quinta-feira, maio 11, 2006

Lançamento do mais recente livro de
José António Barreiros


"Enfim, acabou! O livro está pronto e será lançado em Lisboa, no dia 16 de Maio [18:30, na Ordem dos Advogados, no Largo de São Domingos], no Porto no dia 17 [pela mesma hora, no Clube Literário do Porto, na Rua da Alfândega, n.º 22] e em Faro [R. Dr. Cândido Guerreiro, nº 30, ao Largo do Mercado] no dia 3 de Junho. Pelo meio, fica a Feira do Livro em Lisboa."
jab

quarta-feira, maio 10, 2006

a pedido da maria...

lançamento do livro

gato pedra

terça-feira, maio 09, 2006

A HISTÓRIA DE UM OLHAR


JAIME ISIDORO
MAR - 1998
aguarela s/papel
190 x 134 cm


"Pintor por vocação,
uma vida dedicada às artes plásticas"

Foto: Jaime Isidoro - A História de Um Olhar - Edições Asa

domingo, abril 30, 2006

DISPONÍVEL COM ELECTROCUÇÃO ANAL OU GENITAL

Os cães são a grande atracção das colecções deste outono/inverno. A qualidade desta pele é idêntica à das martas ou raposas se forem esfolados vivos, o que acontece a milhares de cães em todo o mundo com a ajuda de técnicas paralisantes como a eletrocução anal, genital ou ainda a introdução de água na garganta com uma mangueira. O resto da história não tem um final feliz.


PELES. O ÚLTIMO GRITO DA MODA?


acção animal
PELO DIREITO À VIDA ANIMAL


edição nº 4 - abril 2006

terça-feira, abril 25, 2006

na lapela...



Se
a
LIBERDADE
e
a
DEMOCRACIA
passassem
pelo
'cravo na lapela'
mal
estaríamos
todos
pelos
muitos
que
o
usam
indevidamente.

segunda-feira, abril 24, 2006

POMAR


festejar abril com pomar


TRIPLO AUTO-RETRATO, 1974
acrílico sobre tela
50 x 150 cm
Col. Manuel de Brito, Lisboa

terça-feira, abril 18, 2006

MAX ERNST 1891-1976

ARTE E SABER FAZER


Todos têm uma ideia sobre arte: o filólogo, o teólogo, o crítico, o jurista, o militar, o historiador de arte e o Senhor Presidente da Câmara. Não é verdade que cada um tem o “seu” gosto?

Perdão, Senhores, a arte nada tem a ver com o gosto, a arte, não está lá para ser “degustada” mas o Senhor Presidente da Câmara pensa que a arte está lá para que a “julguem”, a arte moderna, que é “julgada do ponto de vista comercial”.

Como é que uma ideia tão original pode ter saído da cabeça de um Presidente da Câmara? O que o Presidente da Câmara quer, é o que os críticos dos jornais diários fazem, os grandes e os pequenos. Querem emitir juízos sobre arte. Eis como é confortável, dado que uma qualquer crítica errónea não tem necessidade de ser desmentida. Os “juízes” da arte falam do “saber fazer”, deploram que este saber fazer não exista absolutamente nada nos mais “jovens”. Por vezes mesmo deploram isso muito seriamente . Mas sabem então Senhores em que consiste esse “saber fazer”? Não, os Senhores não o sabem. Crêem que saber fazer é saber desenhar e pintar correctamente, como o “sabe fazer” um aparelho fotográfico desde que se inventou a fotografia a cores. O nariz não deve ser muito comprido, nem a perna demasiado curta. E esta a “base sólida” vão procurá-la nas escolas de belas-artes e tornam-se alguém-que-conhece-bem-o-seu-ofício.

Saber fazer significa saber dar forma. Saber fazer subentende que se é capaz de pressentir a vida interior da linha e da cor. (Linha e cor elas mesmas destacadas do objecto. Pintura absoluta no sentido em que se fala de música absoluta.) Saber fazer subentende que se venceu. Para o artista, as coisas mais quotidianas, tais como as mais raras, podem tornar-se uma aventura, as cores de uma tonalidade, um emaranhado de linhas.

Este novo saber fazer subentende que o público e sobretudo o crítico, “saibam fazer” qualquer coisa. O crítico deve ser capaz de reconhecer na forma elaborada pelo artista o que ele viveu e deve poder revivê-lo ele próprio.

Se, além disso, ele for capaz de exprimir numa linguagem clara o que ele sentiu diante de uma obra de arte, tem o direito de escrever sobre arte. Talvez mesmo de emitir opiniões sobre arte. O critico deve ainda poder fazer outra coisa: renunciar a pretender vaidosamente que é o tutor da arte, que pode desempenhar um papel de conselheiro, dizer aos artistas como fazer melhor. Mas vós, Senhores juízes, não sabeis nada de arte.

