamente.

E os nomeados são:

  1. hfm porque temos em comum a Arte e a Ericeira.
  2. isabel-f porque é uma criativa
  3. vespinha porque é do Sporting e gosta dos Xutos & Pontapés
  4. Maria do Céu Costa porque gosta das minhas cores
  5. Yardbird porque tem o melhor blog de música da blogoesfera

E agora vou notificar as vítimas... se me derem licença. :)

sábado, fevereiro 04, 2006

VERDE
VERDE
VERDE
Carta Internacional dos Direitos Humanos
Declaração Universal dos Direitos do Homem


Artigo 21.º

1. Toda a pessoa tem o direito de tomar parte na direcção dos negócios públicos do seu país, quer directamente, quer por intermédio de representantes livremente escolhidos.

2. Toda a pessoa tem direito de acesso, em condições de igualdade, às funções públicas do seu país.

sexta-feira, fevereiro 03, 2006

o poder da arte

HUNDERTWASSER
segunda pele - o vestuário

Hundertwasser com sapatos de verão e de inverno confeccionados por si próprio, Paris, 1950

Hundertwasser com roupa que ele próprio confeccionou, Stock-im-Eisen-Platz, Viena, 1967


Hundertwasser num fato reversível que ele próprio concebeu no âmbito de uma contribuição para a revista "Vogue", Paris, Novembro 1982

Fotos TASCHEN

quinta-feira, fevereiro 02, 2006

Carta Internacional dos Direitos Humanos
Declaração Universal dos Direitos do Homem

Artigo 19.º

Todo o indivíduo tem direito à liberdade de opinião e de expressão, o que implica o direito de não ser inquietado pelas suas opiniões e o de procurar, receber e difundir, sem consideração de fronteiras, informações e ideias por qualquer meio de expressão.

Artigo 20.º

1. Toda a pessoa tem direito à liberdade de reunião e de associação pacíficas.

2. Ninguém pode ser obrigado a fazer parte de uma associação.

terça-feira, janeiro 31, 2006

Carta Internacional dos Direitos Humanos
Declaração Universal dos Direitos do Homem


Artigo 18.º

Toda a pessoa tem direito à liberdade de pensamento, de consciência e de religião; este direito implica a liberdade de mudar de religião ou de convicção, assim como a liberdade de manifestar a religião ou convicção, sozinho ou em comum, tanto em público como em privado, pelo ensino, pela prática, pelo culto e pelos ritos.

QUAL É O SEU TIPO DE CARRO DESPORTIVO?

Chevrolet Corvette!

You're a classic - powerful, athletic, and competitive. You're all about winning the race and getting the job done. While you have a practical everyday side, you get wild when anyone pushes your pedal. You hate to lose, but you hardly ever do.

Take the Which Sports Car Are You? quiz.



Não sei se o retrato que saiu no teste é o meu. Mas sei que sou uma SPORTINGUISTA que gosta de carros VERMELHOS!

segunda-feira, janeiro 30, 2006

o poder da arte

HUNDERTWASSER
primeira pele: a epiderme


Nasce em 1928. Filho único de mãe judia e pai ariano, a sua característica de "meio-meio" poupar-lhe-á a vida bem como a de sua mãe, mas os nazis exterminarão toda a sua família materna.

As mudanças do seu estado civil testemunham bem o seu fascínio inato pelas irregularidades não dominadas que engendram as felicidades do acaso. O sobrenome Hundertwasser, que ele tornou célebre nos quatro cantos do mundo não é o seu verdadeiro nome. O seu nome de registo é Friedrich Stowasser. E é justamente em 1949 que ele adopta o nome de Hundertwasser. "Sto" significa cem (Hundert) em russo e em todas as línguas eslavas. Des anos mais tarde, descobre que "Sto" poderia ter origem no qualificativo "Steh" ou "Stau": Stauwasser, água parada: Tinha portanto germanizado impropriamente o seu nome... Mas que importa, Hundertwasser soa bem, sublinha a atracção que o vocábulo "água" exerce em todas as línguas, a água à potência cem. Em 1961, ano que passou no Japão, Hundertwasser altera o seu nome próprio para Friederich depois para Friedreich. Em 1968, em Veneza, onde vive suspenso do seu barco, faz nova amálgama: Friedensreich (reino da paz) Hundertwasser Regentag (dia de chuva) passará a ser o seu nome completo, Hundertwasser entre o reino da paz e o dia de chuva: a paz e a chuva, dois estados de graça. Mais recentemente um outro nome veio juntar-se aos restantes: Dunkelbunt (cores vivas, um pouco tristes, como animadas por um clarão vindo das profundezas: uma reminiscência das flores do herbário da sua infância?).

