quinta-feira, outubro 13, 2005
sábado, outubro 08, 2005
ALENTEJO II
quarta-feira, outubro 05, 2005
terça-feira, outubro 04, 2005
Ainda o Dia Mundial do Animal
Falta a 'Bárbara', uma cadela de pastor alemão cruzada com rafeiro, o que faz dela uma SRD - sem raça definida - que é pertença da APCA, Canil de São Pedro de Sintra, e que ‘apadrinhei’ como forma de ajudar a custear o sustento dos cerca de 200 cães lá alojados
Num País cuja Constituição não contempla - ainda - o apoio oficial aos animais, são os voluntários que empenhados nesse trabalho de ajuda material e de mão-de-obra, vão fazendo com que muitos milhares de animais errantes e abandonados subsistam, sejam tratados, vacinados, desparasitados, se controle a natalidade com campanhas de donativos para esterilização das fêmeas, e evite a barbárie a que muitos estão sujeitos.
Voluntários Precisam-se! Todos não somos demais!
DIA MUNDIAL DO ANIMAL
Não fique indiferente.
Faça qualquer coisa.
Tome uma atitude!
Colabore com uma
Associação de Protecção Animal
da sua zona.
segunda-feira, outubro 03, 2005
sábado, outubro 01, 2005
O CÃO DE SERRA DA ESTRELA
terça-feira, setembro 27, 2005
Associação Amigos da Bicharada
Mas temos de ter presente o seguinte:
Para grandes causas, grandes soluções; para pequenas causas, pequenas soluções!
O mal-estar que se instala em quem quer dar uma ajuda, por mais pequena que seja, é a desconfiança de que os fundos serão desviados e mal aplicados.
Algo que se pode fazer, por exemplo para ajudar na luta contra a fome, é contribuir com bens para o Banco Alimentar. Neste caso não há contribuição monetária e estamos a ajudar, mas ainda fica a dúvida: isto chegará ao destino?
Este é o problema das causas a larga escala.
Por cá também temos a nossa quota-parte de problemas: fome; droga; sem-abrigo; etc.
Se olharmos para outros problemas, que eventualmente são catalogados de “menores”, temos: maus-tratos aos animais; abandonos de animais; animais vadios; etc.
São estas causas consideradas “pequenas” que muitos voluntários e pessoas de boa-vontade tentam diariamente, com recursos limitados, ajudar.
Se pensarmos bem sobre o assunto, estas pessoas estão a limpar a “porcaria” que fazemos. Estão a tirar-nos da frente a realidade que não queremos encarar e que muitas vezes perpetuamos!
Felizmente existem pelo país muitos canis e associações que dão abrigo e esperança aos animais que escorraçamos.
Infelizmente essas instituições vivem nas piores das condições!
Mesmo assim empreendem um esforço titânico para mudar a situação e tornar as coisas o melhor possível.
A APCA – situada no Canil de S. Pedro de Sintra - é uma dessas associações que luta diariamente com a sobrelotação de um espaço que já se revela decrépito – actualmente com quase 200 cães. No entanto graças a todos os que colaboram, conseguem dar um passo de cada vez tendo muitas situações de alegria, que apesar de tudo vão sendo poucas para as tristezas que enfrentam. (http://www.apca.org.pt/)
Recentemente a associação Amigos da Bicharada, localizada em Carcavelos de Lousa . Loures, lançou um alerta. Os cães que estão à sua guarda – actualmente 68 - correm risco de vida por falta de fundos!
Esta é no mínimo uma situação triste!
Esta associação enfrenta o problema da seca, ou seja, o poço que fornecia água secou. Perante este dilema e sem água canalizada, vêem-se obrigados a PAGAR aos bombeiros para fornecerem água, o que em consequência se reflecte na falta de verbas para a alimentação dos animais!
Situada literalmente no meio de nada, esta é uma instituição que apela efectivamente à boa-vontade das pessoas, já que além da ajuda aos animais a acessibilidade à zona é complicada. Mas este não será um obstáculo para quem quer ajudar!
Respondendo ao apelo, muitas pessoas se fizeram à estrada e foram à descoberta deste canil com a mala cheia de comida e muita boa-vontade no coração.