E.

Volksmund, Bona 30.10.1912

E. (Ernst, Max
)


À Primeira Palavra Límpida, 1923
Au premier mot limpide
Pintura mural em casa de Paul Eluard em Eaubonne,
mais tarde montado sobre tela
Óleo sobre gesso fixado na tela, 232 x 167 cm
Dusseldorf, Kunstsammlung
Nordrhein-Westfalen

Foto: TASCHEN

terça-feira, abril 04, 2006

HORIZONTE I


ISABEL MAGALHÃES
Horizonte, 1999, 81 x 65 cm, acrílico sobre tela

(Col. Particular)

segunda-feira, abril 03, 2006

ANTONI TÀPIES

TÀPIES


VERMELHO E PRETO, 1981
Técnica mista s/tábua, 170 x 195 cm

Foto: Fundação Antoni Tàpies, Barcelona, 1995


Tàpies nem sempre trata a matéria numa chave "mural", à base de densos empastes. Outras vezes, como neste trabalho, a pasta é distribuída pelo quadro formando finas camadas de grande delicadeza, que brincam com a luminosidade da cor e oferecem um ar sensual . De notar a polaridade das bandas vermelha e preta que comprimem o círculo central.

domingo, abril 02, 2006

PARABÉNS "PICCOLINA"!

Não sabemos em que dia nasceste, nem o ano. Sabemos que eras uma jovem adulta, poderias ter um ou dois anos de vida e estás connosco faz hoje três anos.

Vi-te pela primeira vez no dia 1 de abril de 2003, à tarde, quando fui passear com o Diogo à mata. Andavas por ali a brincar com um outro cão cujo dono se mantinha perto, mas dos teus donos nem rasto. Passado algum tempo afastaram-se e tu centraste a atenção em nós. Eras muito viva, muito ágil, e depressa estabeleceste uma boa relação com o meu cão. Depois reparei que a coleira - sem identificação - que te cingia o magro pescoço estava apertadíssima e foi com dificuldade que consegui abri-la e devolver-te o espaço que te era necessário. Deixei-a pendurada num arbusto à beira do caminho e tentei afastar-me mas tu seguiste-me.

Não estava nos meus planos trazer mais quatro patas para casa, com a agravante de serem do género feminino, e dada a tua insistência em te juntares ao grupo pedi a um senhor que providencialmente ali passava que te segurasse para que eu pudesse regressar.

No dia seguinte, no primeiro passeio do dia, e ao chegar à mata, lá estavas tu, sentada, de frente para o portão, como que à minha espera. Ao ver-me, davas saltos de 'cão de circo', ganias, corrias desenfreada em círculos, mas sempre, sempre, no meu encalço sem nunca te separares de nós.

Dessa vez nem sequer tive coragem de pedir a algum passante que te segurasse e deixei que viesses comigo. Dei-te banho, desparasitei-te, levei-te à Clínica do Dr. A. Monteiro, - um grande amigo que trata dos meus cães quase há três décadas - foste vacinada, agendou-se a esterilização e cá estás tu, três anos passados, no conforto do lar, integrada na família.

Também não sei se tens reminiscências dos tempos em que andaste à deriva; suponho que sim. Há situações em que demonstras ter medo, há lugares aqui próximo de casa onde recusas ir, há pessoas que te inspiram terror e de quem foges...

Contaram-me depois que eras "aqui da zona" e que foste deixada à tua sorte aquando do plano de erradicação de barracas. Rasteirinha e rápida como és certamente fugiste aos funcionários da CMO que vieram apanhar os animais que sobraram.

Adquiriste hábitos de higiene, deixaste de me destruir o património, conheces todas as rotinas que te dizem respeito, identificas os sons da casa e sabes os meus gestos. E eu estou feliz por te ter recolhido e grata pela ternura com que me olhas!

sábado, abril 01, 2006

ROBERT MOTHERWELL


Noite Mexicana, 1979, Óleo sobre tela, 121,9 x 121,9 cm

México é outra grande fonte de referências simbólicas para Motherwell. Mais ainda do que no caso de Espanha, o pintor relaciona este país com as ideias da morte e do sangue: "Muitos anos depois da minha visita ao México, as salpicadelas de sangue continuaram a aparecer nos meus quadros; é a pintura vermelha".


