terça-feira, dezembro 11, 2007

sábado, dezembro 01, 2007

A Restauração da Independência Portuguesa (1640)



A Restauração da Independência Portuguesa (1640)


[D. João IV ]

Dá-se o nome de Restauração ao regresso de Portugal à sua completa independência em relação a Castela em 1640, depois de sessenta anos de regime de monarquia dualista (1580-1640) em que as coroas dos dois países couberam ambas a Filipe II, Filipe III e Filipe IV de Castela. Nos anos imediatamente anteriores a 1640 começou a intensificar-se o descontentamento em relação ao regime dualista em parte dos membros da classe aristocrática, dos eclesiásticos (principalmente os jesuítas, que exploraram nesse sentido as crenças sebastianistas – e, em geral, «encobertistas») e acaso também entre os interessados no comércio com as províncias ultramarinas do Atlântico. (…) A má administração do governo espanhol constituía uma grande causa de insatisfação dos Portugueses em relação à união com Castela. Dessa má administração provinha o agravamento dos impostos. (…) A 6-VII-1628 era expedida a carta régia que, sem o voto das Cortes (por tradição, indispensável para que se criassem novos tributos), mandava levantar, por meio de empréstimo forçado, as quantias necessárias para a defesa, durante seis anos, de todos os lugares dos nossos domínios ameaçados pelos estrangeiros. A população mostrou logo a sua má vontade. (…) A tensão agravou-se quando o clero (cujos privilégios o isentavam de tais imposições) se viu também incluído na colecta geral. (…) Também no Ultramar surgiram protestos. (…) Em 1635 era estendido a todo o reino o imposto do «real de água», bem como o aumento do das sisas. Em 1634 confiava Olivares o governo de Portugal a uma prima co-irmã de Filipe IV, a princesa Margarida, viúva de Vicêncio Gonzaga, duque de Mântua. Ao mesmo tempo (fins de 1634) Miguel de Vasconcelos era transferido do seu posto de escrivão da Fazenda para as elevadíssimas funções de secretário de Estado, em Lisboa, junto da duquesa, cargo em que teve ensejo de desagradar muito aos Portugueses não partidários de Castela. (…) Num escrito editado em 1641, sob o título Relação de tudo o que se passou na felice aclamação, declara-se que D. António de Mascarenhas «fora a Évora a amoestar aos cabeças daquela parcialidade que não desistissem do começado e que, para que a empresa tivesse bom sucesso, pedissem amparo à Casa de Bragança». Era no duque, com efeito, que se pensava para chefe da insurreição e futuro monarca de Portugal independente; mas ele não achava oportuno o momento para tão grande aventura, e tratou de dar provas públicas de que reprovava a ideia. É de notar, todavia, que aos incitamentos internos se acrescentava um exterior, provindo da França, (…) então em luta com a Espanha, [que] se empenhava em impelir Portugal e a Catalunha contra o governo de Madrid. (…) Em 1638 tomou o conde-duque uma outra resolução que descontentou a nossa gente: a pretexto de os consultar sobre uma projectada reforma
da administração do nosso País, convocou a Madrid grande número de fidalgos, e ordenou levas de tropas para servir nas guerras que a monarquia espanhola sustentava, sangrando assim Portugal das suas maiores forças. (…) O que veio dar mais impulso à ideia da independência foram as novas exigências do conde-duque. Em Junho de 1640, com efeito, insurgia-se a Catalunha, e Olivares pensou em mandar portugueses a combater os catalães revoltados, ao mesmo tempo que se anunciavam novos impostos. (…) Aderiram à conjura o juiz do povo, os Vinte e Quatro dos mesteres e vários eclesiásticos, entre os quais o arcebispo de Lisboa, D. Rodrigo da Cunha. Deram também a sua colaboração o doutor Estêvão da Cunha, deputado do Santo Ofício, e D. António Telo. Em Outubro realizou-se uma reunião conspiratória no jardim do palácio de D. Antão de Almada, a S. Domingos, em Lisboa. Assistiram, além dele, D. Miguel de Almeida, Francisco de Melo, Jorge de Melo, Pêro de Mendonça e João Pinto Ribeiro. (…) Teve também influxo na resolução a mulher do futuro Monarca, D. Luísa de Gusmão. (…) Chegado a Lisboa a 21-XI-1640, João Pinto Ribeiro convocou os conspiradores para uma reunião num palácio que o duque tinha em Lisboa e onde ele, João Pinto, residia. Decidiu-se estudar em pormenor o plano do levantamento, amiudando-se as reuniões. Por fim, marcou-se o momento de sublevação: 9 horas da manhã de sábado, 1.º de Dezembro. Na noite de 28 para 29 surgiram complicações, por haver quem julgasse que eram poucos os conjurados; mas João Pinto Ribeiro, a quem quiseram encarregar de transmitir ao duque o intuito de se adiar, opôs-se tenazmente a tal ideia, numa discussão que se prolongou até as 3 horas da manhã. (…) O dia 1.º de Dezembro amanheceu de atmosfera clara e muito serena. Tinham-se os conjurados confessado e comungado, e alguns deles fizeram testamento. Antes das 9 horas foram convergindo para o Terreiro do Paço os fidalgos e os populares que o padre Nicolau da Maia aliciara. Soadas as nove horas, dirigiram-se os fidalgos para a escadaria e subiram por ela a toda a pressa. Um grupo especial, composto por Jorge de Melo, Estêvão da Cunha, António de Melo, padre Nicolau da Maia e alguns populares, tinha por objectivo assaltar o forte contíguo ao palácio e dominar a guarnição castelhana, apenas os que deveriam investir no paço iniciassem o seu ataque. Estes rapidamente venceram a resistência dos alabardeiros que acudiram ao perigo e D. Miguel de Almeida assomou a uma varanda de onde falou ao povo. Estava restaurada a independência…