Perante o espanto e simpatia das pessoas locais, ao serem repetidamente interpeladas sobre a localização do dito destino, avançamos uma etapa de cada vez. Eis que chegamos a uma zona de uma beleza natural extraordinária, mas novo obstáculo se apresenta pela frente: caminhos de terra e de difícil acesso. Mas novamente surge a colaboração entre quem luta pelas mesmas causas: naqueles caminhos isolados as pessoas que se cruzam sabem que vêm e vão ao mesmo, e informam os recém-chegados das dificuldades que irão encontrar pela frente e como ultrapassá-las.
O último obstáculo revela-se o pior: o último troço tem de ser feito a pé! Mas não representa dificuldade, pois já se ouvem os latidos dos canitos prontos a receber-nos com lambidelas.
Antes da chegada ao portão o pensamento está na carga que ficou no carro, mas rapidamente se desvanece com a recepção calorosa dos cães e do seu tratador, um senhor que cuida das instalações e dos cães, e que em jeito de rotina prontamente se dispõe a ir buscar o carregamento com um carrinho de mão.
Encomenda entregue e chegou a altura de visitar as instalações. Apesar das dificuldades que enfrentam, os Amigos da Bicharada conseguem manter as coisas num aprumo exemplar e os animais bem tratados e acarinhados.
Um episódio menos feliz nesta visita foi quando soubemos que a esperada visita dos bombeiros para fornecimento de água estava a tardar!!
Se sentem vontade de ajudar não hesitem!
Existem muitas associações por aí. Basta uma pequena ajuda, serve de passeio e de exemplo para dar aos filhos.
Não é preciso ser em dinheiro, até porque os animais não vão comer aos restaurantes, comprem comida e levem até uma associação que queiram ajudar.
Podem começar pelos Amigos da Bicharada (912112168).
Não existem obstáculos que impeçam a compaixão de prevalecer, a boa-vontade de vencer e a entreajuda de imperar.
Não têm preço estas “pequenas” ajudas de grande importância!
Não custa nada e vale tanto!
A todos aqueles que participam e colaboram muito obrigado!
26 de Setembro de 2005
Rui Cabral
segunda-feira, setembro 26, 2005
domingo, setembro 25, 2005
Santana Lopes
As Causas da Decadência de Portugal
sexta-feira, setembro 23, 2005
NICOLAS DE STAËL
quarta-feira, setembro 21, 2005
MARGENS DO DOURO
Que diz além, entre montanhas,
O Rio Doiro à tarde, quando passa?
Não há canções mais fundas, mais estranhas,
Que as desse rio estreito de água baça!...
Que diz ao vê-lo o rosto da cidade?
Ó ruas torturadas e compridas,
Que diz ao vê-lo o rosto da cidade,
Onde as veias são ruas com mil vidas?
Em seus olhos de pedra tão escuros
Que diz ao vê-lo a Sé, quase sombria?
E a tão negra muralha à luz do dia?
E as ameias partidas sobre os muros?
Vergam-se os arcos gastos da Ribeira...
Que triste e rouca a voz dos mercadores!...
Chegam barcos exaustos da fronteira
De velas velhas, já multicolores...
Sinos, caixões, mendigos, regimentos,
Mancham de luto o vulto da cidade...
Que diz o rio além? Porque não há-de
Trazer ao burgo novos pensamentos?
Que diz o rio além? Ávido, um grito
Surge, por trás das aparências calmas...
E o rio passa torturado, aflito,
Sulcando sempre o seu perfil nas almas!...
Pedro Homem de Mello
*Para a Laerce, minha amiga das Terras do Douro.
terça-feira, setembro 20, 2005
As mais famosas receitas do Mundo
segunda-feira, setembro 19, 2005
ROUBOU, MAS FEZ OBRA!
Artistas Plásticos do Concelho de Oeiras
quinta-feira, setembro 15, 2005
LISBOA - Livro de Bordo
Falando de santos cumpre falar de São Vicente que está na Sé e que só viu Lisboa com os olhos de morto. Dever é dever, e este mártir, apesar de muito espanhol, até ficou ligado ao brazão do nosso Município por causa de certas fábulas do destino.