Foto: Steven Sloman

sexta-feira, março 31, 2006

ROY LICHTENSTEIN (1923-1997)

Eu sei... Brad, 1963
I Know... Brad
Óleo e magna sobre tela, 168 x 96 cm
Aix-la-Chapelle, Ludwig Forum für Internationale kunst


Um olhar mais de perto sobre os pontos de Benday

O que Andy Warhol invejava nas pinturas de banda desenhada de Lichtenstein eram os pontos de Benday. Mais do que o contorno a preto das figuras e a escolha limitada a cores industriais, os pontos de Benday pareciam fora do lugar na pintura. Embora imagens isoladas de banda desenhada tivessem sido há muito integradas nas belas-artes, ninguém tinha encontrado uma forma de aumentar a sua expressão para além da utilização de uma colagem ou de um motivo pintado. Ao usar referências da técnica de impressão, como os pontos de Benday, o conceito de fonte impressa permaneceu intacto. Os críticos e artistas comerciais que reprovaram Lichtenstein por não se distanciar suficientemente da sua fonte, obviamente não compreenderam que não só o conteúdo da pintura, mas também o conteúdo do estilo, eram importantes.

Apesar de nem todas as obras de Lichtenstein usarem o ponteado de Benday, este tornou-se sinónimo da sua arte e continuou a acompanhá-lo.


nota: O americano Benjamin Day (1838-1916) foi não só artista como inventor.

Foto: Taschen

terça-feira, março 28, 2006

ROY LICHTENSTEIN (1923-1997)


Roy Lichtenstein no seu estúdio, 1985



A Melodia Persegue a Minha Fantasia, 1965

The Melody Haunts My Reverie

Tela de seda em vermelho, azul, amarelo, preto, 69,9 x 51,4 cm.



De certa forma, Lichtenstein sempre pareceu estar a considerar toda a arte quando pintava, pensando o que seria a arte, o que esta representava, para que servia, quando e se ele a desejava ou não.

Era quase impossível para Lichtenstein olhar para a arte com a reverência que a classe média instruída lhe dedicava. A banalidade fria transportada para a sua banda desenhada e para as suas imagens publicitárias, era um insulto para a instituição da arte, tradicionalmente ligada, como era, às coisas intelectuais e espirituais.



ART, 1962

Óleo sobre tela, 91,4 x 172.7 cm.

Minneapolis (MN), Collection Gordon
Locksley

A grande pintura ART era uma placa para ser pendurada na parede, prova positiva de que o seu dono era de facto um coleccionador, uma pessoa de cultura. Em que é que a arte se tinha tornado senão numa mercadoria, um simbolo da classe coleccionadora, uma relação de amor estética e incestuosa carregada de implicações metafísicas? Como uma instituição, a arte merecia ser posta em contacto com a realidade na forma de cultura popular.

Fotos: TASCHEN

HOJE,
EM
CASA,
ESTAMOS
TODOS
COM
O
BENFICA!


segunda-feira, março 27, 2006

ROBERT MOTHERWELL


Peixes e faixa vermelha, 1954


Motherwell converte a figuração tradicional na afirmação de um gesto no vazio. A importância da imagem não reside tanto no reconhecimento do motivo como na observação de uma presença, de uma marca traçada pelo pincel.

Foto: Steven Sloman

domingo, março 26, 2006

A ARTE ZEN E A DISTÂNCIA OCIDENTAL



"A aldeia da montanha envolta en névoa", pintura de Eitoku, época Muromachi, obra que evidencia claramente o estilo zen em pintura onde as formas se reduzen ao mínimo e os traços são também difusos. Procura-se, assim, sugerir o vazio ou o todo que rodeia o fim ou limite das formas.

Foto: http://www.temakel.com/ensayobzenartejapon.htm


A PINTURA ZEN

A seita budista conhecida na China por Ch’an e no Japão por Zen foi o único ramo da fé budista a exercer uma profunda e duradora influência na pintura. A doutrina, trazida para a China no século VI por um monge indiano chamado Bodhidharma, era diferente da doutrina de todas as outras seitas, na medida em que negava absolutamente o valor dos templos, das imagens e escrituras, dos rituais, e até da própria doutrina, como meios auxiliares da obtenção da iluminação. Bodhidharma, o Primeiro Patriarca, ensinava que Buda devia ser encontrado, se encontrado viesse a ser, na alma do homem, e através da verificação desta verdade dentro de si próprio um indivíduo podia atingir o conhecimento da “essência de Buda”, que está presente em todas as coisas, animadas e inanimadas.