Bibliografia: In Grande Enciclopédia Portuguesa e Brasileira, Editorial Enciclopédia, Limitada, Vol. 25, Lisboa/Rio de Janeiro, 1978, pp. 317-319.



segunda-feira, novembro 12, 2007

Junta as tuas meias às minhas... e torna os dias e as noites mais quentes!

Campanha de Angariação de Meias para os
Sem Abrigo de Lisboa
Comunidade Vida e Paz
Objectivo - angariar 5000 pares
de meias até à noite de Natal!


As Meias deverão ser entregues ou enviadas para:
Campanha – Aquecer Lisboa com Meias!
Rua Domingos Bomtempo, nº 7
1700 – 142 Lisboa

sábado, novembro 03, 2007

SEIS MESES DE VIDA

O bebé da casa faz hoje seis meses. PARABÉNS "G"!
(foto 5 meses)

terça-feira, outubro 09, 2007

Tiqqun - A Libertação do Pecado


30 Telas de maria sobral mendonça
e um filme de lauro antónio
Obra realizada no Alentejo durante o anos de 2006 e 2007...
no dia 11 de Outubro às 18 Horas
Edifício dos Paços do Concelho em Lisboa


De domingo a sexta das 9h00 às 17h00
encerra: sábados e feriados
exposição patente até 30 de novembro.

segunda-feira, outubro 01, 2007

PRAHA - III

KAFKA é um símbolo sempre presente.

O requinte de um café expresso, algures num páteo de uma galeria de arte no bairro judeu.


Na praça da Câmara Velha, a que tem o famoso e sempre fotografado relógio com fases da lua e signos astrológicos, as parelhas que puxam as charretes têm estes sui generis adornos e há-os de todas as cores para marcar uma qualquer diferença. Tentei perguntar a um dos condutores mas a resposta não veio e o ar de desinteresse desincentivou nova tentativa.