São Vicente, está provado, entrou no Tejo em cadáver navegante sob a guarda de dois corvos. Já ressequido e mirrado, acrescente-se. Já relíquia de sacrário, boca roída, dentes de fora. Chegou nessa figura e, embora santo, não teve uma palavra para a cidade que o recebeu. Sem um obrigado nem um ‘Dominus tecum’, recolheu à catedral como quem recolhe a uma fortaleza e, deserto, todo com ele, ficou-se a deixar correr os séculos por cima do seu cadáver.
Os corvos não. Os corvos, depois de uma viagem tão vigilante, mal se apanharam em terra puseram-se aos pulinhos para desentorpecer e, metendo por becos e travessas, entraram logo em convivência. Dentro em pouco já se tinham multiplicado em legiões de pássaros de taberna que eram um gosto de apreciar. Dois dos mais antigos vadiaram por tão longe e por tais sítios que no ano de 1630, vem nos livros, passaram as portas da cidade e chegaram à Bica de Arroios. Arroios, imagine-se. Um arrabalde de degredados, naquela época. Cheios de à-vontade, os dois aventureiros mataram a sede, descansaram, e para assinalarem o acontecimento gravaram a sua imagem na pedra do chafariz como um padrão de exploradores. Portuguesíssimos, estes pássaros.
Mas embora com um ou outro desvio para espairecer, nos bairros da capital é que os corvos propriamente corvos faziam vida. Pátio do Corvo, em São Vicente de Fora, Rua do Corvo às Escadinhas de Santo Estevão, Terreiro do Corvo, na Sé – como se vê, o mapa municipal assinala-os ainda hoje em personagens de respeito. Tão de respeito que Júlio Pomar pintou um deles lado a lado com Fernando Pessoa, e com toda a legitimidade porque se trata de dois lendários de Lisboa. (...)
José Cardoso Pires
quarta-feira, setembro 14, 2005
quinta-feira, setembro 08, 2005
desenhar é levar uma linha a passear
'Bora lá' visitar o blog da Mónica e fazer-lhe a vontade.
quarta-feira, setembro 07, 2005
terça-feira, setembro 06, 2005
sexta-feira, setembro 02, 2005
quinta-feira, setembro 01, 2005
quarta-feira, agosto 31, 2005
segunda-feira, agosto 29, 2005
sábado, agosto 27, 2005
sexta-feira, agosto 26, 2005
Disaster Reduction
Japan’s Global Contribuition
A Embaixada do Japão apresenta os seus melhores cumprimentos e tem o prazer de informar que no próximo dia 28 de Agosto, às 18h30, irá ser apresentado o programa “Disaster Reduction Japan’s Global Contribuition”, no canal CNBC Europe.
Desde longa data que o Japão tem sido fustigado por constantes catástrofes naturais. Todavia, tais experiências de sofrimento têm-se revelado, através dos tempos, como importantes fontes de conhecimento, tecnologia e experiência na prevenção e redução de futuros desastres naturais constituindo, igualmente, um valioso instrumento de assistência a países com semelhantes catástrofes.
A decisão de cooperar internacionalmente bem como as acções levadas a efeito, neste contexto, são os assuntos principais deste programa da autoria do Governo do Japão.
A Embaixada do Japão agradece o interesse e toda a divulgação que venha a ser feita.
-----------------------------------------------------------
Av. da Liberdade, nº 245 / 6º1269-033 LISBOA
Tel: 21 311 05 60 / Fax: 21 354 39 75
E-mail: cultural@embjapao.pt
Homepage: http://www.pt.emb-japan.go.jp/
terça-feira, agosto 23, 2005
quinta-feira, agosto 18, 2005
LUIS PINTO-COELHO
Contra o que se pensava, Luís Pinto-Coelho não foi o pintor da sociedade. Quem o conheceu, quem estudou a sua obra, quem pôde cultivar a sua amizade e a sua intimidade, saberá que o Luís foi exactamente o contrário disso. O tempo o demonstrará.
sexta-feira, agosto 12, 2005
Para rir à gargalhada...