Em HUNDERTWASSER a Arte e as convicções andam a par. O pintor, o teórico-construtor e o higienista social partilham a mesma pele.

Foto: "Discurso Nu"
Galeria Hartmann, Munique 1967

Carta Internacional dos Direitos Humanos
Declaração Universal dos Direitos do Homem

Artigo 17.º

1. Toda a pessoa, individual ou colectivamente, tem direito à propriedade.

2. Ninguém pode ser arbitrariamente privado da sua propriedade.

sexta-feira, janeiro 27, 2006

Carta Internacional dos Direitos Humanos
Declaração Universal dos Direitos do Homem


Artigo 16.º

1. A partir da idade núbil, o homem e a mulher têm o direito de casar e de constituir família, sem restrição alguma de raça, nacionalidade ou religião. Durante o casamento e na altura da sua dissolução, ambos têm direitos iguais.

2. O casamento não pode ser celebrado sem o livre e pleno consentimento dos futuros esposos.

3. A família é o elemento natural e fundamental da sociedade e tem direito à protecção desta e do Estado.

quinta-feira, janeiro 26, 2006

o poder da arte

HUNDERTWASSER
O PINTOR-REI DAS CINCO PELES
  • primeira pele - a epiderme
  • segunda pele- o vestuário
  • terceira pele - a casa do homem
  • quarta pele - o meio social e a identidade
  • quinta pele - ecologia e humanidade

Foto: Taschen

Carta Internacional dos Direitos Humanos
Declaração Universal dos Direitos do Homem

Artigo 15.º

1. Todo o indivíduo tem direito a ter uma nacionalidade.

2. Ninguém pode ser arbitrariamente privado da sua nacionalidade nem do direito de mudar de nacionalidade.

quarta-feira, janeiro 25, 2006

o poder da arte

"a arte foi sempre uma testemunha do seu tempo"

HUNDERTWASSER
Cidade vista para lá do sol, técnica mista, 150x135 cms
Saint-Maurice, 1955

Foto: Taschen
Carta Internacional dos Direitos Humanos
Declaração Universal dos Direitos do Homem

Artigo 13.º

1. Toda a pessoa tem o direito de livremente circular e escolher a sua residência no interior de um Estado.

2. Toda a pessoa tem o direito de abandonar o país em que se encontra, incluindo o seu, e o direito de regressar ao seu país.


Artigo 14.º

1. Toda a pessoa sujeita a perseguição tem o direito de procurar e de beneficiar de asilo em outros países.

2. Este direito não pode, porém, ser invocado no caso de processo realmente existente por crime de direito comum ou por actividades contrárias aos fins e aos princípios das Nações Unidas.

terça-feira, janeiro 24, 2006

PRETEXTO PARA UM CAFÉ



Convide os amigos e sirva-lhes ARTE.

Arte de Maria Sobral Mendonça.
E não se esqueça de acompanhar com café e uma boa conversa.

Carta Internacional dos Direitos Humanos
Declaração Universal dos Direitos do Homem

Artigo 11.º

1. Toda a pessoa acusada de um acto delituoso presume-se inocente até que a sua culpabilidade fique legalmente provada no decurso de um processo público em que todas as garantias necessárias de defesa lhe sejam asseguradas.

2. Ninguém será condenado por acções ou omissões que, no momento da sua prática, não constituíam acto delituoso à face do direito interno ou internacional. Do mesmo modo, não será infligida pena mais grave do que a que era aplicável no momento em que o acto delituoso foi cometido.

Artigo 12.º

Ninguém sofrerá intromissões arbitrárias na sua vida privada, na sua família, no seu domicílio ou na sua correspondência, nem ataques à sua honra e reputação. Contra tais intromissões ou ataques toda a pessoa tem direito a protecção da lei.

segunda-feira, janeiro 23, 2006

Caros Amigos, TODOS...