O Posto de Informações e Turismo, situado próximo da Ponte Karel IV (Carlos IV) ou Ponte dos Santos, onde também está representado Santo António (o nosso) mas sempre de Pádua no dizer das placas de todas as igrejas onde vi a imagem, tem o cartaz escrito em checo. Apenas checo, como se pode ler. Não entrei, já estava munida de um mapa e um guia.

Interior da Catedral (vista parcial).

Fotos: Isabel Magalhães (reservados os direitos)

terça-feira, setembro 25, 2007

URGENTE

Caros Amigos e Leitores dos meus blogues;

Hoje, e de forma que ainda não entendo, toda a minha lista de contactos de e-mail desapareceu do meu computador e estou impossibilitada de contactar convosco de outra forma.

Curiosamente, recebi um e-mail enviado por uma das leitoras deste espaço, que me avisava sobre um novo e recente virus que rouba toda a lista de contactos, e que essa lista é posteriormente usada para pedir dinheiro em nome da pessoa a quem foi roubada.

Assim, e porque a minha situação económica não está "ainda" a ponto de ter que recorrer a pedidos de €€€€€€ aos amigos, caso recebam os tais e-mails contactem comigo antes de depositarem o que quer que seja na tal conta que os gatunos vos fornecerem.

E não, isto não é uma 'partida'; a minha lista de contactos e-mail desapareceu totalmente.

Acresce que tenho anti-virus e firewall e o meu servidor de internet também 'diz' que está super protegido. O meu computador também não acusa qualquer vestígio de virus.

Acautelem-se.

[[]] e ***
Isabel Magalhães


.

quarta-feira, setembro 19, 2007

PRAHA - II

Praha, depois de uma viagem de seis horas e meia desde Budapeste, num comboio que tinha a Alemanha por destino, e após a confusão que sempre se gera entre os que desembarcam e embarcam e as respectivas bagagens num cais de plataforma elevada, ao ar livre, sem qualquer informação numa língua 'mais comum' e sem me restar alternativa senão seguir a corrente.
Desci escadas, não vi rampas para deficientes por onde pudesse puxar o meu 'troley' com mais facilidade, e andei por corredores subterrâneos infindáveis antes de chegar ao local em que tudo acontece, tudo o que é suposto acontecer numa estação internacional - o câmbio, o caixa automático, um balcão de agência de viagens, bilheteiras de caminho de ferro e um balcão de informações onde tentei conseguir um mapa e um táxi.
O funcionário falava alegremente ao telefone com uma expressão que denunciava não se tratar de 'serviço' e fumava... fumava... expelindo o fumo sobre os que aguardavam.
Cansado de esperar um outro turista bateu no balcão numa tentativa de atendimento e recebeu de volta uma expressão muito zangada de alguém sempre de telefone na mão.
Quando chegou a minha vez avancei um 'Taxi, please' e recebi um seco 'outside' mas eu nem sabia como chegar ao 'outside' depois de tanto corredor e da ausência de placas informativas. Ainda acrescentei 'city map, please' e tive como resposta, ainda antes de ver o mapa, não sei quantas 'coroas checas'. Alertada por um passageiro que apontava para um cartaz no balcão de informações que publicitava 'free maps' perguntei pelos tais 'free maps'. Que eram 'para quem comprava bilhete de comboio'! Desisti. Afastei-me do balcão deixando para trás o funcionário que conversava ao telefone e fumava para cima dos que pacientemente esperavam ter a resposta que não chegava.
Depois do caixa automático e de uma pequena conversa com um casal brasileiro que também se queixava de mau atendimento e dicriminação, e sempre sem mapa, encontrei o terminal dos táxis que, e ao contrário de Budapeste, não estão organizados com taxa fixa para o centro da cidade, e que deixam o turista ao sabor do taxista que até pode ser honesto mas há excepções. Circulou, circulou, circulou, e começámos a notar que já conheciamos a paisagem e que o táxi entrava numa via rápida para voltar a sair antes de entrar novamente, e depois de perguntar duas vezes 'ainda falta muito?' chegámos finalmente ao hotel.
Sabíamos estar já dentro do perímetro da parte velha da cidade, muito próximo do rio Moldava, mas o que não sabíamos é que a estação de caminho de ferro ficava a escassas centenas de metros não compatíveis com a longa viagem de táxi e a importância marcada no táximetro.
Num rápido relance o aspecto dos edíficios, escuros e degradados, deixou-nos com saudades de Budapeste, impressão que não perdurou porque no quarteirão seguinte e já com edifícios recuperados e alguns outros tapados com protecções que encobriam andaimes, Praha começava a mostrar a beleza que a habita.