Encontrei a tradução da minha página no Yahoo.com
Isabel Magalhães + Pintura
Para uma mais fácil comparação inseri o original a azul.
Apenas alguns exemplos:
Course "the Art in Portugal in Séc. XIX and XX" - leccionado for Silenced the Dra. Monitorial Maria - ESBAL.
(Leccionado pela Monitora Dra. Maria Calado - ESBAL)
Courses of Historia of the Painting, Tiling and Goldsmithery - Institute of Tourist Formation.
It played functions of:
Technique of Tourism in the General Direcção of the Tourism and in Institute of Tourist Promotion, Palace Lisbon Estuary.
(Palácio Foz - Lisboa)
Tradutora/Intérprete (to free-lancer).
It displays since 1998 and it makes workshops of Painting.
It is represented:
in the Gallery of Art of the Foundation Marquis of Pigeon house,
(Galeria de Arte da Fundação Marquês de Pombal)
in the Meeting of Clientele of Linda-a-Velha,
(Junta de Freguesia de Linda-a-Velha)
e in some particular colecções.
Collective expositions
1998
Association of Students - College of Motricidade Human being, Broken Cross.
(Faculdade de Motricidade Humana - Cruz Quebrada).
Individual expositions
1999
"OF THE COLOR TO THE HEART"
Inauguration of the Gallery Marries Rita Saint, Colares/Sintra.
("Da Cor ao Coração" - Inauguração da Galeria Casa Santa Rita, Colares/Sintra.)
Muito provavelmente serão estes programas que fazem a tradução para português dos folhetos dos nossos electrodomésticos.
TORGA POETA IBÉRICO
Ave Poética
Não tenho nada mais senão as asas.
Quando subo os degraus do firmamento,
É com elas que subo e que sustento
O peso bruto desta incarnação.
Asas de penas que me vão nascendo,
E que voam depois, desconhecendo
Que fúria azul as levantou do chão.
Torga, sua mulher, e os cães de caça, diante da casa onde nasceu.
Foto: MIGUEL TORGA POETA IBÉRICO de Jesus Herrero - arcádia
quarta-feira, agosto 10, 2005
NA DISTÂNCIA
terça-feira, agosto 09, 2005
TESTE DE GRAFOLOGIA
A inclinação de sua letra mostra que você parece ser uma pessoa equilibrada, educada. Mas é um pouco “fria” com quem acaba de conhecer. A ligação de sua letra revela organização, raciocínio lógico e razoável capacidade de adaptação. A direção de sua letra indica controlo, constância e organização, especialmente nas tarefas quotidianas. A pressão que usa ao escrever sinaliza estabilidade e equilíbrio. As áreas valorizadas na sua escrita destacam idealismo, erudição, preocupação com seu crescimento interior. A forma de sua letra demonstra sinceridade, capacidade de adaptação, espontaneidade; sensualidade.
Faça também o seu! Aqui!
"Diogo Cão"
domingo, agosto 07, 2005
NO ALTO DA MADRUGADA
sexta-feira, agosto 05, 2005
quarta-feira, agosto 03, 2005
sábado, julho 30, 2005
quinta-feira, julho 28, 2005
terça-feira, julho 26, 2005
Programa de Intercâmbio de Animais no Verão
Este programa visa encontrar lares provisórios para os animais de estimação de pessoas que não têm onde os deixar durante o seu período de férias de Verão.
Os donos dos animais que se encontram nesta situação devem contactar a LIGA (telef- 214578413 / 214581818, email: lpda@lpda.pt ou sampaiomc@netcabo.pt ) e deixar os seus contactos.
ECONOMIA
TRISTE FADO
Internet de banda larga em Portugal é 62% mais cara do que a média europeia
Os preços para aceder à Internet em banda larga através de ADSL são 62% superiores em Portugal face à média da União Europeia a 15, segundo um relatório da Autoridade da Concorrência (AdC), que hoje alertou para o facto das chamadas telefónicas através de telefone fixo em Portugal custam mais do dobro dos restantes países da União Europeia.