Depois de tudo o que me escreveram no post anterior, não podia, de modo algum, ficar por aqui. Não se fica indiferente a palavras como:
  • Já sabes quais são as minhas palavras seguintes: não aceito!
  • fiquei surpresa! quem sabe, um destes dias recomeçarás...
  • se pensaste e decidiste assim é porque achaste que seria o melhor ... eu aqui estou e aqui estarei...
  • custa-me a ler estas palavras... Foi bom conhecer-te e encontrar aqui muito de comum.
  • nem em pensamento... nada de acabar o blog!
  • não posso crer! e agora onde vou saber de ti e das tuas pinturas?
  • estou triste mas espero que seja uma fase de afastamento;
  • temos muita pena (os dois, claro).
  • O Beto também seguiu para Bordéus e estou certo que voltará...
  • quero que saibas que estou triste e tenho muita pena!
  • guardo a esperança de que seja apenas uma pausa.
  • excelente trabalho. o teu. exposto no blog que não aceita comentários...
  • volta!
  • sou apenas mais um que não aceita não poder voltar a este blogue.
  • quando é que mudas de ideias?
  • vou passando, sempre na esperança de que voltes,
  • ...vou continuar a passar por aqui, para me deliciar com os teus quadros...
  • se vai iniciar um novo projecto não lhe queria perder o "rasto".
  • Tenho pena. Já era um hábito vir aqui.

e muitas outras enviadas por e-mail, inclusivé de pessoas cujo nome não faz parte dos comentadores habituais.

Assim, peço-vos duas coisas. A primeira, que façam 'delete' do meu post anterior no 'disco rígido' da vossa memória. Façam de conta que nunca foi escrito, que me ausentei... em férias. E a segunda, que me concedam um tempo que preciso para concluir trabalhos.

Não estarei tão assídua mas "deixo aberta a porta do jardim" ... como sugeriu a Laerce.

As minhas desculpas pela decisão que tomei.

Os meus agradecimentos por me terem convencido a continuar.

Obrigada a TODOS!

sexta-feira, janeiro 20, 2006

e a vida continua...

Os blogues são como a vida. Um dia começam e num outro dia acabam... e resta o que aconteceu no percurso.

No percurso desde blogue aconteceram muitas coisas boas. Aconteceu carinho, amizade, troca de ideias, pessoas - poucas - que se conheceram - e um espaço onde se mostrou trabalho, meu e de terceiros.

Muitos outros poderiam ter sido divulgados aqui; teriam todo o direito de o ser. Não o foram pelos motivos de todos os dias - a falta de tempo, a falta de lembrança, a falta de conhecimento...

Decidi não apagar o blogue - por enquanto - para que os que quiserem contactar comigo o possam fazer pelo e-mail.

E por fim, resta-me deixar o meu 'muito obrigada' pela assíduidade, pelas palavras, e pelo carinho demonstrado ao longo destes quase dois anos.

Continuação de um ano feliz. Continuação de uma vida feliz.

Isabel Magalhães.

o reino do ouro


Isabel Magalhães

o reino do ouro
1998
técnica mista
60 x 100 cms

(Col. Particular)


ou a simbologia de "Leão"

quarta-feira, janeiro 18, 2006

geometria iluminada

Isabel Magalhães

Geometria Iluminada
1999
73 x 92 cms
acrílico sobre tela


Para 'aquecer' a alma. Em dia frio.


terça-feira, janeiro 17, 2006

Carta Internacional dos Direitos Humanos
Declaração Universal dos Direitos do Homem

Artigo 10.º
Toda a pessoa tem direito, em plena igualdade, a que a sua causa seja equitativa e publicamente julgada por um tribunal independente e imparcial que decida dos seus direitos e obrigações ou das razões de qualquer acusação em matéria penal que contra ela seja deduzida.

segunda-feira, janeiro 16, 2006

Carta Internacional dos Direitos Humanos
Declaração Universal dos Direitos do Homem

Artigo 9.º
Ninguém pode ser arbitrariamente preso, detido ou exilado.