Os eléctricos de Praha têm um rodado barulhento

Edifício com pintura 'tromp l'oeil'


Palácio Nacional

" TÚ ÉS PEDRO... "

Catedral

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quinta-feira, setembro 06, 2007

PRAHA - MUSEU FRANZ KAFKA






A parte central das esculturas é móvel e rotativa.

O pequeno lago estava cheio de moedas. (não sei a finalidade das ditas mas, "et à cause" também lá deitei algumas.) :)

Interessantíssimo estar sentada num banco próximo e observar as pessoas; primeiro o ar de surpresa e depois as gargalhadas.

O restaurante era chiquíssimo e o menu à porta também nos dizia que era carérrimo. De notar que os chapeus de sol têm patrocínio "Moët et Chandon" e não de uma qualquer cerveja ou vulgar refrigerante.


quarta-feira, julho 04, 2007

Viagens. Apontamentos.


Budapeste
Imagens de uma cidade dividida por um rio. O Danúbio.


No Danúbio. Rebocador? Empurrador?

Candeeiro público
(pormenor)

Vitrais - Four Seasons Hotel - Palácio Gresham



Entrada do Gresham Palace

" Antes de ser adquirido para restauração e turismo, era um mero edifício de apartamentos situado numa das mais espectaculares zonas da cidade, a Praça Roosevelt, sobranceira ao Danúbio e à Ponte das Correntes, e usufruindo de uma localização privilegiada apenas comparável à dos Campos Elíseos, em Paris, ou a Quinta Avenida, em Nova Iorque. "



Hall do Gresham Palace

" Foi um palácio, passou a ser um hotel, mas nunca deixará de ser um palácio. E, acima de tudo, nunca deixará de nos fazer sentir como se fizéssemos parte da realeza. O fascínio do Four Seasons Hotel Gresham, em Budapeste, é para toda a eternidade e para toda a gente. "


Entrei várias vezes no Gresham. Pimeiro, porque consta de todos os roteiros e depois porque apetece vê-lo ao pormenor, percorrer o enorme Hall em forma de T, demorar os olhos nas montras das lojas, sentir o ambiente, usufruir da baixa temperatura, - por contraste com os quase 30ºC do exterior - ouvir o som do piano que toca a partir das 18:00, no conforto dos muitos sofás e maples à disposição do cliente e do visitante, absorver a beleza das duas telas de pintura moderna de enormes dimensões exibidas à entrada, e depois e também porque os 'toilletes' dos hoteis da cadeia 'Four Seasons' são um 'must' e o de Budapeste não é excepção, muito embora não sejam tão bonitos e alegres como os do hotel 'The Pierre' de N.Y. porque a "Arte Nova " a isso obriga.

O Hotel Gresham tem um restaurante de classe, o 'Páva', onde me detive à entrada a observar a ementa e a tomar conhecimento das iguarias nela descritas assim tipo "diz-me o que comes...". Por curiosidade, apenas por curiosidade, o jantar menú custa a módica quantia de 125 euros e não me lembro se os vinhos estavam incluidos.

De regresso a casa descobri o site:
que julgo interessante para quem possa sentir curiosidade depois da leitura destes breves apontamentos.


