quinta-feira, dezembro 02, 2004

REGRESSAR ATRAVÉS DO VENTO


MARIA SOBRAL MENDONÇA
"Regressar Através do Vento", acrílico sobre tela, 162 x 114 cms

15 comentários:

  1. Regresso por instantes a estas paragens de azul. Saudades. De tudo.

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  2. Depois de uns tempos de ausencia voltei, devo dizer lhe que apesar de nao ter posto nenhum comment vinha sempre ver o que a Isabel punha no blog simplesmente como me tinha esquecido da password nao pude comentar os seus posts. Quanto ao quadro gosto muito do azul. beijinhos e ate a proxima

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  3. Mais uma tela lindíssima e com tons que se confudem com os teus! Bom Dia!

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  4. Adora a forma como ela pinta!! :)))

    Telas cheias de movimento!
    com grande mestria de cores!

    Este e "A Dança dos Pássaros" são lindissimos, mas acho que gosto mais deste.

    bjs :)

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  5. Adoro esse azul forte. Gosto da pintura dela, definitivamente.
    Beijinho, Isabel :-)

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  6. ...e por cima da tempestade, veloz, roçando a barriga por ela, passar incólume e com apenas com uma ligeira sensação de cócegas…
    Ao invés, passar bem pelo meio, numa bolha de ar, na ventania de Inverno.
    Bj

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  7. Rodopiar de cores, cintilações, em fundo azul, tons de maresia, cores de céu acabado de fechar. Pontuações de luz, no vento que desencadeia a dança das tonalidades da vida.

    beijinhos, querida isabel.

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  8. O meu primeiro pensamento foi do poema do Al Berto -Tentativas para um Regresso à Terra:
    (...)
    caminhamos ainda
    sabemos que deixou de haver tempo para nos olharmos
    a fuga só é possível dentro dos fragmentados corpos
    e um dia......quem sabe?
    chegaremos
    Al Berto

    A segunda coisa que vi e' que a forma deste quadro e' muito parecida com a forma do outro dela. E neste, como no primeiro, muito movimento... "no vento que desencadeia a dança das tonalidades da vida" :))

    Beijinhos, Isabel :)

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  9. Através do vento submerso
    qual peixe de águas doce
    ou feto num útero materno.
    Através do vento solar
    que nos passa e trespassa
    e nem nos apercebemos.
    Regressar através do vento
    ao ponto de partida
    ou de chegada.

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  10. De volta ao blog, depois de uma pequena viagem pelo Porto, com o propósito de ir a Serralves ver a Exposição da Paula Rego, agradeço a todos os que aqui vieram deixar comentários e palavras gentis sobre o trabalho da Maria Sobral Mendonça, que não tenho o prazer de conhecer pessoalmente, mas que divulgo com imenso gosto por tudo o que encerra e pela cor que, como alguém aqui escreveu, tem também muito da cor da minha pintura.

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  11. Um quadro é um quadro.As cores são lhe dão sentido se esse quadro fizer a nossa mente pairar em memórias colectivas que nem nossas são.É o quadro.São as memórias. Retalhos de sentimentos trazidos do gigante ecran da nossa vida.O vento, em azul, regressa a uma tela como se nunca dela tivesse partido.Apenas o vento, alí à espreita.

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  12. Lindas palavras, musqueteira. Não posso estar mais de acordo e apenas gostaria de acrescentar que cada tela é um pedacinho da alma de quem o pintou. Não acha?

    Felicidades para si e obrigada pela visita a uma tela de que também gosto muito. :))

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  13. "Shut!Shut!...Estais na Câmara da Rainha.Dorme...a vossa Rainha dorme.Só nós velamos.Adormeceu com ela a vida toda.Dorme.Dorme reinando...com a sua coroa de oiro...Rainha de Portugal!Rainha da Morte...Há uma Rainha agora em Portugal! (Pedro o Crú,António Patrício (Amores de Pedro e Inês).

    A "Alma"....
    Cara Isabel. A "Alma" habita num lugar que ainda não se sabe bem, qual o seu endereço...Mas aqui repousa um silêncio de Alma.
    Shut!Shut...Há aqui gente com Alma!
    Em frente e à espreita estarei neste Blog.....;)

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  14. Cara musqueteira... Maria! :)))

    A Alma não precisa endereço... nem código postal. Não importa onde esteja, importa que seja. E, a sua pintura é, uma pintura com alma... ou com vida, como quiser ou preferir.

    Obrigada pela visita e por divulgar o blog. No que me diz respeito, a pintura é uma paixão antiga sempre renovada! :)))

    Felicidades para si e votos de sucesso.

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  15. Essa "Coisa" apelidada de Alma...
    Essa "Coisa" que nem "Coisa" o é.
    Tantas "Coisas"...O são.
    Sem "Alma", sem "Coisas", nem tão pouco com razão.
    Dessa "Coisa" que nem "Coisa" tem a "Alma",
    Fica a nossa viagem,
    Aos desertos da "Alma" da "Coisa" que o vento quebra,
    Em desejo entre poeiras
    Das colinas...De lá, do tão longue Oriente.
    Eis a "Alma", e o principio das "Coisas"....
    O Vento das palavras habita aqui.
    Um Rei uma Nação.
    Touché...cara Isabel.
    Da Mosqueteira

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