@:)

sexta-feira, janeiro 13, 2006

areal

Isabel Magalhães

Areal
2003
(díptico)
46 x 122 cms
acrílico sobre tela


Mar sonoro

Mar sonoro, mar sem fundo, mar sem fim,
A tua beleza aumenta quando estamos sós
E tão fundo intimamente a tua voz,
Segue o mais secreto bailar do meu sonho,
Que momentos há em que eu suponho
Seres um milagre criado só para mim.

Sophia de Mello Breyner Andresen
[DIA DO MAR, 1947]
Carta Internacional dos Direitos Humanos
Declaração Universal dos Direitos do Homem

Artigo 8.º
Toda a pessoa tem direito a recurso efectivo para as jurisdições nacionais competentes contra os actos que violem os direitos fundamentais reconhecidos pela Constituição ou pela lei.

quinta-feira, janeiro 12, 2006

Carta Internacional dos Direitos Humanos
Declaração Universal dos Direitos do Homem

Artigo 7.º
Todos são iguais perante a lei e, sem distinção, têm direito a igual protecção da lei. Todos têm direito a protecção igual contra qualquer discriminação que viole a presente Declaração e contra qualquer incitamento a tal discriminação.

@:)

quarta-feira, janeiro 11, 2006

Carta Internacional dos Direitos Humanos
Declaração Universal dos Direitos do Homem

Artigo 6.º
Todos os indivíduos têm direito ao reconhecimento em todos os lugares da sua personalidade jurídica.

@:)

terça-feira, janeiro 10, 2006

Carta Internacional dos Direitos Humanos
Declaração Universal dos Direitos do Homem

Artigo 5.º
Ninguém será submetido a tortura nem a penas ou tratamentos cruéis, desumanos ou degradantes.

@:)

segunda-feira, janeiro 09, 2006

teresa almeida rocha

Teresa Almeida Rocha
Paris II,
1999
73 x 54 cms
acrílico sobre tela
(Col. Particular)

Carta Internacional dos Direitos Humanos
Declaração Universal dos Direitos do Homem

Artigo 4.º
Ninguém será mantido em escravatura ou em servidão; a escravatura e o trato dos escravos, sob todas as formas, são proibidos.

domingo, janeiro 08, 2006

a caracolinha das 18h05




Hoje é dia 8 de janeiro,
e é o aniversário da Caracolinha.
É o dia de a felicitarmos
porque é uma pessoa linda
e que tem sempre uma palavra amiga.

E que nos diz a carta astral ?

Diz-nos que tem o sol em capricórnio na casa 7.
signo ascendente em caranguejo,
tem a lua em virgem,
urano e jupiter em balança,
marte em escorpião na casa 5, ui!!!
mercúrio em aquário,
a roda da fortuna e vénus em peixes,
e saturno em carneiro.


Sol na Casa VII - Possui uma grande capacidade para relacionamentos íntimos e pessoais. O casamento é de extrema importância para a sua vida e se o Sol estiver bem aspectado atrairá o parceiro ideal. Caso contrário há necessidade de uma grande dose de compreensão para a vivência a dois. Capacidade para criar amizades na verdadeira acepção da palavra. Relações públicas seria um trabalho ideal.

Lua em Virgem - Tímido, reservado e discreto preferindo sempre actuar sem dar nas vistas. Prático, trabalhador e exigente e sempre atento aos pequenos pormenores. Dá extrema atenção às questões de higiene e limpeza.

LUA na Casa 3 em SEXTIL a Ascendente na Casa 1-
Sextil Lua = Ascendente - Este aspecto permite estabelecer boas relações em todos os sectores da vida.

Júpiter na Casa IV - Júpiter Natal está na Casa IV e daí toda essa harmonia, conforto e segurança no seio familiar. Provávelmente já nasceu com uma vida estável, mas a segunda metade da vida ainda é melhor. É de contar com heranças em bens imobiliários.

VÉNUS na Casa 9 em TRÍGONO a MARTE na Casa 5 - Trígono Vénus = Marte - Uma habilidade nata para saber lidar com o sexo oposto e agir com as outras pessoas. Sabe ser agradável naturalmente e sente um grande prazer em companhia do sexo oposto. Um casamento feliz. Sociável, activo e de temperamento alegre. Sucesso social. Um sentido de estética muito refinado.

