quarta-feira, novembro 30, 2005

teresa almeida rocha


Criptografia, 2005, 60 x 60 cms, Acrílico s/tela


para quem gosta de azul!...


gentilmente cedido pela autora

terça-feira, novembro 29, 2005

SIMBOLOGIA




ISABEL MAGALHÃES
Simbologia, 2000, 60x50 cms, acrílico s/tela

(Col. Pedro Magalhães - Designer de Comunicação)


"A caminho dos azuis
o sinal, o branco
no meio do caminho
a barreira
na direcção
para além dos azuis..."

banco de voluntariado - freguesia de linda-a-velha




As informações e contactos também poderão ser feitos
através da Junta de Freguesia no Largo do Mercado,
pelo telefone 21 414 18 95

segunda-feira, novembro 28, 2005

teresa almeida rocha

Teresa Almeida Rocha
Águia II
1999
acrílico s/tela

(da exposição JANELAS, Galeria Casa Santa Rita, Colares/Sintra)


domingo, novembro 27, 2005

carlos botelho (1899-1982)





Ramalhete de Lisboa, 1935

Marinha nº 1, 1957

Primavera, 1958



S/título, 1953

S/título, 1953

Fotos: Catálogo Lisboa 94, Exposição Palácio Galveias, Lisboa



sábado, novembro 26, 2005

cruzeiro seixas

É sempre tarde quando a noite nos descobre, 1980
Aguarela sobre papel
29 x 42 cms

Universos Paralelos, 1976
Óleo sobre tela
56 x 44 cms


Uno se pergunta qué hado maléfico gravita sobre creaciones tan extraordinarias como la tuya. Que se ignore tu obra en el mundo, que no se conozca según deberia conocerce y estimarse, és solo indicativo del momento de miserabilismo espiritual por el que estamos pasando. Uno se indigna, salta de indignación hasta el techo, pero no puede hacerce nada! Solo nos queda continuar en lo nuestro, seguir por nuestra parte hacia adelante, sin dar mayor importancia a esas miopía y poquedad universales.

Tus dibujos tienen siempre un misterio poético y una individualidad admirables, por los quales puede reconocerce immediatamente al gran artista que los creó, inconfundible.

Eugénio F. Granell

quinta-feira, novembro 24, 2005

cruzeiro seixas

A perda da inocência, 1966
Tinta da china sobre papel
41 x 29 cms

"Da Segunda Natureza" (Flaubert), 1969
Óleo sobre tela
40 x 30 cms

A noite, 1970
Acrílico sobre papel
48 x 63 cms

No dia a seguir ao nosso casamento, 1967
Acrílico sobre papel
28 x 37 cms

Artur Cruzeiro Seixas, que nasceu em Lisboa em 1920, foi por certo um dos (poucos) artistas que mais intensamente marcaram os ainda mal estudados caminhos do surrealismo português.

quarta-feira, novembro 23, 2005

terça-feira, novembro 22, 2005

JOSÉ ESCADA (1934-1980)

O meu Strof, 1979, acrílico s/tela, 34,5 x 43,5 cms

(Col. Particular)


PRÉMIO... pior é impossível!



Circula na net há algum tempo e já cá veio parar várias vezes...

Não haverá alguém, lá da zona, que dê uma 'mãosinha' ao homem!?

segunda-feira, novembro 21, 2005

domingo, novembro 20, 2005

aquele abraço...

A associação "Abraço" recebeu 30 meninos com HIV.

«Estamos a necessitar de roupa para rapariga (qualquer idade) e para rapaz precisamos dos 6 aos 14 anos. (trinta crianças a cargo neste projecto).

Se quiserem colaborar contactem se faz favor para:
Maria José Magalhães Telef.: 213 974 298
(Associação "Abraço")
Se não puderem ajudar pelo menos passem a mensagem para os vossos contactos, por favor. Não custa nada e pode estar a fazer a diferença. Obrigado!!!»

recebido por e-mail.

sábado, novembro 19, 2005

carpe diem!

Sem grandes preâmbulos, vou 'ausentar-me', uns tempos, deste meu blog. Vou fazer 'intervalo', como diz alguém que eu conheço.

No entretanto, fica o meu contacto e-mail para os que quiserem ou precisarem de me escrever.

Até já...