Ponte dos Habsburgo
(pormenor)



Ponte dos Habsburgo
(do lado Buda)

Hotel Gellért
Termas
(Buda)


Santo António com o Menino Jesus.
Sempre presentes nas muitas Igrejas que visitei.
Imagem exposta numa Igreja subterrânea na colina Gellért.



Santa Isabel da Hungria
(Igreja sob a colina Gellért)
Uma verdadeira surpresa encontrar a imagem da Santa.

Era tia-avó da Rainha Santa Isabel (Aragão) mulher de El-Rei Dom Dinis. Foi canonizada por lhe ter sido atribuído - entre outros - o Milagre das Rosas.



Estação de caminho de ferro
(Eastern Station)
Fachada principal



Eastern Station
Comboio Budapeste - Praga, via Bratislawa.

Seis horas e trinta minutos de viagem num percurso de 650 kms, com as chegadas e partidas rigorosamente de acordo com o horário que nos foi entregue aquando da compra do bilhetes e reserva de lugares.
Durante a viagem, a demora verificada num dos percursos devido a trabalhos na linha, foi compensada em andamento.
A paisagem é verde, maioritariamente de floresta, mas também de campos de cultivo. Na paragem em Bratislawa avistava-se a cidade ao longe, num cenário industrial e com uma construção de blocos de betão típica das periferias no leste. E, nas várias paragens, os "graffiti" marcavam presença constante para nos lembrar que a paisagem não era tão deserta quanto poderia parecer.

PIANO

PIANO

quarta-feira, junho 27, 2007

VIAGENS. APONTAMENTOS

BUDAPESTE - MAGYAR NEMZETI GALÉRIA . 1957 - 2007 .

bilheteira e acesso ao funicular

o funicular - puxado por cabos


o percurso do funicular




Exposição Comemorativa
1957 - 2007

(50 ÉVES - 50 ANOS)



O Danúbio e o lado PESTE. Foto tirada da Galeria Nacional (lado BUDA)


Cheguei a Budapeste no início de uma tarde de um dia de sol e temperatura alta e depois de deixar a bagagem no Hotel Carlton de Buda, um local simpático na segunda paralela ao Danúbio, no sopé do Bairro do Castelo onde, curiosamente, não há castelo nenhum, atravessei a Ponte dos Leões (Ponte das Correntes) e deixei-me perder na parte velha da cidade. Ao fim de um bom par de horas e porque a sede apertava, procurei uma esplanada agradável, (o que não é difícil já que a oferta abunda) onde as mesas e cadeiras de madeira, e os chapeus de sol de bom gosto e requinte me fizeram esquecer o algum 'nacional pirosismo' que nos é próprio. Nada de empregados esbaforidos, desatentos, mas sim jovens de muitissimo bom aspecto que embora com dificuldade na língua inglesa não tinham dúvida em entender o meu alemão rudimentar e a mão que apontava em caso de necessidade.

Nesse largo, e a meia dúzia de passos, uma Galeria de Arte mantinha as portas abertas, muito depois de as lojas já estarem encerradas. Os grupos de pessoas que confraternizavam na rua, de copo na mão e roupa com ar de celebração especial, não deixavam dúvidas a respeito da 'vernissage' que aí decorria.

Deixei os meus companheiros de viagem na esplanada e fui. Os meus jeans atrairam a atenção da Dona da Casa que falava alemão mas desconhecia o idioma da velha Albion. Convidou-me a entrar, chegando a percorrer comigo uma parte da mostra com imensas explicações em Húngaro, a que se juntou o Artista Autor, que acabou por me contar que conhecia Portugal. Era católico e viera a Fátima. Depois de alguns minutos de conversa, desejámo-nos mútuo sucesso na Pintura e saí.