E mais não digo aqui... :)

Mas digo que lhe desejo
um dia muito feliz e um futuro risonho.
PARABÉNS CARACOLINHA!
Muitos anos de vida!

sexta-feira, janeiro 06, 2006

alguém quer um husky?

para amar e respeitar

Localização: Canil Torres Vedras
91 754 01 22 - 96 543 84 45- 96 503 91 02 - 96 796 17 32
Carta Internacional dos Direitos Humanos
Declaração Universal dos Direitos do Homem

Artigo 3.º
Todo o indivíduo tem direito à vida, à liberdade e à segurança pessoal.

recebido por e-mail

quinta-feira, janeiro 05, 2006

a não perder

Inauguração da exposição de pintura de
Teresa Almeida Rocha
dia 9 de janeiro de 2006, às 18h00
ISPA - instituto superior de psicologia aplicada
Rua Jardim do Tabaco 34 - Lisboa
(estacionamento junto ao rio)

Teresa Almeida Rocha (N. 1962)
Estudou Pintura nos anos 70.
Licenciatura e Mestrado em Psicologia Educacional no ISPA,
onde é docente. Investiga no domínio do Desenvolvimento Estético e Educação Artística. Coordena o Grupo GIPA
(Grupo de Intervenção pela Arte)

Carta Internacional dos Direitos Humanos
Declaração Universal dos Direitos do Homem

Artigo 2.º
Todos os seres humanos podem invocar os direitos e as liberdades proclamados na presente Declaração, sem distinção alguma, nomeadamente de raça, de cor, de sexo, de língua, de religião, de opinião política ou outra, de origem nacional ou social, de fortuna, de nascimento ou de qualquer outra situação.

Além disso, não será feita nenhuma distinção fundada no estatuto político, jurídico ou internacional do país ou do território da naturalidade da pessoa, seja esse país ou território independente, sob tutela, autónomo ou sujeito a alguma limitação de soberania.

quarta-feira, janeiro 04, 2006

Carta Internacional dos Direitos Humanos
Declaração Universal dos Direitos do Homem

Artigo 1.º
Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e em direitos. Dotados de razão e de consciência, devem agir uns para com os outros em espírito de fraternidade.

segunda-feira, janeiro 02, 2006

amor é fogo...


Isabel Magalhães

amor é fogo
2005
70 x 70 cms
acrílico sobre tela

(Col. Pedro Magalhães e Carla Maria Batista)

domingo, janeiro 01, 2006

1 de JANEIRO de 2006

365 novos dias para usar.
Façamo-lo da melhor maneira
!

FELIZ 2006!



quarta-feira, dezembro 28, 2005

rio azul




Isabel Magalhães

Rio Azul
2001
73 x 92 cms
acrílico sobre tela

(Col. Particular)


- "Tens muito que fazer?
- Não. Tenho muito que amar."
Sebastião da Gama

sexta-feira, dezembro 23, 2005

O País Verde


Isabel Magalhães

O País Verde
2000
73 x 60 cms
acrílico sobre tela

Portal da Candidatura de Cavaco Silva


Recebi por e-mail uma mensagem de Diogo Vasconcelos informando que está já "on line" a versão 2.0 do Portal da Candidatura do Prof. Cavaco Silva.
É oportuno dizer que Diogo Vasconcelos, um especialista das tecnologias informáticas, é o Mandatário Digital da Candidatura à Presidência da República do Prof. Cavaco Silva.
Num blog de acompanhamento, o blog do mandatário digital, Diogo Vasconcelos presta informação adicional sobre o Portal e revela algumas características curiosas como o facto de o Portal da Candidatura do Prof. Cavaco Silva ser o primeiro site português com capacidade de se ler a si próprio em voz alta, uma facilidade particularmente útil para pessoas cegas e pessoas idosas.