Depois de Bodhidharma, o budismo Zen cindiu-se em duas escolas rivais. A escola “nortista” fundada por outro monge indiano, Budhapriya, reivindicava que a verdade pode ser atingida através dos caminhos convencionais da disciplina e do estudo; a “sulista”, da qual fazia parte o Quinto Patriarca, Hui Neng, na qualidade de chefe principal, negava a validade destes meios, insistindo em que a iluminação provinha subitamente de si mesma e penetrava na mente despida de todas as impurezas intelecuais. A escola “nortista” corrompeu-se mas a “sulista” conservou o puro ensinamento de Bodhidharma e Hui Neng, vindo a tornar-se uma fonte de profunda inspiração para pintores, especialmente para os de tradição erudita.

Determinados artistas, considerando que os métodos ortodoxos já não estavam à altura das suas necessidades, começaram a experimentar técnicas tão ousadas e excêntricas como as dos modernos expressionistas abstractos. O clarão da iluminação Zen, impossível de comunicar por palavras, poderia manifestar-se no gesto expontâneo do pincel do pintor, e cada pintura destes mestres era uma revelação do próprio eu, carregada de sentido no próprio acto de pintar.

Os sectários de Zen, aqueles que eram somente teóricos, defendiam que qualquer pintor que exprimisse os seus momentos de iluminação com expontaneidade absoluta actuava no verdadeiro espírito de Zen.

Michael Sulivan, Professor de Arte Asiática, Colégio de Estudos Orientais e Africanos, Universidade de Londres.

sexta-feira, março 24, 2006

MOTHERWELL (1915-1991)

Robert Motherwell em 1988
(Foto: Renate P. Motherwell)


Je t'aime, nº. II, 1955

Como se se tratasse de um calígrafo oriental, Motherwell exprime-se pictoricamente através de letras, números ou palavras.

O gesto escrito - uma declaração de amor - reafirma, além disso, o carácter mental da pintura e a sua rejeição da imitação realista.


O VAZIO E O GESTO

Perante a tradicional concepção do quadro como uma janela que ao mesmo tempo nos une e nos separa de outras realidades, Motherwell identificou em várias ocasiões as suas pinturas com paredes ou muros intransponíveis e, sobretudo, com representações de um espaço vazio absoluto: "Tudo o que acontece no plano do quadro acontece diante de um vazio metafísico". Esse espaço vazio é o espaço dos nossos próprios gestos, e os motivos que o animam são a marca do movimento de uma mão que "se deixa levar" ao contacto do pincel com a superfície da tela ou o papel. O processo pictórico é parecido com a experiência quotidiana de traçar riscos sobre a superfície de areia de uma praia ou com o trabalho dos calígrafos orientais. O próprio Motherwell assinalou a afinidade entre o seu trabalho e certos tipos de pintura oriental - como a relacionada com o Zen -, também caracterizados pelo valor concedido ao gesto e ao vazio.

Foto: Steven Sloman

quinta-feira, março 23, 2006

sempre!

na riqueza
na pobreza,
na vitória
na derrota,
até que a morte nos separe!

e mesmo assim... não sei!

quarta-feira, março 22, 2006

o poder da arte

HUNDERTWASSER
Girassóis; Aguarela; 32 x 26 cm; San Gimignano; 1949


Hundertwasser quer, com esta imagem executada com uma simplicidade extrema, demonstrar que todo o mundo pode pintar.

Foto: Taschen

terça-feira, março 21, 2006

PRIMAVERA

as primeiras do ano

foto: IM

Acaso azul de pedras e de flores

a que os homens chamam primavera...

Coincidência de árvores e de céu

com o sol a alegrar tudo o que existe...

Tudo menos eu!

Eu que não ando às ordens do sol nem da lua,

nem de nenhum clarim,

e vim hoje de propósito para a rua,

pálido e triste

_ para me vingar de mim.

José Gomes Ferreira

Poesia - III


segunda-feira, março 20, 2006

MANIFESTO 24


manuel carmo

inauguração da sua exposição

Manifesto 24

23 de março a 23 de abril 2006

Angel Orensanz Foundation, Center for the Arts
172 Norfolh St., New York, NY 10002 (Off East Houston St).

quinta-feira, março 16, 2006

quarta-feira, março 15, 2006

arte






DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS DO ANIMAL

DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS DO ANIMAL

Proclamada pela UNESCO em sessão realizada em Bruxelas em 27 de Janeiro de 1978


Artigo 14º

Os organismos de protecção e de salvaguarda dos animais devem estar representados a nível governamental.

1 - Os direitos do animal devem ser defendidos pela lei como os direitos do homem.


Nota:
Conclui-se hoje a publicação dos 14 artigos da Declaração Universal dos Direitos do Animal gentilmente enviados a cada dia pelo Rui C. que também se preocupa com esta causa, e a quem agradeço.

terça-feira, março 14, 2006

MR. GEORGE CLOONEY - TAKE IV




HI, LADIES!!!

DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS DO ANIMAL

DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS DO ANIMAL

Proclamada pela UNESCO em sessão realizada em Bruxelas em 27 de Janeiro de 1978


Artigo 13º

O animal morto deve de ser tratado com respeito.

1 - As cenas de violência de que os animais são vítimas devem de ser interditas no cinema e na televisão, salvo se elas tiverem por fim demonstrar um atentado aos direitos do animal.

segunda-feira, março 13, 2006

MR. GEORGE CLOONEY!!!























Depois de ouvir e ver as notícias do dia, de não me apetecer, sequer, pensar neste 'lugar mal frequentado' em que vivemos, e de não ter nenhuma tela nova para mostrar optei pelo CLOONEY! Espero que concordem; pelo menos as 'meninas'! :)

sexta-feira, março 10, 2006

quinta-feira, março 09, 2006

CARAS AMIGAS...

... e amigos, também!


O DIA DA MULHER...


É TODOS OS DIAS!

DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS DO ANIMAL

DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS DO ANIMAL

Proclamada pela UNESCO em sessão realizada em Bruxelas em 27 de Janeiro de 1978


Artigo 12º

Todo o acto que implique a morte de um grande número de animais selvagens é um genocídio, isto é, um crime contra a espécie.

1 - A poluição e a destruição do ambiente natural conduzem ao genocídio.

quarta-feira, março 08, 2006

NO DIA DA MULHER

MATISSE
Nu Azul IV, 1952
Nu Bleu IV
Gouache recortado, 103 x 74 cm.
Nice, Musée Henri Matisse


foto: TASCHEN


Para se levar a bom termo a missão de esposa, mãe e... assalariada, é preciso ter aparência de mulher, comportar-se como senhora, pensar como homem, e trabalhar como um cavalo.

autor desconhecido

DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS DO ANIMAL

DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS DO ANIMAL

Proclamada pela UNESCO em sessão realizada em Bruxelas em 27 de Janeiro de 1978


Artigo 11º

Todo o acto que implique a morte de um animal sem necessidade é um biocídio, isto é um crime contra a vida.

terça-feira, março 07, 2006

o poder da arte

HUNDERTWASSER
O PINTOR-REI DAS CINCO PELES

Primeiro esboço de árvore locatária

tinta e aguarela sobre papel branco, 33 x 21 cm, Viena, 1973


Foto: Taschen

A GRATIDÃO...

...DEPOIS DO SALVAMENTO!



Foto: "The Observer"

DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS DO ANIMAL

DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS DO ANIMAL

Proclamada pela UNESCO em sessão realizada em Bruxelas em 27 de Janeiro de 1978

Artigo 10º

Nenhum animal deve de ser explorado para divertimento do homem.

1 - As exibições de animais e os espectáculos que utilizem animais são incompatíveis com a dignidade do animal.

segunda-feira, março 06, 2006

DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS DO ANIMAL

DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS DO ANIMAL

Proclamada pela UNESCO em sessão realizada em Bruxelas em 27 de Janeiro de 1978

Artigo 9º

Quando o animal é criado para alimentação, ele deve de ser alimentado, alojado, transportado e morto sem que disso resulte para ele nem ansiedade nem dor.

sábado, março 04, 2006

o poder da arte


HUNDERTWASSER
Tree Tenants Do Not Sleep
Tree Tenants Wide Awake

técnica mista, 38 x 38 cms, Tunes, 1973

As árvores que crescem dentro e sobre as casas pagam regularmente a sua renda fornecendo valores reais como o óxigénio, o belo e o silêncio, absorvendo a poeira e regularizando o clima.
Foto: Taschen

sexta-feira, março 03, 2006

DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS DO ANIMAL

Proclamada pela UNESCO em sessão realizada em Bruxelas em 27 de Janeiro de 1978


Artigo 8º

A experimentação animal que implique sofrimento físico ou psicológico é incompatível com os direitos do animal, quer se trate de uma experiência médica, científica, comercial ou qualquer que seja a forma de experimentação.

1 - As técnicas de substituição devem de ser utilizadas e desenvolvidas.

quinta-feira, março 02, 2006

DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS DO ANIMAL

DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS DO ANIMAL

Proclamada pela UNESCO em sessão realizada em Bruxelas em 27 de Janeiro de 1978


Artigo 7º

Todo o animal de trabalho tem direito a uma limitação razoável de duração e de intensidade de trabalho, a uma alimentação reparadora e ao repouso.