Numa das noites escolhemos uma esplanada de um pequeno hotel/restaurante à beira do Danúbio para fazer a nossa refeição ao som dos violinos. Ir a Budapeste e não jantar ao som dos violinos é como ir a Roma e não ver SS. o Papa. Estas esplanadas têm um menu turístico a preço 'razoável' que no entanto perde toda a 'razoabilidade' depois de lhe ser acrescentado o acompanhamento, (batatas fritas ou salada) as bebidas, (neste caso água lisa engarrafada) a sobremesa, o café e o serviço. Como exemplo, um menú composto de uma pequeníssima entrada e um pedaço de peito de frango grelhado, decorado com duas rodelas de tomate, ronda, no mínimo, os 20 euros. Acrescido dos restantes items já descritos atinge facilmente os 50 euros per capita.

Como é uso dizer-se, não acho que seja caro. Nós é que estamos a ganhar pouco.

Nota: A Galeria Nacional é enorme e o acervo descrito no bilhete ocupa cada um dos cinco pisos do edifício. No último piso estava também patente uma exposição de Arte infantil/juvenil com trabalhos de grande qualidade.
Por ser o ano em que celebra 50 anos a admissão é livre.

segunda-feira, junho 25, 2007

VIAGENS. APONTAMENTOS.



Uma sopa de 'Goulash'

Um caldo de carne, com alguns (poucos) pedaços de carne e feijões, num café com esplanada na zona antiga, relativamente perto do rio Danúbio, Huf 1.250 + 20% de serviço. Uma garrafa de 33 cls. de água sem gás, o equivalente a 3,60 euros. Um café 'expresso' 3,50 euros.

domingo, junho 24, 2007

E por falar em estatísticas...

instalei um contador de visitas.










O Danúbio a separar Budapeste. Com Peste em plano de fundo.

segunda-feira, junho 18, 2007

UM PRÉMIO SOLANO


O RUI FREITAS, meu Amigo e Companheiro de Partido, teve a gentileza de contemplar o "À Rédea Solta " com o Prémio
BLOG COM TOMATES.
Ora eu, grande apreciadora da cozinha mediterrânica, - aliás nem sei como se pode cozinhar sem tomates - não posso deixar de lhe agradecer publicamente a atribuição, e de referir a pessoa vertical que ele é e o excelente profissional da área do Jornalismo que continua a ser.

Assim, e porque nesta coisa há regras a cumprir, nomeio outros cinco dos muitos que poderia nomear, pela forma corajosa como estão na blogosfera.

A saber:


segunda-feira, junho 04, 2007

PIANO


O PIANO auto-apagou-se.

Até outro dia, num outro PIANO...



SEMPRE!

segunda-feira, maio 28, 2007

3º aniversário do blogue

Foto picada da net

Ontem, dia 27 de Maio, o " À rédea solta " festejou mais um aniversário de presença assídua, e é com um enorme carinho que vos agradeço a TODOS o vosso contributo indispensável.


Grata. Sinceramente.


terça-feira, maio 22, 2007

O " AWARD " Boomerang.


Os meus amigos, José António Baptista do blogue Caracol Carolas, e o misterioso Politicopata do blogue Eu sou o Politicopata, resolveram, num momento de pura alucinação, 'atirar-me' com mais dois destes. Estou muito grata a ambos mas - e que me desculpem - resolvi não seguir a corrente. (Fiquem calmos que vem aí outra) :)

Deixo um abraço carinhoso, a dividir.


Um " verdadeiro " TURNER

Foto do incêndio


Guardado pelo Reino Unido como último clipper e símbolo do seu império nos mares, o ‘Cutty Sark’, ontem devastado por um incêndio, tem também a sua história portuguesa. De 1895 a 1923, chamou-se ‘Ferreira’ e ‘Maria do Amparo’, fez viagens em tempo recorde, na altura, de Lisboa ao Rio de Janeiro, em 36 dias. De volta ao país de origem tornou-se veleiro museu desde 1954. . . .