Como Soares deu um KO a si próprio



Mário Soares precisava, no debate final com Cavaco Silva, de ser politicamente contundente mas, também, construtivo e credível. Foi, apenas e só, agressivo no tom e destrutivo nas palavras. Precisava de abrir brechas no distanciamento esfíngico de Cavaco, de o fazer descer do pedestal de superioridade em que tem decorrido a sua campanha. Conseguiu, apenas e só, desgastar-se a si próprio em ataques e indelicadezas sucessivas reforçando a aura de seriedade e respeitabilidade do seu adversário.
Mário Soares não fez uma única intervenção, uma única, ao longo de mais de uma hora de debate, com uma ideia para o país, com uma proposta mobilizadora, com uma mensagem positiva. Foi reiteradamente agreste, catastrofista, acintoso, negativista. Obcecado em denegrir e abalar o adversário, esqueceu-se de que estava a falar para os portugueses, perdeu a compostura e o discernimento, transformou uma campanha presidencial num recinto de luta livre, converteu um debate político numa conversa, azeda e ressentida, de vizinha rezingona e maldizente.
Soares chamou tudo o que podia chamar a Cavaco. «Não tem competência, não tem temperamento, não tem conversa, não é um social-democrata, é um homem de direita, quer vender gato por lebre, não tem uma formação democrática precisa, não fala, está blindado, deu o poder a outro porque tinha medo de ser julgado e de perder, é um político intermitente, só gosta de panegíricos, só governa em tempo de vacas gordas, é um economista razoável, não é um suprassumo da economia, tem vergonha do partido dele, quando está com outras pessoas ou fala de economia ou cala-se, etc., etc., etc».
A diatribe de Soares foi-se tornando, a cada remoque ou intervenção que fazia, mais incómoda para os espectadores, mais patética pela exaltação, mais confrangedora pelo excesso de linguagem e pela gratuitidade dos ataques. Chegou a roçar a inconveniência, como na alusão às conversas com políticos europeus sobre o comportamento de Cavaco quando este era primeiro-ministro.
Cavaco nem precisou de ser brilhante para sair claramente por cima deste debate. Bastou-lhe ignorar a má-língua, não baixar ao nível conflituoso e chocarreiro do seu adversário, falar do [que] pensa poder ser o seu papel em Belém e, em sintomático contraste, deixar cair alguns elogios às qualidades do opositor. Enquanto isso, Mário Soares tratava, acusação atrás de acusação, golpe após golpe, de dar um KO a si próprio e de se pôr fora de combate.

in Expresso on-line
21 Dezembro 2005

quarta-feira, dezembro 21, 2005


BOAS FESTAS
SANTO NATAL E FELIZ ANO NOVO

PAZ NA TERRA AOS HOMENS DE BOA VONTADE


gentilmente 'cedido' aqui

sexta-feira, dezembro 16, 2005

PERSPECTIVAS - Arte Contemporânea

EPRDF...#05 - grafite e pigmento sobre papel
115 x 85 cm - ano 2005


emeksef (Francisco Xavier Menezes) - (1969, Moçambique)
1º ano do Doutoramento em "Prática e Teoria da Pintura", Universidad del País Basco, Espanha.
Licenciado em Artes Plásticas - Pintura, na Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa.
Participa em exposições desde 1993 em Portugal e no estrangeiro.

quarta-feira, dezembro 14, 2005

PERSPECTIVAS - Arte Contemporânea


Manuela Jardim

Mercado
2003
óleo sobre tela
100 x 100 cms


manuela jardim - 1949 Guiné Bissau
Licenciada em Artes Plásticas - Escultura, Escola Superior de Belas Artes de Lisboa. Cursos de gravura, têxteis e decoração da Fundação Ricardo Espírito Santo; serigrafia no Institut Nacional d'Education Populaire de Paris.

sábado, dezembro 10, 2005

PERSPECTIVAS - Arte Contemporânea



Casa Santa Rita
Galeria de Arte - Sala de Chá
10 DEZ. 05 a 12 JAN.06
INAUGURAÇÃO ÀS 16H
TERÇA A DOMINGO 14H ÀS 19H

sexta-feira, dezembro 09, 2005

nove de dezembro


É como diz a Laerce; dar os parabéns a alguém via blogoesfera, tem que se lhe diga. Cá por mim, estou em vantagem... tive mentora. Partilhámos a ideia mas o legado da pesquiza foi-me dado todo feito. Além da primazia da escolha.