Um abraço.
Isabel Magalhães.

terça-feira, novembro 15, 2005

poltergeist - o outro lado

poltergeist - o outro lado
Nos últimos dias tem surgido algum alarme, também por
estas bandas, acerca da redação de alguns artigos, nomeadamente do 6º, da Lei n.º 53/2005 de 8 de Novembro que cria a ERC - Entidade Reguladora para a Comunicação Social, extinguindo a Alta Autoridade para a Comunicação Social. Não há porém, e manifestamente, razões para alarme, pelo menos pelas razões aventadas. Há razões para alarme é por, mais uma vez, neste país de juristas não se saber fazer uma lei de jeito.

Áqueles que viram na atabalhoada redação da nova Lei uma tentativa de cercear a liberdade de expressão 'online', à boa maneira chinesa, escapou o essencial. Não sei se a ideia era, é, mesmo essa, o que sei é que com a nova redação o 'monopólio' e especificidade dos jornalistas acabou.

A partir do momento em que não se destrinça opinião de informação, em que se mistura tudo num mesmo saco, colocando todo e qualquer opinador, online ou não, sobre a tutela da ERC, a implicação óbvia e natural é que qualquer blogueiro, da mesma forma que tem que prestar contas (?!) sobre a orientação editorial dos seus escritos/blog (um drama em potência para blogs que não aceitam comentários, muito menos o contraditório) como qualquer editor de uma qualquer publicação passa a poder também, como jornalista - como implicitamente passa a ser reconhecido - alegar de todas as prerrogativas destes nomeadamente... o sigilo profissional. Numa Lei amplamente debatida, onde tantos interviram (e eu se fosse do Sindicato dos Jornalistas metia a cabeça num saco...) o que se arranjou foi um grande 31.

A partir de agora, caros colegas da blogosfera, somos todos jornalistas. O facto é esse. Tudo o resto, à luz deste facto é secundário.

Aguardo aliás o dia, em que consequentemente com a redação da nova Lei, o Sindicato dos Jornalistas/Comissão da Carteira Profissional me permita a mim, e a qualquer blogueiro, disponibilizador regular ao público, através de redes de comunicações electrónicas, de conteúdos submetidos a tratamento editorial e organizados como um todo coerente, inscrever-me como sócio... Não sei é como é que vai ser no caso de agregadores automáticos de conteúdos (como o Google News) mas o legislador na sua infinita sapiência há-de ter alguma ideia...

Publicado por Manuel in Grande Loja do Queijo Limiano

o mundo das cores

E porque ontem alguém falou de cores, ofereço-vos o

TESTAMENTO
de
Maria Helena Vieira da Silva



TESTAMENT


Je legue à mes amis


Un bleu céruleum pour voler haut
Un bleu cobalt pour le bonheur
Un bleu d’outremer pour stimuler l’esprit
Un vermillon pour faire circuler le sang allègrement
Un vert mousse pour apaiser les nerfs
Un jaune d’or : richesse
Un violet de cobalt pour la réverie
Un garance qui fait entendre le violoncelle
Un jaune barite : science-fiction, brillance, éclat
Un ocre jaune pour accepter la terre
Un vert Véronèse pour la mémoire du printemps
Un indigo pour pouvoir accorder l’esprit à l’orage
Un orange pour exercer la vue d’un citronnier au loin
Un jaune citron pour la grace
Un blanc pur : pureté
Terre de Sienne naturel : la transmutation de l’or
Un noir somptueux pour voir Titien
Une terre d’ombre naturel pour mieux accepter la mélancolie noire
Une terre de Sienne brûlée pour le sentiment de durée



VIEIRA DA SILVA – (13/6/1908 – 6/3/1992)

terça-feira, novembro 08, 2005

JANELA NO INVERNO

ISABEL MAGALHÃES

JANELA NO INVERNO
1998
70 x 50 cms
Acrílico s/Tela
(Col. autora)

segunda-feira, novembro 07, 2005

Galeria Casa Santa Rita


Teresa Almeida Rocha (N. 1962)
Estudou Pintura nos anos 70.
Licenciatura e Mestrado em Psicologia Educacional no ISPA,
onde é docente. Investiga no domínio do Desenvolvimento Estético e Educação Artística. Coordena o Grupo GIPA
(Grupo de Intervenção pela Arte)

Galeria Casa Santa Rita
Rua de S.Sebastião, 8 - Colares - Sintra
5 a 24 de Novembro de 2005
de 3ª feira a domingo
Tel. 933 558 355

domingo, novembro 06, 2005

fernão capelo gaivota


Foto IM

Cansada de voar, ou apenas curiosa das viagens dos humanos, pousou a estibordo no ferryboat e aproveitou a boleia para Troia, quem sabe ao encontro dos roazes corvineiros que voltaram a povoar o Rio Azul.