Sara Antunes
saraantunes@mediafin.pt
segunda-feira, julho 25, 2005
domingo, julho 24, 2005
sábado, julho 23, 2005
CONSTATAÇÃO
PARA O MEU FILHO PEDRO
Luís Forra (Lusa) O Benfica goleou ontem os ingleses do West Bromwich Albion, equipa da ‘Premier League’, por 5-0 num encontro em que Koeman teve oportunidade para conhecer melhor a sua equipa e estrear o mais recente reforço, o lateral-esquerdo Léo.
terça-feira, julho 19, 2005
sexta-feira, julho 15, 2005
PARABÉNS DIOGO
Os "primos" do DIOGO
quinta-feira, julho 14, 2005
terça-feira, julho 12, 2005
PARA UMA AMIGA ESPECIAL
segunda-feira, julho 11, 2005
TARDE SOLAR
(Colecção Particular)
Rosa Lobato de Faria
domingo, julho 10, 2005
sexta-feira, julho 08, 2005
quinta-feira, julho 07, 2005
quarta-feira, julho 06, 2005
terça-feira, julho 05, 2005
A MADEIRA É UM JARDIM
Visitei a Madeira, pela primeira vez, em Março de 1976, integrada numa equipa que foi filmar* e recolher depoimentos dos refugiados idos de Angola, em comboios de traineiras, e alojados no Forte do Machico.
Num “carocha” de rent-a-car, que o material era pesado, uma velha máquina de filmar** de 16 mm, tripés, “magasins”, stock de película, microfones, gravadores de som e outras coisas mais, percorremos a ilha, com olhos de ver e espírito aberto.
Vivia-se uma enorme pobreza. Bandos de crianças, sujas, esfarrapadas, descalças e famintas, caíam-nos literalmente em cima, puxavam-nos pela roupa e arranhavam-nos na tentativa desesperada de lhes darmos o que pediam. Dê-me PÃO! Sim... PÃO! Não dinheiro ou guloseimas mas pão, para lhes reconfortar os estômagos vazios. Eram crianças de pouca idade, na sua maioria rapazes, de 4, 5, 7, 9 anos. Os mais crescidinhos pediam, imploravam, que os trouxéssemos como criados – que sabiam fazer tudo, engomar, lavar chão, que queriam trabalhar.
Em Câmara de Lobos, no meio do cheiro nauseabundo do matadouro, a escassa distância do Funchal, - o único acesso era feito por uma pseudo estrada sinuosa que o “carocha” desbravou em cerca de hora e meia, - vi famílias inteiras alojadas em grutas na praia, num espaço tão exíguo que apenas comportava um catre – de casal – diziam eles, e que albergava de noite pai e mãe e 3 ou 4 filhos, e uma cómoda em cujas gavetas, dormiam outros mais pequenos. Como porta, uma colcha esburacada ou um magro cobertor retirado à cama em mês de inverno.
Senti a angústia dessa gente que nos pedia – por amor de Deus, menina, - veja se nos arranjam uns cobertores... uma casinha... que os meus filhos morrem de frio e de fome...
E depois veio o Alberto João Jardim, que com os dinheiros recebidos mandou fazer casas para aquelas pessoas, mandou abrir estradas e construir viadutos que permitiram outras formas de acesso, e desenvolveu o Turismo – o Algarve deveria estar atento e seguir o exemplo - e o Turismo criou riqueza com que ele tem continuado a criar melhores condições para os que nada tinham.
O “Homem” é desbocado; pois é. É Presidente de um Governo Regional; já sabemos, e como tal obrigado a outra postura. Mas os madeirenses continuam a votar nele e isso dá que pensar.
Desde então não voltei à Ilha mas acompanho as notícias. E penso no que vi.
* Filme inacabado segundo a lista do então IPC - Instituto Português de Cinema, por falta de cedência de documentos por parte do Governo Português.
segunda-feira, julho 04, 2005
NÃO QUEREMOS CHINESES...
domingo, julho 03, 2005
MARÉ VAZA














