A amiga que hoje festeja o seu dia, tem uma vasta obra num blogue que visito assiduamente. É dela o texto que vos ofereço e que escolhi porque fala da cidade que tanto ama, e que eu tanto amo por ser a minha cidade.

E porque sei que gosta de café, e de se sentar nos cafés que são o ‘ex-libris’ da cidade de Lisboa, escolhi esta tela do Pintor António Soares para lhe oferecer, virtualmente, no dia do seu aniversário.

PARABÉNS,
Musalia! Tchim! Tchim!

(se fores ao Japão e se brindares, não digas ‘tchim, tchim!’. Disseram-me que não convém! :) )



António Soares
No Terraço do Café
s/data

(Lisboa, Século XX nas Artes Plásticas)


DEAMBULAÇÕES

Sigo o ritmo do barco e atravesso o rio. Os meus pensamentos rasgam a bruma e enchem-se do ouro jaldelino do velho Terreiro a que a proximidade do Tejo empresta colorações venezianas. Recolho o marulhar da água em lufadas tranquilas ao longo do cais das colunas e da ribeira das naus e, fechando os olhos, quase capto os acordes da Casa da Ópera e o tilintar dos tesouros das Casas de Ceuta e da Índia junto ao velho Paço da Ribeira, deslocado da antiga Alcáçova do Castelo.Inicio o percurso à beira rio demorando-me no olhar límpido do vendedor de castanhas que me estende o cartucho de forma maquinal, rosto sulcado por fina teia de rugas. Aconchegada no calor que se liberta das pedras seculares, embrenho-me, em seguida, nas ruas de traçado rectilíneo de gosto pombalino. Não me guia um itinerário definido, apenas me entrego a esta sensação de bem estar que sempre embala as minhas deambulações pela Baixa citadina e cruzo os espaços acertando os tempos com as memórias. Subo a Rua do Alecrim, de odores desvirtuados pela essência dos raminhos de violetas nos cestos das vendedeiras e pelo aroma do café da Brasileira, ao cimo do largo das duas igrejas e a ambos cedo, amainando o passo e o pensamento. Notas de uma cantata de Bach saltitam nos degraus do pórtico da Igreja dos Mártires, entro e aquieto-me na embriaguês intensa desse amor descoberto no início da adolescência. Acalmia e silêncio devolvem-me à calçada onde me misturo ao palpitar da cidade.

musalia

segunda-feira, dezembro 05, 2005

dia internacional do voluntariado



No dia internacional do voluntariado, a recém eleita Junta de Freguesia de Linda-a-Velha, procedeu ao lançamento oficial do seu Banco de Voluntariado, no salão nobre do Palácio dos Aciprestes.

Este Banco de Voluntariado foi uma das promessas feitas aos munícipes e está já a funcionar assim como o site

www.voluntariado-lav.org onde consta toda a informação detalhada, e o e-mail

banco@voluntariado-lav.org para inscrições.

As informações e contactos também poderão ser feitos através da Junta de Freguesia no Largo do Mercado, pelo telefone 21 414 18 95, e jfreglindavelha@netcabo.pt

quinta-feira, dezembro 01, 2005

LUAR


ISABEL MAGALHÃES
Luar
1998
50 x 70 cms,
tecnica mista, colagem e óleo s/tela


Col. Pedro Magalhães

quarta-feira, novembro 30, 2005

teresa almeida rocha


Criptografia, 2005, 60 x 60 cms, Acrílico s/tela


para quem gosta de azul!...


gentilmente cedido pela autora

terça-feira, novembro 29, 2005

SIMBOLOGIA




ISABEL MAGALHÃES
Simbologia, 2000, 60x50 cms, acrílico s/tela

(Col. Pedro Magalhães - Designer de Comunicação)


"A caminho dos azuis
o sinal, o branco
no meio do caminho
a barreira
na direcção
para além dos azuis..."

banco de voluntariado - freguesia de linda-a-velha




As informações e contactos também poderão ser feitos
através da Junta de Freguesia no Largo do Mercado,
pelo telefone 21 414 18 95

segunda-feira, novembro 28, 2005

teresa almeida rocha

Teresa Almeida Rocha
Águia II
1999
acrílico s/tela

(da exposição JANELAS, Galeria Casa Santa Rita, Colares/Sintra)