sábado, novembro 05, 2005

maria sobral mendonça


Quando sobrevem o Branco; 136 x 89; Acrílico S/Tela; 2003

sexta-feira, novembro 04, 2005

maria sobral mendonça

"A Vida tem tanta cor"; 136 x 89 cms; Acrílico S/Tela; 2003


"Com a sua pintura abstracta que nos transmite muitas e variadas sugestões, a pintora encoraja-nos no caminho da elevação com o seu toque terreno indispensável à nossa vivência no quotidiano."
Henrique Leote

quinta-feira, novembro 03, 2005

CONTRA O "SPAMMING"


Caros amigos visitantes do meu blog;

Nos últimos dias chegou a vez do "À rédea solta" ser "bombardeado" com "spamming" do mais variado, inclusivé em posts do ano de 2004.
Eu sei que num blogue que não aceita comentários anónimos, além de ser necessário escrever o nome de utilizador e a palavra passe, se torna incómodo ter que copiar - ainda - um qualquer código feito de letras, algarismos, ou ambos, mas não me restou alternativa.
Espero e desejo que isso não seja impeditivo de continuarem a dar-me o prazer da vossa companhia.

Isabel Magalhães

quarta-feira, novembro 02, 2005

BERTA - 3 anos


Berta

apadrinhada pelo
PROXIMIZADE

PROXIMIZADE

Proximizade

No mundo em brutal aceleração em que vivemos hoje, escasseia o tempo para pararmos um pouco para reflectir em situações que nos rodeiam, de forma mais ou menos próxima / mais ou menos afastada, relacionadas com pessoas carenciadas, sem voz que permita dar expressão às suas necessidades mais básicas.
Por este motivo, procurando lutar contra o "cultivo da insensibilidade" que de alguma forma se vai instalando, um conjunto de "bloggers" decidiu reunir-se num projecto comum ("Proximizade"), visando potenciar as virtudes da blogosfera, no sentido de "aproximar uma mão amiga" (que será a de todos os que decidam de alguma forma apoiar / colaborar com este projecto) dessas pessoas carenciadas.

Como primeiro gesto prático e concreto, o "Proximizade" começou por "apadrinhar" uma criança carenciada em Moçambique, a Berta, de 3 anos.


Proximidade e mão amiga.

"Proximizade", feita do entusiasmo voluntário de quem quer ajudar a combater a apatia, a dispersão e a insensibilidade que nos ameaça se continuarmos indiferentes ao que se sabe e ao que se vê.
Aqui, já está a acontecer.

LISBOA - Livro de Bordo


Praça de D. Pedro IV - 1944
CARLOS BOTELHO


“Que fazemos nós, Lisboa, os dois aqui
Na terra em que nascemos e eu nasci”

Perguntava Alexandre O’Neill, de ombro na ombreira, a olhar o Imperador Maximiliano do México que está na estátua do Rossio a fingir que é o Dom Pedro IV de Portugal.
Hoje da Igreja de Arroios já não voam anjos sobre os bêbados, mas há mistérios que continuam a animar a cidade e o Dom Pedro do Rossio é um deles. Verdade ou mentira, ainda se está para saber porque razão é que o escultor francês encarregado de figurar o nosso rei em bronze de primeiríssima não esteve com mais aquelas e despachou para Portugal um Maximiliano qualquer que tinha lá para um canto do atelier.
Enigmas destes comprometem a paisagem e, muito sinceramente, não só caem mal nas pessoas de sentimentos como são difíceis de desculpar à luz da inteligência. Os eruditos, então, ainda hoje perdem o sono com este parágrafo da nossa História e quando passam pela estátua do falso rei baixam os olhos num silêncio de pudor que só lhes fica bem.
O lisboeta corrente é que não se deixa embrulhar em desmandos desta espécie, o lisboeta corrente tem cá uns traquejos e um deixa-andar que lhe permitem dar a volta aos azares de estremeção e às complicações mais solenes. Se levanta a cabeça e vê o imperador transviado a escorrer verdete lá do alto, até é capaz de achar graça. Dom Pedro? Dom Maximiliano? Que se lixe, seja o Dom Pedro, porque não? Assim como assim, o país fica na mesma e o Rossio ainda ganha mais um caso para entreter.
O’Neill reagiria tal e qual, estou mesmo a vê-lo, um riso pronto, um bocejar, e ia à vida porque de monumentos errados e escultores de mão canhestra está a nossa capital a transbordar (...)

José Cardoso Pires

terça-feira, novembro 01, 2005